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Terça, 24 de Outubro 2017.



COLUNISTAS

Paiva Netto EscrevePaiva Netto

02/01/2011 11:22:30

Jesus, o Cristo Ecumênico, e Sua Volta Triunfal (Final)

EMMANUEL E A INFINITA MISERICÓRDIA DO CRISTO
Emmanuel, em seu “A Caminho da Luz”, na psicografia do saudoso Chico Xavier (1910-2002), dá o recado excelente acerca do Senhor Jesus:
“— O determinismo do amor e do bem é a lei de todo o Universo e a alma humana emerge de todas as catástrofes em busca de uma vida melhor.
“Só Jesus não passou, na caminhada dolorosa das raças, objetivando a dilaceração de todas as fronteiras para o amplexo universal. Ele é a Luz do Princípio e nas suas mãos misericordiosas repousam os destinos do mundo. Seu coração magnânimo é a fonte da vida para toda a Humanidade terrestre. Sua mensagem de amor, no Evangelho, é a eterna palavra da ressurreição e da justiça, da fraternidade e da misericórdia. Todas as coisas humanas passaram, todas as coisas humanas se modificarão. Ele, porém, é a Luz de todas as vidas terrestres, inacessível ao tempo e à destruição.
“Enquanto falamos da missão do século XX, contemplando os ditadores da atualidade, que se arvoram em verdugos das multidões, cumpre-nos voltar os olhos súplices para a infinita misericórdia do Senhor, implorando-lhe paz e amor para todos os corações”.
Salve, pois, o Natal Permanente de Jesus, o Cristo de Deus, o Cristo Ecumênico, por isso, Aquele que, gravitando acima das humanas discórdias, generosamente, aplaude o valor que existe em todos os segmentos da vida humana, quais sejam a Educação, a Política, a Filosofia, a Ciência, a Economia, a Arte, o Esporte etc., a despeito de qualquer diferença. Que a Divina Paz vigore em todas as famílias e nos recantos daqueles que pensam viver sozinhos, quando, sabendo ou não, estão acompanhados pelos seus dedicados Anjos Guardiães. E que juntos batalhemos, sob os auspícios da Paz, como preconizava Alziro Zarur, “por um Brasil melhor e por uma Humanidade mais feliz!”.

FALA MALRAUX
Não foi sem motivo que André Malraux (1901-1976), intelectual dos mais festejados, famoso ministro da cultura da França, manifestou um grave pensamento de sua intimidade:
“— O século XXI será religioso ou não existirá”.
Contudo, prezado Malraux, não mais religião como trágico conflito, mas como o procedimento eterno do Amor de Deus, que quer que nos amemos uns aos outros, como Jesus nos ensinou no Evangelho segundo João, 13:34 e 35; e, 15:13: “— Novo Mandamento vos dou: Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. Não há maior Amor do que este: doar a própria Vida pelos seus amigos”.
Por isso mesmo, João Evangelista escreveu em sua Primeira Epístola, 4:7 a 9 e 16 a 21:
“7 Amados, amemo-nos uns aos outros; porque a Caridade é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece Deus.
“8 Aquele que não ama não conhece Deus; porque Deus é Amor, Deus é Caridade.
“9 Nisto se manifestou a Caridade de Deus para conosco: Deus enviou Seu Filho Unigênito ao mundo, para que por Ele vivamos.
(...)
“16 E nós conhecemos, e cremos no Amor que Deus nos tem. Deus é Amor, Deus é Caridade; e quem está em Caridade está em Deus, e Deus nele.
“17 Nisto é perfeita a Caridade para conosco, para que no Dia do Juízo tenhamos confiança; porque, qual Ele é, somos nós também neste mundo.
“18 Na Caridade não há temor, antes a perfeita Caridade lança fora o medo; porque o medo tem consigo a punição, e o que teme não é perfeito na Caridade.
“19 Nós amamos porque Ele nos amou primeiro”.
E Deus nos amou primeiro, por intermédio de Cristo Jesus, sublime expressão de Fraternidade vista neste mundo.
“20 Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.
“21 Ora, temos da parte Dele este mandamento, que aquele que ama a Deus, ame também a seu irmão”.
Eis a excelsa mensagem permanente do Natal de Jesus e de um Ano-Novo em que haja mais humanidade da humanidade para a Humanidade. E se “o século XXI (...) não existirá” se não for religioso, que o seja mais: transmude-se no grande amplexo das religiões, em gloriosa Religião de Amor e de Fraternidade.

Paiva Netto


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