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	<title>ARTE / EDUCAÇÃO &#8211; Portal Pinzón</title>
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	<description>Seu Portal de Pernambuco</description>
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		<title>Oficina Francisco Brennand expande presença no País e chega ao Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 21:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ARTE E CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Museu-ateliê ganha ponto de venda dos seus objetos de arte em Ipanema, a partir do próximo dia 23 em parceria com a plataforma de design e curadoria Boobam Em um novo movimento de expansão das vendas dos seus objetos de arte, a Oficina Francisco Brennand chega ao Rio de Janeiro com um ponto de vendas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Museu-ateliê ganha ponto de venda dos seus objetos de arte em Ipanema, a partir do próximo dia 23 em parceria com a plataforma de design e curadoria Boobam</strong></p>
<p>Em um novo movimento de expansão das vendas dos seus objetos de arte, a Oficina Francisco Brennand chega ao Rio de Janeiro com um ponto de vendas físico em Ipanema, por meio de uma parceria com a plataforma de design e curadoria Boobam, a partir de 23 de fevereiro. A iniciativa reforça o modelo de negócios do museu-ateliê, voltado à ampliação da marca e à entrada em outras regiões do País, além de aproximar o público carioca, terceiro principal consumidor, do legado do artista pernambucano.</p>
<p>Os objetos de arte produzidos pela Oficina passam por diversas etapas, que vão desde a moldagem até a decoração, resultando em criações únicas. Produzidas artesanalmente, as peças da linha tradicional seguem técnicas, desenhos e paleta de cores desenvolvidos em parceria com o próprio artista, atravessando oito etapas manuais e três queimas, que chegam a 1.350 °C. Já a linha branca, criada em 2022 após a morte do seu patrono e inspirada em um bowl concebido por ele, apresenta desenhos brennandianos talhados em baixo-relevo e passa por duas queimas.</p>
<p>A composição e o preparo específicos da argila, aliados ao uso de esmaltes exclusivos, resultam em obras singulares cujas texturas e cores evidenciam a herança criativa do artista, expressa em formas orgânicas, simbologias arquetípicas e no acabamento característico proveniente das altas temperaturas.</p>
<p>A produção cerâmica é o eixo fundador da instituição que, desde sua origem, em 1971, constitui-se como espaço de criação, experimentação e transmissão de saberes, desenvolvidos coletivamente por mestres oleiros, decoradores e colaboradores que trabalharam ao lado de Francisco ao longo de quase cinco décadas. Para ele, a produção dos objetos de arte integrava seu trabalho autoral, resultando de um saber coletivo construído ao longo de meio século de Oficina.</p>
<p>Hoje materializada em mais de 90 modelos, essa produção desdobra-se em diferentes frentes de circulação. Em 2025, o museu-ateliê inaugurou sua primeira loja permanente em São Paulo, instalada no Shopping Iguatemi, levando a um dos seus principais mercados consumidores no país uma seleção cuidadosa de objetos de arte. Na cidade do Recife, eles podem ser adquiridos na própria Oficina Francisco Brennand, em seu e-commerce e na Casa Zero.</p>
<p>Toda a renda gerada pelas vendas é integralmente revertida para os programas Artístico, de Educação e Pesquisa, além da manutenção do acervo da instituição, contribuindo diretamente para sua sustentabilidade e preservação.</p>
<p>“A parceria com a Boobam resulta de um movimento significativo e estratégico para a Oficina Francisco Brennand, alinhado ao nosso modelo de negócios. Somando-se à nossa própria operação no Shopping Iguatemi, em São Paulo, e a participação em importantes feiras e eventos do segmento artístico, poder contar com um ponto de vendas físico no Rio de Janeiro, um dos maiores mercados consumidores de arte do País, representa mais um salto na ampliação da nossa presença no mercado nacional, além de ser uma maneira de oferecer ao público carioca o acesso às nossas peças de maneira próxima”, ressalta o presidente da Oficina Francisco Brennand, Marcos Baptista.</p>
<p><strong>Sobre a Oficina Francisco Brennand</strong></p>
<p>Transformada em instituto cultural sem fins lucrativos em 2019, a Oficina Francisco Brennand preserva o legado do artista que lhe dá nome e promove práticas artísticas, educativas e culturais contemporâneas. Localizada na Mata da Várzea, no Recife, abriga um vasto conjunto de obras, espaços expositivos internos e externos, conjuntos escultóricos monumentais, jardins projetados por Roberto Burle Marx e uma reserva técnica. Fundada em 1971, inclui ateliês, edificações fabris, uma capela projetada por Paulo Mendes da Rocha e Eduardo Colonelli, além de um café-restaurante e uma unidade de apoio no Bairro do Recife, a Casa Zero.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:<br />
Objetos de arte da Oficina Francisco Brennand na Boobam<br />
Rua Garcia D’Ávila, 73, Ipanema – Rio de Janeiro, RJ</p>
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		<title>Aria Social celebra estreia do Curso Técnico em Dança com o espetáculo Mosaico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 17:46:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiro curso técnico em dança de Pernambuco apresenta sua primeira produção artística sob direção de Fábio Albuquerque O Aria Social realiza, na quinta-feira, (27), às 19h, no Teatro Souci, em Piedade, a primeira produção artística do Curso Técnico em Dança, o primeiro de Pernambuco reconhecido pelo Ministério da Educação. O espetáculo, intitulado Mosaico, reúne 11 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Primeiro curso técnico em dança de Pernambuco apresenta sua primeira produção artística sob direção de Fábio Albuquerque</strong></p>
<p>O Aria Social realiza, na quinta-feira, (27), às 19h, no Teatro Souci, em Piedade, a primeira produção artística do Curso Técnico em Dança, o primeiro de Pernambuco reconhecido pelo Ministério da Educação. O espetáculo, intitulado Mosaico, reúne 11 intérpretes-criadores em uma obra de 40 minutos, sob a direção artística do docente Fábio Albuquerque.</p>
<p>Resultado da disciplina Dança Criativa, Mosaico nasce de um processo coletivo de experimentação inspirado nos princípios do sistema Laban/Bartenieff. O trabalho propõe uma reflexão sobre o corpo como matéria viva e transformadora, em que cada gesto se torna parte essencial de uma composição maior. A escassez se converte em potência, e a diversidade em unidade.</p>
<p>“O processo de criação de Mosaico foi um mergulho no potencial inventivo de cada estudante. Trabalhamos a partir de suas singularidades, explorando o gesto como ponto de partida para compor algo coletivo e pulsante. O resultado é uma celebração da diversidade e da força criadora que surge do encontro”, afirma o diretor artístico Fábio Albuquerque.</p>
<p>Coordenado por Maria Inez Lima, o Curso Técnico em Dança do Aria Social oferece uma formação híbrida e interdisciplinar que integra fundamentos teóricos, práticos e pedagógicos. O programa busca formar profissionais conscientes de seu papel na cena artística e educacional, incentivando pesquisa, experimentação e pensamento crítico.</p>
<p>Mais que uma estreia, Mosaico representa a consolidação de um projeto que une arte, educação e transformação social, evidenciando o papel da dança como ferramenta de expressão e transformação, e reafirmando o compromisso do Aria Social com a valorização da dança como linguagem plural e emancipadora.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:<br />
<em>Espetáculo Mosaico</em><br />
<strong>Realização</strong>: Curso Técnico em Dança do Aria Social<br />
<strong>Coordenação</strong>: Maria Inez Lima<br />
<strong>Direção artística</strong>: Fábio Albuquerque<br />
<strong>Intérpretes-criadores</strong>: 11<br />
<strong>Duração</strong>: 40 minutos<br />
<strong>Data</strong>: 27 de novembro (quarta-feira)<br />
<strong>Horário</strong>: 19h<br />
<strong>Local</strong>: Teatro Souci – Sede do Projeto Aria Social &#8211; Av. Ayrton Senna da Silva, 748 &#8211; Piedade, Jaboatão dos Guararapes &#8211; PE<br />
<strong>Ingressos</strong>: gratuitos, disponíveis nas redes sociais do Aria Social, através do Sympla<br />
Link: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-mosaico---aria-social--curso-tecnico-em-danca/3214581">https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-mosaico&#8212;aria-social&#8211;curso-tecnico-em-danca/3214581</a><br />
Ingressos limitados</p>
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		<title>Funase realiza exposição do Projeto TransformArte no River Shopping</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[EXPOSIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[MOSTRAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Mostra encerra oficinas de artes visuais e destaca o talento artístico de adolescentes do Case Petrolina O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), reforça seu compromisso com a socioeducação ao promover ações que unem arte, inclusão e transformação de vidas. Um exemplo disso é o Projeto TransformArte – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mostra encerra oficinas de artes visuais e destaca o talento artístico de adolescentes do Case Petrolina</strong></p>
<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), reforça seu compromisso com a socioeducação ao promover ações que unem arte, inclusão e transformação de vidas. Um exemplo disso é o Projeto TransformArte – Oficinas de Artes Visuais para Jovens, desenvolvido no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Petrolina), que chega à reta final após dois meses de atividades.</p>
<p>Como conclusão das oficinas, os trabalhos produzidos pelos adolescentes serão apresentados ao público em uma exposição no River Shopping, em Petrolina, nos dias 10, 11 e 12 de outubro, das 10h às 22h, em frente ao Carrefour, com entrada gratuita. O público poderá conhecer de perto as criações artísticas e apreciar o talento e a sensibilidade dos participantes.</p>
<p>Ao longo do projeto, cerca de 15 socioeducandos participaram de 16 oficinas de desenho e pintura, ministradas pelo professor de artes Gregório da Silva, com o apoio de oficineiros, um fotógrafo e um coordenador pedagógico. As atividades contemplaram técnicas de desenho em grafite, carvão e pastel seco, além de pintura em tela com tinta acrílica. O resultado foi a criação de obras em grandes formatos, que agora ganham visibilidade e reconhecimento público.</p>
<p>Entre os jovens beneficiados está I. R., 18 anos, que contou: “eu cheguei aqui no Case de Petrolina triste e desanimado. Depois que comecei a fazer a oficina de arte, tudo mudou. Hoje eu vejo diferente, sigo tranquilo, sorrindo. Essa oficina mudou o rumo da minha vida. Quando eu sair, quero continuar fazendo arte, mostrar a cultura, a natureza&#8230; porque o que eu pensava antes, hoje já não penso mais.”</p>
<p>Além do professor Gregório, o projeto contou com a participação do ilustrador Alexandre Esteves, conhecido por suas charges no Jornal Gazzeta do São Francisco e pela experiência em oficinas terapêuticas em saúde mental.</p>
<p>Para o Governo de Pernambuco, a iniciativa reforça o papel da socioeducação como espaço de oportunidades e transformação. A presidente da Funase, Raissa Braga, destaca: “projetos como o TransformArte são fundamentais porque permitem que os adolescentes descubram talentos, expressem sentimentos e desenvolvam novas perspectivas de vida. A arte abre caminhos para que eles possam enxergar outras possibilidades e fortalecer sua autoestima.”</p>
<p>De acordo com o idealizador do projeto, &#8220;a iniciativa surge de um olhar voltado para esses jovens que estão em um momento de integração social. A arte é uma possibilidade de interação, criação e inclusão, valorizando o processo criador de cada um deles.”</p>
<p>Dessa forma, o TransformArte não apenas proporcionou oficinas, mas também abriu novos horizontes para adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa no Sertão pernambucano, celebrando a arte como ferramenta de expressão, aprendizado e reintegração.</p>
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		<item>
		<title>Projeto TransformArte promove expressão artística a socioeducandos no Sertão</title>
		<link>https://pinzon.com.br/projeto-transformarte-promove-expressao-artistica-a-socioeducandos-no-sertao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ARTE E CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[OFICINAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa, aprovada pela Lei Aldir Blanc, é do professor de artes Gregório Da Silva e beneficiará cerca de 15 adolescentes Com a finalidade de proporcionar oficinas de desenho e pintura para adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Petrolina, unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), deu início ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A iniciativa, aprovada pela Lei Aldir Blanc, é do professor de artes Gregório Da Silva e beneficiará cerca de 15 adolescentes</strong></p>
<p>Com a finalidade de proporcionar oficinas de desenho e pintura para adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Petrolina, unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), deu início ao Projeto TransformArte – Oficinas de Artes Visuais para Jovens. A iniciativa, aprovada pela Lei Aldir Blanc, é do professor de artes Gregório Da Silva e beneficiará cerca de 15 adolescentes.</p>
<p>O projeto terá duração de dois meses e prevê 16 oficinas, distribuídas em duas sessões semanais de desenho e pintura. Ao longo das atividades, os socioeducandos terão contato com diferentes formas de expressão artística, como desenho em grafite, carvão e pastel seco, além da pintura em tela com tinta acrílica, que resultará na produção de obras em grandes formatos que, posteriormente, estarão em exposição. A ideia é desenvolver habilidades manuais e criativas, fortalecendo também a autoestima, a comunicação e a socialização dos adolescentes, com a arte como instrumento de transformação e crescimento pessoal.</p>
<p>Em depoimento, I. R, 18 anos, que está participando das oficinas, revelou: “desde pequeno, sempre aprendi com meu pai a desenhar, meu pai é artista e eu segui a profissão dele. Acho que no ponto de vista, cada vez mais a pessoa desenha, faz uma obra de arte, é um tempo livre da pessoa. É um aprendizado que vai muito além do que a pessoa quer, do que consegue, e é isso, eu gostei muito e achei muito interessante”.</p>
<p>Para tornar o TransformArte possível, a equipe será composta por oficineiros, um fotógrafo e um coordenador pedagógico. Vale destacar que entre os facilitadores está o ilustrador autodidata Alexandre Esteves, conhecido por suas charges no jornal Gazzeta do São Francisco e por sua experiência na condução de oficinas terapêuticas em saúde mental.</p>
<p>Segundo o professor Gregório, idealizador do projeto, “a iniciativa surge de uma perspectiva de um olhar voltado para esses jovens que estão no momento em uma condição de integração social, levar a arte para eles como uma possibilidade, potencializando a interação e criação através da arte. Trazendo para esses jovens uma inclusão através da arte e do processo criador de cada um deles&#8221;, afirmou.</p>
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		<item>
		<title>Projeto Arteiros Legais leva arte e educação para crianças da rede pública de Belo Jardim</title>
		<link>https://pinzon.com.br/projeto-arteiros-legais-leva-arte-e-educacao-para-criancas-da-rede-publica-de-belo-jardim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Com foco na disseminação dos direitos de crianças e dos adolescentes, ação acontece entre os dias 25 e 28 de agosto em escolas do município Unindo oficinas de arte, apresentações teatrais e distribuição de materiais educativos, o projeto Arteiros Legais estará em Belo Jardim, no Agreste do Estado, levando nova edição da sua iniciativa social [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com foco na disseminação dos direitos de crianças e dos adolescentes, ação acontece entre os dias 25 e 28 de agosto em escolas do município</strong></p>
<p>Unindo oficinas de arte, apresentações teatrais e distribuição de materiais educativos, o projeto Arteiros Legais estará em Belo Jardim, no Agreste do Estado, levando nova edição da sua iniciativa social em escolas da rede pública. Com o objetivo de despertar a consciência sobre os direitos da criança e do adolescente de forma lúdica, a ação acontece entre os dias 25 e 28 de agosto, em escolas do município.</p>
<p>Com produção da Tree Cultural e coprodução da REC Produtores, o Arteiros Legais é inspirado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e busca promover a reflexão sobre temas como o direito à educação, saúde, alimentação, lazer, cultura, esporte, convivência familiar, identidade, liberdade, além dos direitos das crianças com deficiência e/ou neurodivergentes. Por meio de linguagem acessível e práticas envolventes, o projeto transforma esses temas em vivências artísticas significativas e educativas.</p>
<p>No dia 25, pela manhã, as atividades acontecerão na Escola Municipal Professora Maria Antonieta Gomes Barbosa, já na parte da tarde será a vez da Escola Municipal Vereador Joaquim Medeiros. No dia 26, pela manhã e à tarde, as ações serão realizadas na Escola Municipal Doutor Sebastião Cabral. No dia 27, também pela manhã e à tarde, a Escola Municipal de Ensino Integral Professora Dulce Ramos receberá o projeto e no dia 28, acontecerá o encerramento da programação no Centro de Excelência Municipal Professor José Vieira da Costa.</p>
<p>A programação de cada instituição contemplada conta com uma oficina de artes visuais coordenada por um grupo de arte-educadores, em que os estudantes irão criar totens temáticos representando os direitos previstos no ECA. Em seguida, o ator Lucas Barreto assume o papel do jovem arteiro Uirá para apresentar os direitos da criança e do adolescente em um espetáculo teatral com humor e sensibilidade. A concepção e o roteiro da peça são assinados pelo diretor, roteirista e storyteller Leo Falcão.</p>
<p>Ao final das atividades, a cartilha O Pequeno Guia dos Grandes Direitos é distribuída, facilitando o entendimento dos conteúdos discutidos e incentivando o diálogo nas escolas e em casa. Além disso, cada instituição participante recebe um plano pedagógico de apoio, com sugestões de ações educativas a serem desenvolvidas antes e depois da realização do projeto, potencializando os aprendizados e fortalecendo o protagonismo estudantil.</p>
<p><strong>Medidas de acessibilidade e acolhimento</strong></p>
<p>Todas as ações do Projeto Arteiros Legais são realizadas de acordo com um plano pedagógico que contempla a inclusão de crianças com deficiência e/ou neurodivergentes. São previstas visitas técnicas nas escolas atendidas, com o objetivo de compreender as especificidades necessárias para a ação por meio de um levantamento completo sobre as crianças a serem beneficiadas, a estrutura física e o corpo docente.</p>
<p>Entre as medidas de acessibilidade, o Arteiros Legais conta com intérprete de libras, abafadores de ruídos e um time de arte-educadores preparado para atender e respeitar as características físicas e mentais de cada criança. Além disso, a cartilha do projeto é criada com tipografia em tamanho grande, com cores de alto contraste que facilitam a leitura, e todo material audiovisual utilizado é desenvolvido com legendas e narração.</p>
<p>“Testemunhar todas as crianças vivenciando as ações de forma integral só é possível porque enxergamos a inclusão não como um extra, mas como uma obrigação cidadã alicerçada pelas leis que garantem a elas direitos. Ao criar ambientes criativos, movidos pela cultura, pela arte e, acima de tudo, pela inclusão, inserimos as crianças em um mundo de respeito, onde as diferenças não separam, mas unem.”, conta Lila Tenorio, Gestora de produção de Tree Cultural.</p>
<p>O Arteiros Legais é viabilizado por meio da Lei Rouanet, que estimula iniciativas culturais através da dedução fiscal, permitindo que empresas contribuam diretamente para o fortalecimento do acesso à cultura no país. Em Belo Jardim, o projeto conta com o patrocínio das Baterias Moura e o apoio do Instituto Conceição Moura.</p>
<p><strong>Sobre a Tree Cultural</strong></p>
<p>A Tree Cultural é uma produtora cultural especializada na criação e execução de projetos que unem arte, educação e cidadania. Com uma abordagem inovadora e sensível, a empresa, há 10 anos, desenvolve iniciativas que promovem o protagonismo infantojuvenil e a conscientização sobre temas sociais relevantes. Seu portfólio inclui ações que utilizam a cultura como ferramenta de transformação e empoderamento, contribuindo para a formação de uma sociedade mais justa e inclusiva.</p>
<p><strong>Sobre as Baterias Moura</strong></p>
<p>Fundada em Belo Jardim em 1957 e presente hoje em mais de 20 países, a empresa pernambucana é líder de mercado na América do Sul. Voltada inicialmente para o ramo automotivo, ampliou sua atuação para outros segmentos, produzindo baterias e sistemas de acumulação de energia para as mais diversas aplicações, como motos, barcos, empilhadeiras, nobreaks, metrôs, trens, estações de telefonia, sistemas de armazenagem, entre outros.</p>
<p><strong>Sobre o Instituto Conceição Moura</strong></p>
<p>Organização privada sem fins lucrativos mantida pelo Grupo Moura, o Instituto dá continuidade, desde 2014, ao trabalho social realizado por Conceição Moura, cofundadora do Grupo. Atua como promotor de atividades de aprendizagem voltadas para o desenvolvimento de habilidades para a vida de crianças e jovens.</p>
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		<title>Caixa Cultural Recife divulga a programação educativa de agosto</title>
		<link>https://pinzon.com.br/caixa-cultural-recife-divulga-a-programacao-educativa-de-agosto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 20:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ARTE E CULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[Atividades gratuitas reúnem opções para diferentes idades e contemplam diversas linguagens, como teatro, dança e artes visuais A CAIXA Cultural celebra, em agosto de 2025, 45 anos de atuação no Brasil, dedicados à promoção da arte e da cultura. Para marcar a data, as unidades em todo o país realizam uma programação especial ao longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><i>Atividades gratuitas reúnem opções para diferentes idades e contemplam diversas linguagens, como teatro, dança e artes visuais</i></strong></p>
<p>A CAIXA Cultural celebra, em agosto de 2025, 45 anos de atuação no Brasil, dedicados à promoção da arte e da cultura. Para marcar a data, as unidades em todo o país realizam uma programação especial ao longo do mês.</p>
<p>No Recife, o <strong>Programa Educativo CAIXA Gente Arteira</strong> preparou uma série de oficinas e vivências voltadas a diferentes faixas etárias e expressões artísticas. Todas as atividades são gratuitas e as inscrições devem ser feitas no <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Recife.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site da CAIXA Cultural</a>. A programação completa pode ser conferida abaixo:</p>
<p><strong><u>Contação de histórias &#8211; Do céu do meu quintal:</u></strong></p>
<p>A contação de histórias &#8220;Do céu do meu quintal&#8221; convida crianças de 5 a 9 anos e seus responsáveis a embarcarem em uma experiência lúdica e interativa, conduzida pelas artistas Gabi Carvalho e Nanda Mélo. A programação será realizada em duas turmas, uma no dia 12 e outra no dia 13 de agosto (terça e quarta-feira), às 14h, com duração de 45 minutos cada.<i> </i></p>
<p>A atividade convida a uma vivência no imaginário dos quintais, com músicas autorais que exploram a sonoridade pernambucana incluindo ritmos como Xote, Baião e Forró, além de bichos e brincadeiras.</p>
<p><strong><u>Oficina &#8220;Experimentação têxtil &#8211; escrita com bordado&#8221;:</u></strong></p>
<p>A oficina, no dia 20 de agosto (quarta-feira), às 14h, tem como objetivo criar um resgate de memórias, afetos e vivências por meio da conexão entre poesia e bordado. A atividade dialoga com a exposição &#8220;Conexões Viscerais&#8221;, em cartaz na CAIXA Cultural Recife, e utiliza a escrita criativa e a experimentação com a arte têxtil — especialmente o bordado livre — como ferramentas de mediação entre o coração da cidade, a arte-educação e a arteterapia. São oferecidas 20 vagas, exclusivas para pessoas com mais de 60 anos.</p>
<p><strong><u>Oficina &#8216;Recontando Histórias: releituras visuais de revoluções em Pernambuco&#8221;:</u></strong></p>
<p>A oficina é voltada para educadores, artistas iniciantes e interessados em arte, história e política cultural. A atividade será realizada no dia 26 de agosto (terça-feira), às 14h, convida os participantes a revisitar marcos históricos de Pernambuco, como a Revolução Pernambucana (1817), a Confederação do Equador (1824) e a Revolta Praieira (1848) — por meio de intervenções artísticas sobre imagens históricas. Serão utilizadas técnicas de colagem, pintura, desenho, escrita e costura, entre outras. Classificação indicativa de 16 anos.</p>
<p><strong><u>Oficina &#8220;Criações coreográficas&#8221;:</u></strong></p>
<p>No dia 29 de agosto (sexta-feira), às 14h, os participantes da oficina &#8220;Criações coreográficas&#8221; terão uma introdução aos fundamentos do Labanotation, explorando sua aplicação na criação coreográfica contemporânea. Destinada ao público a partir de 18 anos, a atividade apresenta o sistema criado pelo coreógrafo e teórico austro-húngaro Rudolf Laban para o registro e análise de movimentos corporais, especialmente na dança. Serão oferecidas 20 vagas, com inscrições gratuitas. Classificação indicativa de 18 anos.</p>
<p><strong><u>Oficina &#8220;Construção de Mamulengo&#8221;:</u></strong></p>
<p>Na oficina &#8220;Construção de Mamulengo&#8221;, os participantes terão uma experiência artística e criativa, aprendendo a construir e manipular mamulengos (bonecos de luva). Serão abordadas as origens e a importância dos mamulengos no teatro de bonecos popular, explorando suas funções sociais, educativas e artísticas. A oficina será ministrada por Luan Lucas Leite, bonequeiro e arte-educador formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Pernambuco. Os encontros acontecem nos dias 30 e 31 (sábado e domingo), das 13h às 18h, com classificação indicativa de 12 anos. Ao final, cada participante produzirá um mamulengo e poderá apresentar pequenas cenas com seu personagem.</p>
<p><strong><u>Programa Educativo CAIXA Gente Arteira:</u></strong></p>
<p>O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira é uma iniciativa da CAIXA que visa aproximar a programação cultural do público. Com diversas ações, desde experiências de visitação para escolas e instituições sociais até oficinas, cursos e projetos de arte-educação para diferentes públicos, o programa busca promover o acesso à cultura de forma inclusiva e educativa.</p>
<p>As ações educativas desenvolvidas recuperam e atualizam uma longa história, que celebra 45 anos, desde a abertura da primeira unidade da CAIXA Cultural em Brasília, e os 13 anos da CAIXA Cultural Recife, em 2025.</p>
<p>​Hoje, a CAIXA Cultural é uma das maiores redes de espaços culturais públicos do país, com unidades também em São Paulo (SP), Salvador (BA), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ). Em 2025, a CAIXA vai inaugurar seu primeiro espaço na região Norte, em Belém (PA). Nessa comemoração, a CAIXA convida todos os públicos a &#8220;culturar&#8221;; isto é, a viver a cultura como ação, celebrando juntos uma trajetória de mais de quatro décadas.</p>
<p><strong><u>SERVIÇO:</u> </strong><br />
<strong>Programa Educativo CAIXA Gente Arteira</strong><br />
<strong>Local:</strong> CAIXA Cultural Recife &#8211; Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Recife/PE<br />
<strong>Horários de funcionamento:</strong> de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h<br />
<strong>Inscrições gratuitas</strong>: <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Recife.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Site da CAIXA Cultural</a><br />
<strong>Informações</strong>: <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Recife.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Site da CAIXA Cultural</a> | Instagram @caixaculturalrecife</p>
<p>Acesso para pessoas com deficiência</p>
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		<title>Sesc promove nona edição de Congresso Internacional de Arte/Educação</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 18:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTE / EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[CONGRESSOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa acontece na UFPE, entre os dias 27 e 29 de agosto, e vai discutir o pós-colonialismo e a forma que a arte/educação pode ser repensada a partir de culturas marginalizadas. Uma das novidades da edição é gratuidade da inscrição para 300 estudantes universitários Com o objetivo de incentivar diálogos e práticas que reconheçam e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Iniciativa acontece na UFPE, entre os dias 27 e 29 de agosto, e vai discutir o pós-colonialismo e a forma que a arte/educação pode ser repensada a partir de culturas marginalizadas. Uma das novidades da edição é gratuidade da inscrição para 300 estudantes universitários</em></strong></p>
<p>Com o objetivo de incentivar diálogos e práticas que reconheçam e valorizem culturas, memórias e identidades historicamente invisibilizadas, o Sesc Pernambuco promove, de 27 a 29 de agosto, a nona edição do Congresso Internacional Sesc de Arte/Educação, em correalização com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife. A iniciativa, referência para profissionais, pesquisadores e estudantes da área, tem se consolidado como um espaço essencial de reflexão sobre as conexões entre arte e educação, com foco na diversidade cultural, na criatividade e na formação crítica.</p>
<p>A programação terá como tema “Pós-Colonialismo: Arte/Educação como Emancipação”, e conta com mais de 140 atividades. Além disso, ainda conta com uma iniciativa inédita: os 300 primeiros estudantes universitários de cursos de artes, educação e áreas afins terão gratuidade total nas inscrições, reforçando o papel social da instituição no acesso a esse tipo de formação.</p>
<p>“O Congresso tem se firmado como um espaço importante para a valorização da arte/educação como prática crítica e transformadora. Além das ações desenvolvidas pela área de cultura e pela Rede de Escolas do Sesc, é uma satisfação poder ampliar esses diálogos e promover reflexões fundamentais para nossa sociedade”, diz Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco.</p>
<p>Durante o período, a iniciativa vai reunir nomes de pesquisadores, educadores, mestres da cultura de tradição, docentes e escritores nacionais e internacionais em palestras, mesas de diálogos, cursos, ideathon, lançamento de livros, entre outras atividades, para gestores, artistas, professores, estudantes e demais pessoas interessadas no conteúdo. Já estão confirmadas para esta edição as presenças de Ana Mae Barbosa (SP), Gabriela Augustowsky (Argentina), Ricard Huerta (Espanha) e Hamlet Fernandes (Cuba). Estarão na agenda, ainda, as homenageadas Isabel Marques (SP), pesquisadora e pioneira no estudo do ensino da dança, e Inaldete Pinheiro (PE), escritora, contadora e uma das fundadoras do Movimento Negro de Pernambuco.</p>
<p>A iniciativa acontece desde 2008, a cada dois anos, e espera reunir 1,2 mil participantes presencialmente e mais 2,8 mil de forma online. Os ingressos para ambas as modalidades estão à venda, com valor a partir de R$ 60, no site  <a href="https://congressoarteeducacao.sescpe.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://congressoarteeducacao.sescpe.com.br</a>. Na plataforma, além da programação completa e edital para submissão de trabalhos acadêmicos, também estão os valores de descontos para trabalhadores do comércio com credencial do Sesc, estudantes de outras áreas, docentes, empreendedores da cultura, filiados a instituições de classe de cultura e educação e clientes do Cartão do Empresário.</p>
<p>“Chegar à nona edição do Congresso reafirma nosso compromisso com uma arte/educação crítica, plural e transformadora. Ao escolher o Pós-Colonialismo como tema central, queremos provocar reflexões sobre os caminhos que moldam o ensino da arte e fortalecer práticas que respeitam a diversidade, valorizam os saberes originários e promovem justiça social. É um espaço vivo de troca, escuta e construção coletiva”, afirma Rita Marize Farias, Gerente de Cultura do Sesc. Uma das novidades deste ano é o Ideathon, atividade de inovação que vai desafiar os participantes a identificar problemas reais, propor soluções criativas e apresentá-las para uma banca avaliadora, transformando ideias em projetos com impacto social.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong> – O Congresso começa às 8h30 da quarta-feira (27/8), com solenidade de abertura e apresentação da Cia de Dança de Petrolina. Às 10h, o público pode assistir à conferência <em>“Pós-Colonialismo Hoje!”</em>. Logo após, às 11h45, acontecem simultaneamente as mesas <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com Movimento Hip Hop?”, </em>com os palestrantes Jaileila de Araújo Meneses (UFPE), Fagner Cleiton dos Santos (Luther) (MSCCA/PE) e Bárbara Vitória (Barbarize); <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com a arte/educação desenvolvida no Sesc?”</em>, com Josimar Dantas (Sesc/PA), Carolina Gomes (Sesc/BA), Carlos Magno Monteiro (Sesc/CE) e Ademildes Filho (Departamento Nacional/RJ); e <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com os Povos Indígenas?”, </em>na presença de Juliana Xukuru (MinC/PE), Andeson Cleomar (IFSertão) e Leonardo Moraes, do Departamento Nacional do Sesc. O encerramento do primeiro dia será com a “<em>Mesa de Afetos Inaldete Pinheiro: Fragmentos de um discurso de amor à Arte/Educação”</em>, por Ana Carolina Silva (Sesc/PE), Mariana Andrade (UFPE), Odailta Alves (UFPE) e Everson Melquíades (UFPE).</p>
<p>O segundo dia será iniciado com a apresentação de trabalhos acadêmicos, das 8h30 às 10h30. Entre 10h45 e 12h15 mais três mesas integram a programação:<em> “O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com os Movimentos da Diversidade?”</em>, com Ricard Huerta (UV/Espanha) e Mitsy Queiroz (PE); <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com as Culturas Populares?”</em>, com Manoel Salustiano (AMBS/PE), e Mestre Meia Noite (Daruê Malungo/PE) e Érico José (UnB); e <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com Terreiros de Religião de Matriz Africana?”</em>, com o Babalorixá Chacon (Nação do Maracatu Porto Rico/PE), a Ialorixá Beth de Oxum (Centro Cultural Coco de Umbigada/PE) e Gustavo Lira (UFRPE). Às 18h45, Ana Mae Barbosa (USP/Universidade Anhembi Morumbi/SP), Fábio Brazil (Caleidos/SP), Fernanda Sgarbi (EMEF/SP) e Márcia Virgínia (UFPE) vão compor a <em>“Mesa de Afetos Isabel Marques: Fragmentos de um discurso de amor à Arte/Educação”.</em></p>
<p>A sexta-feira (29) terá atividades a partir das 8h30, com as mesas <em>“Qual o compromisso da Arte/Educação com o meio ambiente?”</em>, com Gilberto Rodrigues (UFPE) e André Brandão (Sesc/PE); <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com o Movimento de Memória Social e Patrimônio Cultural desenvolvido pelo Sesc?”</em>, com Wallace Lino (Entidade Maré), Deba Tacana (CAP-UFAC) e Ana Caroline Araújo (Sesc Departamento Nacional/RJ); <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com a Economia Criativa?”,</em>  discutida por Jéssica Zarina (PE), Dane de Jade (Ong Beatos/CE) e Paula Lourenço (Sesc/PE); e  <em>“O que os(as) arte/educadores(as) têm a aprender com as experiências Latino-Americanas?”, </em>com Gabriela Augustowsky (Universidad Nacional de las Artes/Argentina), Hamlet Fernández Díaz (Unipam/MG/Universidad de la Habana/Cuba) e Adriana Fresquet (UFRJ).</p>
<p>Às 10h30, Ana Mae Barbosa marca presença na conferência “Arte e Vida”<em>, </em>com mediação de Fernando Azevedo (UFPE). Às 13h30, a homenageada Inaldete Pinheiro participa de um café com o público, sob mediação de Adalberto Trajano (Sesc/PE). À noite, a nona edição do Congresso será encerrada a partir das 18h30, com lançamento de livros e apresentações artísticas ao vivo.</p>
<p><strong>CURSOS E IDEATHON</strong> – Assim como em edições anteriores, o Congresso Internacional Sesc de Arte/Educação dedica as tardes para as ações formativas. Neste ano, são 29 opções de cursos, divididos em pedagogias de música, artes, patrimônio, economia da cultura, performance, circo, cinema, literatura, teatro, dança, artes visuais. Os temas acontecem nos três dias, de forma simultânea, das 14h30 às 18h30. Entre os conteúdos, estão “Curso Trupé”, “Docência em perspectiva pós-Colonial: formação de Professores Pesquisadores como prática emancipatória”, “Experimentar cinema, desaprender o isolamento e reaprender políticas do comum”, “Gestão Social do Patrimônio Cultural e Cultura Popular”, “Quando penso no passado, não esqueço o meu futuro: perspectivas e abordagens de educação patrimonial”, Territórios Negros: Interdisciplinaridade na arte, na cultura e na educação” e &#8220;A Escrita no Encontro das Artes: Estímulos para a criação literária e para o ensaio crítico&#8221;. No mesmo horário, teremos o Ideathon, que tem como objetivo estimular os participantes a contribuir com ideias tecnológicas e inovadoras no campo da arte/educação, que gerem impacto social sendo aplicadas na resolução de problemas da área, de arranjos produtivos locais e da comunidade em geral. A ação prevê premiação para a solução vencedora.</p>
<p><strong>Sesc –</strong> Fundado em 1947 em Pernambuco, o Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Atuante na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte, Zona da Mata Sul, Agreste e Sertão, por meio de 23 unidades fixas, incluindo os hotéis Guadalupe (Sirinhaém), Triunfo e Garanhuns, além do Espaço Sesc no Shopping Boa Vista, no Recife, e o Centro Cultural Sesc Garanhuns. Oferece atividades gratuitas ou a preços populares nas áreas de Educação, Cultura, Lazer, Assistência e Saúde, inclusive para quem dispõe do Cartão do Empresário da Fecomércio/PE. No campo digital, a instituição oferece o aplicativo Sesc-PE, facilitando acesso às atividades, renovação e habilitação da credencial entre outras funcionalidades. Para acompanhar todas as informações sobre o Sesc, acesse <a href="http://www.sescpe.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.sescpe.org.br</a>.</p>
<p><strong>SERVIÇO: </strong></p>
<p><em><strong>Congresso Internacional Sesc de Arte/Educação</strong></em></p>
<p><strong>Data</strong>: 27 a 29 de agosto</p>
<p><strong>Local</strong>: Universidade Federal de Pernambuco</p>
<p><strong>Programação e inscrição</strong>: <a href="https://congressoarteeducacao.sescpe.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://congressoarteeducacao.sescpe.com.br/</a></p>
<p><strong>Dúvidas</strong>: (81) 99805.1668 | seccongresso@sescpe.com.br</p>
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