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Terça, 21 de Novembro 2017.



RECIFE

02/11/2017 15:40:56

PE: Líder de bando preso,controlava morte,tortura e tráfico

Por meio de 'teleconferências' por celular,chefe do grupo enviava mensagens

(FOTO: THAYS ESTARQUE/G1)

Suspeito foi levado para (DHPP), no Recife

Os integrantes da quadrilha desarticulada pela 'Operação Tegúrio' se comunicavam por vídeo com o principal líder, que está detido no sistema penitenciário de Pernambuco. O delegado João Leonardo Cavalcanti afirmou, nesta quarta-feira (1º), que, por meio de 'teleconferências' gravadas por celular, os criminosos controlavam tráfico, homicídios e a tortura de quem não seguia as ordens em Santo Amaro, na área central da capital.

O delegado destacou que o líder da quadrilha costumava repassar ordens aos principais comparsas, também presos na ação, por meio de imagens. "Em seis meses de investigação, descobrimos que até em festas na comunidade ele se envolvia. Enviava os vídeos e recebia imagens de torturas para saber que estavam cumprindo as regras", afirmou o policial.

O líder da quadrilha foi preso em 2009 pelo Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) e chegou a passar um tempo em um presídio federal, mas retornou a Pernambuco. "Ele é extremamente violento e de alta periculosidade", definiu o delegado.

Um dos casos envolvendo a quadrilha desmontada em Santo Amaro é o de uma adolescente, que foi punida com tortura, ordenada de dentro da cadeia. Os vídeos chegaram até as redes sociais e provocaram indignação. "Essa jovem teria participação em um grupo rival no mesmo bairro e, por isso, foi espancada", afirmou Cavalcanti.

Detalhes

a operação teve sucesso a recolher dinheiro doa quadrilha. Os agentes recolheram mais de R$ 60 mil em espécie. Havia com os integrantes do grupo cardermnos de anotações e controle de tráfico. O grupo é alvo de 28 inquéritos por venda de drogas.

Também foram apreendidos cocaína, crack e maconha. Entre os equipamentos encontrados com os integrantes do grupo estão máscara usadas pela polícia e coletes balísticos.Todos os presos na operação foram apontados pela participação com assassinatos, tráfico, tortura, roubos e venda ilegal de armas. A venda de armamentos gerou 13 inquéritos policiais.

 

Fonte: G1 PE





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