<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ARTIGOS &#8211; Portal Pinzón</title>
	<atom:link href="https://pinzon.com.br/category/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pinzon.com.br</link>
	<description>Seu Portal de Pernambuco</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 17:39:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.8.3</generator>
	<item>
		<title>A cibersegurança é fator chave para sobrevivência das empresas na era digital</title>
		<link>https://pinzon.com.br/a-ciberseguranca-e-fator-chave-para-sobrevivencia-das-empresas-na-era-digital/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/a-ciberseguranca-e-fator-chave-para-sobrevivencia-das-empresas-na-era-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 21:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=67352</guid>

					<description><![CDATA[Mateus Virgínio de França A transformação digital é uma oportunidade para que todas as empresas e organizações se desenvolvam. Com o armazenamento de recursos na chamada &#8216;nuvem&#8217; e a automação da comunicação em tempo real, o setor vem crescendo consideravelmente. Entretanto, à medida que esse desenvolvimento evolui, surgem ameaças, sobretudo na área da segurança da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus Virgínio de França</p>
<p>A transformação digital é uma oportunidade para que todas as empresas e organizações se desenvolvam. Com o armazenamento de recursos na chamada &#8216;nuvem&#8217; e a automação da comunicação em tempo real, o setor vem crescendo consideravelmente. Entretanto, à medida que esse desenvolvimento evolui, surgem ameaças, sobretudo na área da segurança da informação.</p>
<p>Ciberataques &#8211; Intrusões ou tentativas de roubo de dados &#8211; já ocorreram e são uma constante ameaça ao mundo corporativo. Inúmeros exemplos ilustram esse fenômeno, incluindo sequestro de dados com exigência de resgate, tentativas de enganar para obter informações, vazamentos de dados, entre outros.</p>
<p>Neste caso, a instituição afetada é forçada não apenas a sacrificar o fluxo de caixa, como também a reputação e a confiança dos seus clientes. Isso também pode ser uma dor de cabeça para empresas que veem a cibersegurança e os sistemas de informação como despesas adicionais ao invés de investimentos.</p>
<p>Como resultado muitas corporações enfrentam mais danos e mais despesas futuras, apenas para perceber que a perda desses sistemas pode mudar significativamente seus resultados, já que os custos de investir nesses sistemas tendem a ser menores do que os da perda das soluções. Nesse caso, controle de acesso, backups, criptografia, atualizações de sistema, monitoramento de rede são algumas medidas preventivas que devem ser antecipadas ao lidar com esses cenários. É bom lembrar que a maioria desses ataques podem vir por exemplo, de e-mails e links falsos.</p>
<p>Por isso, a segurança não deve ser construída apenas na tecnologia, como também junto aos colaboradores. A cibersegurança continuará trabalhando na continuidade dos negócios, assim como na tecnologia do futuro.</p>
<p>A segurança da informação, da rede e dos sistemas tornou-se a base de qualquer operação. E aqueles que trabalham em TI não apenas mantêm máquinas ou softwares funcionando, além de ferramentas digitais que alimentam uma operação maior.</p>
<p>Isso implica em fazer o suficiente para manter os dados seguros e minimizar a chance de falhas de dados que interromperiam uma execução de uma operação ou quaisquer outros procedimentos. Esta ferramenta se transformou em estratégia de negócio.</p>
<p>Em um mercado tão competitivo quanto mais inovação, melhor.</p>
<p><strong>Mateus Virgínio de França</strong> &#8211; É Analista de Redes Pleno, formado em Redes de Computadores, com mais de 10 anos de experiência em Tecnologia da Informação. Atua com foco em infraestrutura, conectividade e segurança, garantindo eficiência e estabilidade em ambientes de rede.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/a-ciberseguranca-e-fator-chave-para-sobrevivencia-das-empresas-na-era-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abril Verde: mês de combate ao sedentarismo, é o artigo do Prof. Lúcio Beltrão</title>
		<link>https://pinzon.com.br/abril-verde-mes-de-combate-ao-sedentarismo-e-o-artigo-do-prof-lucio-beltrao/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/abril-verde-mes-de-combate-ao-sedentarismo-e-o-artigo-do-prof-lucio-beltrao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 21:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=67047</guid>

					<description><![CDATA[O Sistema CONFEF/CREFs (Conselho Federal de Educação Física e Conselhos Regionais de Educação Física) promove, anualmente, o Abril Verde: mês de combate ao sedentarismo – aproveitando o Dia Mundial da Atividade Física (6 de abril) e o Dia Mundial da Saúde (7 de abril). A campanha traz, durante todo o mês de abril, informações sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema CONFEF/CREFs (Conselho Federal de Educação Física e Conselhos Regionais de Educação Física) promove, anualmente, o Abril Verde: mês de combate ao sedentarismo – aproveitando o Dia Mundial da Atividade Física (6 de abril) e o Dia Mundial da Saúde (7 de abril). A campanha traz, durante todo o mês de abril, informações sobre o sedentarismo, como seus impactos em diversos aspectos da saúde física, mental, social e financeira do país.</p>
<p>O Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE), composto por mais de 24 mil Profissionais de Educação Física e mais de 3.500 pessoas jurídicas (academia, box, estúdio e demais locais que promovem saúde e previnem doenças) aproveita o Abril Verde para apresentar a carta compromisso destinada aos candidatos (e pré-candidatos) que vão disputar as eleições de 2026 de Deputado Estadual, Governador, Deputado Federal, Senador e Presidente da República.</p>
<p>O sedentarismo está ligado à maior parte das doenças crônicas, como obesidade, diabetes, demência, câncer, hipertensão e dislipidemia, que são os fatores de risco principais da doença cardiovascular. O exercício físico sistematizado e orientado por Profissional de Educação Física combate doenças metabólicas, cardiovasculares, pulmonares, musculoesqueléticas, psiquiátricas e neurológicas.</p>
<p>O Guia de Atividade Física para a População Brasileira, documento de 2021 do Ministério da Saúde, recomenda que devem ser oferecidas, pelo menos, três aulas de educação física de 50 minutos cada, por semana, ao longo de todos os anos da Educação Básica, incluindo a Educação Infantil. Ministério e Secretarias de Educação, lamentavelmente, ignoram tais evidências.</p>
<p>É preciso estimular/criar pessoas e sociedades ativas, elaborar espaços ativos, menos tela e mais movimento, o fortalecimento e ampliação do acesso à atenção básica em saúde e também a redução do tempo de espera para o acesso à atenção em saúde (física, mental e emocional).</p>
<p>É necessário ampliar e valorizar as ações intersetoriais na Estratégia de Saúde da Família, Atenção Primária, Saúde Mental e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Quadras cobertas em todas as escolas, três aulas de educação física, semanais (por turma), em toda a educação básica e valorização profissional (pagar bem, reconhecer direitos e melhorar as condições de trabalho).</p>
<p>O Profissional de Educação Física é, sem dúvidas, vetor de desenvolvimento global para todas as idades! Convido todos a estarem juntos conosco trabalhando pela Educação Física (e pela sociedade) nos próximos e maiores desafios!</p>
<p><strong>Prof. Lúcio Beltrão (CREF 003574-G/PE)</strong><br />
Presidente do CREF12/PE<br />
Instagram: @luciobeltrao</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/abril-verde-mes-de-combate-ao-sedentarismo-e-o-artigo-do-prof-lucio-beltrao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os supersalários e seus penduricalhos, é o artigo de Wagner Balera</title>
		<link>https://pinzon.com.br/os-supersalarios-e-seus-penduricalhos-e-o-artigo-de-wagner-balera/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/os-supersalarios-e-seus-penduricalhos-e-o-artigo-de-wagner-balera/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 18:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=66421</guid>

					<description><![CDATA[Não é de hoje que esse assunto está na mesa de discussão. Aliás, foi devidamente disciplinado no teor da Constituição de 1988, cujas Disposições Transitórias, no art. 17, assim explicitam a questão: &#8220;Art. 17. Os vencimentos, a remuneração, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que esse assunto está na mesa de discussão. Aliás, foi devidamente disciplinado no teor da Constituição de 1988, cujas Disposições Transitórias, no art. 17, assim explicitam a questão:</p>
<p>&#8220;<em>Art. 17. Os vencimentos, a remuneração, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes, não se admitindo, neste caso, invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título</em>.&#8221;</p>
<p>Veja você, leitor. As letras da Lei Maior abrangem tudo: remuneração, vantagens, adicionais. Só não querem entender. Falta definir o que pode ser considerado supersalário. Isso depende do grau de correlação entre a menor remuneração e a máxima, no âmbito do Serviço Público, em todas as esferas de poder.</p>
<p>Suponhamos que o piso salarial seja de pelo menos um salário-mínimo e o teto de vinte vezes esse valor. Evidentemente, nas diferentes funções seria estabelecida uma escala de níveis, respeitados os dois limites. E, naturalmente, ninguém pode receber além do máximo que, no Brasil, corresponde ao subsídio do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>É indecente e imoral que a diferença entre o menor e o maior salário no serviço público seja, como constatou pesquisa realizada há algum tempo pelo IPEA, de cento e oitenta e sete vezes.</p>
<p>O teto atual, fixado pela Constituição, é de pouco mais de R$ 46.000,00, enquanto o piso, correspondente a um salário-mínimo para 2026, é de R$ 1.621,00 (mil, seiscentos e vinte e um reais). Aqui já se constata a primeira anomalia: o teto ultrapassa em mais de vinte e oito vezes o valor menor. Portanto, uma primeira conclusão se impõe: ou o salário-mínimo é <em>minimorum</em>, ou o teto já se pode considerar supersalário.</p>
<p>Ocorre que o teto não tem sido respeitado! Aliás, o teto tem sido deliberadamente violado, a fim de que o comando tão claramente exposto no artigo acima transcrito seja considerado letra morta. A regra é clara, como diz aquele comentarista esportivo: não pode haver percepção de excesso a qualquer título: remuneração, vantagem ou adicional.</p>
<p>Portanto, podem criar diversas denominações para os tais penduricalhos. Por exemplo, um elemento bem antigo e conhecido: o adicional por tempo de serviço. De novo, ninguém pode ignorar a regra. A soma do subsídio e do adicional de tempo de serviço não pode ultrapassar o teto constitucional, equivalente ao subsídio do Ministro do STF. O mesmo se aplica a qualquer outro penduricalho que a inventiva humana conceba.</p>
<p>O teto é um limitador objetivo. Ninguém deve levar para casa quantia superior àquela claramente fixada. Ora, quem por primeiro deveria diligenciar para o cumprimento da Constituição seria, naturalmente, o Poder Judiciário. É o que intenta fazer, presentemente, o Ministro Flávio Dino.</p>
<p>Mas todos sabem que os diferentes níveis de Poder tudo farão para ignorar o comando constitucional e afrontar o teto. Criam, então, certa expressão genérica: indenizações; ou, como popularmente também são chamadas tais verbas: atrasados. Deixaram de pagar algum valor devido a alguém e, agora, é necessário efetuar o acerto.</p>
<p>Por que não se observa, então, o roteiro ao qual se sujeitam os segurados do Regime Geral de Previdência Social? São as chamadas Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Tudo o mais deve seguir o rito normal dos débitos: o precatório.</p>
<p>Quem deveria fiscalizar as irregularidades, porém, fica em silêncio. É o caso dos Tribunais de Contas em todos os níveis de Governo. Por quê? Porque eles mesmos pagam além do teto. Estamos diante daquela velha questão que já se fazia Juvenal em uma das suas sátiras: quem fiscaliza os fiscais?</p>
<p>A resposta, no Estado de Direito, é elementar. O fiscal é o povo que, constatando tanta desordem, tem o poder de mudar os governantes pela via democrática do voto. A burla ao comando constitucional ressalta à evidência. Estamos diante de uma oportunidade única, criada pelos processos que serão julgados em breve. Oxalá magistrados e governantes estejam a fim de cumprir a Constituição.</p>
<p><strong>Wagner Balera &#8211; </strong><em>Doutor em Direito das Relações Sociais e Mestre em Direito Tributário (PUC/SP). Livre-docente em Direito Previdenciário (PUC/SP). Integrou os quadros da Advocacia Geral da União como Procurador Federal (1976 a 1997). Professor Titular de Direitos Humanos da PUC/SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister. </em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/os-supersalarios-e-seus-penduricalhos-e-o-artigo-de-wagner-balera/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde e o fim da jornada 6&#215;1, é o artigo de Ana Paula De Raeffray</title>
		<link>https://pinzon.com.br/saude-e-o-fim-da-jornada-6x1-e-o-artigo-de-ana-paula-de-raeffray/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/saude-e-o-fim-da-jornada-6x1-e-o-artigo-de-ana-paula-de-raeffray/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 19:09:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=66249</guid>

					<description><![CDATA[A proposta de fim da jornada 6&#215;1, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 148/15), que pretende reduzir a duração semanal do trabalho para 36 horas (com três dias de descanso), tem repercussões que vão muito além da agenda trabalhista. No setor de saúde, seus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de fim da jornada 6&#215;1, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 148/15), que pretende reduzir a duração semanal do trabalho para 36 horas (com três dias de descanso), tem repercussões que vão muito além da agenda trabalhista. No setor de saúde, seus efeitos são estruturais e exigem análise técnica, econômica e jurídica cuidadosa.</p>
<p>Hospitais, unidades de pronto atendimento, serviços de diagnósticos e equipes multiprofissionais operam em regime contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Diferentemente de outros setores, a assistência à saúde não pode ser interrompida para reorganização de escalas. Cada alteração no desenho da jornada repercute diretamente no dimensionamento de pessoal, na cobertura de plantões e na segurança assistencial.</p>
<p>Hoje, boa parte das operações hospitalares combina modelos como 6&#215;1 e 12&#215;36, este último expressamente reconhecido na CLT (art. 59-A). Uma e Eventual mudança constitucional para 36 horas semanais como padrão, tende a produzir dois efeitos imediatos: a necessidade de recomposição de quadros e aumento do custo unitário da hora trabalhada, especialmente se não houver redução proporcional de remuneração — hipótese que não vem sendo considerada no debate público e nas propostas legislativas em tramitação.</p>
<p>Além da proposta de jornada de 36 horas semanais, tramitam no Congresso Nacional iniciativas que propõem a fixação do limite de 40 horas semanais, mantendo o teto diário de 8 horas. Ainda que menos drásticas, essas propostas igualmente impactam a organização de escalas em atividades contínuas, como a saúde, e exigem análise específica sobre seus reflexos operacionais e financeiros. Por outro lado, a despesa com pessoal é um dos principais componentes do custo hospitalar. Hospitais filantrópicos, privados e públicos já operam sob margens pressionadas, em um ambiente de judicialização crescente e alta complexidade tecnol&amp; amp; amp; oacute;gica. Se a redução da jornada exigir contratações adicionais de pessoal para manter o mesmo nível de atendimento, o impacto econômico tende a ser significativo.</p>
<p>No setor privado, isso se projeta sobre as operadoras de planos de saúde, que absorvem parte relevante dos custos assistenciais via contratos com prestadores, afetando a sinistralidade, as provisões técnicas e reajustes de mensalidade. No setor público, a elevação da despesa com pessoal impacta diretamente orçamentos estaduais e municipais, onde a saúde já consome parcela expressiva da receita corrente líquida.</p>
<p>Do ponto de vista jurídico, trata-se de uma alteração constitucional com efeito sistêmico. Contudo, é importante destacar que a legislação vigente já oferece instrumentos suficientes para arranjos e rearranjos de jornada por meio de negociação coletiva. A Constituição Federal (art. 7º, XIII e XIV) e a CLT autorizam a compensação de horários, a redução de jornada e a adoção de escalas diferenciadas mediante acordo ou convenção coletiva. Ou seja, o ordenamento jurídico brasileiro já contempla uma flexibilidade negociada, capaz de adaptar o tempo de trabalho às especificidades de cada setor, inclusive da saúde.</p>
<p>Por essa razão, uma eventual redução constitucional da jornada deve estar necessariamente acompanhada de ganhos consistentes de produtividade. Sem um incremento real de eficiência — seja por inovação tecnológica, reorganização de processos, digitalização, inteligência clínica ou melhor gestão — a simples diminuição do tempo de trabalho tende a elevar custos, pressionando margens, contratos e investimentos. Em um setor intensivo em mão de obra como o da saúde, produtividade e jornada são variáveis indissociáveis.</p>
<p>A transição, caso venha a ocorrer, exigirá cuidado regulatório e planejamento escalonado, sob pena de aumento de contencioso trabalhista, insegurança jurídica e riscos de descontinuidade assistencial — sobretudo em regiões já marcadas por escassez de profissionais.</p>
<p>O debate, portanto, não deve ser simplificado. A questão não é apenas reduzir horas de trabalho, mas definir como fazê-lo de forma responsável, preservando a sustentabilidade econômico-financeira, a previsibilidade regulatória e a qualidade assistencial. No sistema de saúde, a jornada não é apenas organização empresarial — é um elemento diretamente relacionado à continuidade do cuidado e à estabilidade do próprio modelo de financiamento.</p>
<p>Também é preciso reconhecer que a busca por melhor qualidade de vida e valorização dos profissionais é legítima, desejável e deve ser um alvo contínuo a ser atingido.</p>
<p>Contudo, no ambiente hospitalar, a transição estrutural deve considerar a complexidade assistencial, a necessidade de cobertura permanente e o equilíbrio econômico. Isso exigirá mais do que apenas um ajuste de escalas; ela demanda o redesenho de processos, o investimento e a incorporação de tecnologia, a melhoria de protocolos assistenciais, a adoção de modelos de remuneração baseados em valor e o fortalecimento da gestão de pessoas (qualificação de equipes e expansão dos serviços). Sem esse planejamento sistêmico, o risco real é deslocar a tensão da redução da jornada para a sustentabilidade das mensalidades, para a viabilidade dos contratos e, consequentemente, para o próprio acesso da população à assistência.</p>
<p>A saúde brasileira precisa de estabilidade regulatória, previsibilidade de custos e um ambiente favorável ao investimento. Alterações constitucionais que impactam diretamente a estrutura de despesas do setor devem ser precedidas de estudos de impacto específicos e diálogo técnico qualificado. O protagonismo do empresariado da saúde nesse debate é essencial para assegurar que eventuais mudanças fortaleçam — e não fragilizem — a capacidade de atendimento do sistema.</p>
<p>Mais do que discutir horas, é preciso discutir eficiência, produtividade e responsabilidade com o futuro do setor e com a maior qualidade de vida dos seus trabalhadores. A sustentabilidade da saúde depende de equilíbrio. E equilíbrio, nesse contexto, significa evoluir com prudência, negociar com maturidade e legislar com base em dados, não em expectativas.</p>
<p><strong>Ana Paula De Raeffray</strong> é doutora pela PUC/SP. Diretora Vice-Presidente do Instituto Brasileiro de Previdência Complementar e Saúde Suplementar – IPCOM e sócia titular do Raeffray e Brugioni Advogados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/saude-e-o-fim-da-jornada-6x1-e-o-artigo-de-ana-paula-de-raeffray/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia do Aposentado: segurança construída ao longo de uma vida de trabalho</title>
		<link>https://pinzon.com.br/dia-do-aposentado-seguranca-construida-ao-longo-de-uma-vida-de-trabalho/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/dia-do-aposentado-seguranca-construida-ao-longo-de-uma-vida-de-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 21:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[MOMENTO DE REFLEXÃO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=65197</guid>

					<description><![CDATA[Por Devanir Silva. Modelo fechado de previdência concentra mais de 90% dos benefícios complementares pagos no Brasil. Celebrado em 24 de janeiro, o Dia do Aposentado lembra que segurança no futuro começa no presente O Dia do Aposentado é um bom momento para reconhecer quem trabalhou a vida inteira e ajudou a construir o país. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Devanir Silva.</p>
<p class="v1MsoNormal"><strong><i>Modelo fechado de previdência concentra mais de 90% dos benefícios complementares pagos no Brasil. Celebrado em 24 de janeiro, o Dia do Aposentado lembra que segurança no futuro começa no presente</i></strong></p>
<p class="v1MsoNormal">O Dia do Aposentado é um bom momento para reconhecer quem trabalhou a vida inteira e ajudou a construir o país. Mais do que uma data simbólica, é uma oportunidade para refletir sobre como o Brasil garante segurança e dignidade a quem chega a essa etapa da vida.</p>
<p class="v1MsoNormal">A aposentadoria representa a transformação de anos de trabalho em renda mensal, previsibilidade e tranquilidade. Para que isso aconteça, é preciso mais do que contribuição individual: são necessárias estruturas sólidas, regras claras e gestão responsável ao longo de décadas.</p>
<p class="v1MsoNormal">Pouca gente sabe, mas, mais de 90% das aposentadorias complementares pagas hoje no país são administradas por entidades fechadas de previdência complementar. Segundo o Relatório Gerencial de Previdência Complementar, considerando os 12 meses encerrados em setembro de 2025, o sistema desembolsou cerca de R$ 103 bilhões em benefícios para aproximadamente 950 mil aposentados e beneficiários. Desse total, 95% foram pagos por essas entidades. São recursos que garantem sustento, cuidados com saúde e qualidade de vida<b>.</b></p>
<p class="v1MsoNormal">Esse modelo foi criado para complementar a aposentadoria pública, oferecendo proteção adicional ao trabalhador e à sua família. Também cobre situações difíceis, como invalidez e pensão por morte, ampliando a rede de proteção social em momentos de maior vulnerabilidade.</p>
<p class="v1MsoNormal">Esse papel se torna ainda mais relevante em um país que envelhece rapidamente. A expectativa de vida aumenta, o tempo de permanência na aposentadoria se alonga e cresce a necessidade de planejamento. Ao mesmo tempo, muitos brasileiros ainda se preparam tarde, ou não se preparam, para esse momento, o que resulta em renda insuficiente e insegurança financeira.</p>
<p class="v1MsoNormal">O Dia do Aposentado deve servir, portanto, como um convite à reflexão. Cuidar bem da aposentadoria é valorizar o trabalho de uma vida inteira. Fortalecer sistemas que funcionam, incentivar o planejamento e ampliar a educação previdenciária são passos essenciais para garantir um futuro mais seguro.</p>
<p class="v1MsoNormal">A aposentadoria não é um privilégio. É um direito construído ao longo do tempo, e que merece respeito.</p>
<p class="v1MsoNormal"><b><i>DEVANIR SILVA &#8211; </i></b><i>É</i><i> diretor-presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar &#8211; Abrapp</i><i> (mandato 2025–2027) e atua no setor de previdência complementar desde 1981. </i></p>
<p class="v1MsoNormal"><i>Administrador de empresas, exerce há 42 anos cargos de liderança na Associação. Ao longo de sua trajetória, frequentou cursos no Brasil e no exterior, incluindo a Wharton School da Universidade da Pensilvânia (EUA), e acompanhou de perto processos internacionais de reforma previdenciária, como a privatização do sistema no Chile. </i></p>
<p class="v1MsoNormal"><i>É autor dos livros Fundos de Pensão e a Abrapp: História de Lutas e Vitórias (Editora Abrapp, 2014) e Ressignificar a Previdência: O Novo Ciclo de Transformação e Expansão da Abrapp e dos Fundos de Pensão (Editora Abrapp, 2025), além de representar a entidade na Organização Ibero-americana de Seguridade Social. <b></b></i></p>
<p class="v1MsoNormal">
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/dia-do-aposentado-seguranca-construida-ao-longo-de-uma-vida-de-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O protagonismo na trilha da vida</title>
		<link>https://pinzon.com.br/o-protagonismo-na-trilha-da-vida/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/o-protagonismo-na-trilha-da-vida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 20:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[MOMENTO DE REFLEXÃO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=65166</guid>

					<description><![CDATA[*Por Alvaro Fernando. O que as pessoas precisam para ser felizes e realizadas profissionalmente, e quando isso irá acontecer? A pergunta, que muitos se fazem e parece saída de um biscoito da sorte, é, na verdade, um convite sério à reflexão. Afinal, enquanto adiamos respostas, a vida vai passando em ritmo acelerado, como uma batida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*Por Alvaro Fernando.</p>
<p>O que as pessoas precisam para ser felizes e realizadas profissionalmente, e quando isso irá acontecer? A pergunta, que muitos se fazem e parece saída de um biscoito da sorte, é, na verdade, um convite sério à reflexão. Afinal, enquanto adiamos respostas, a vida vai passando em ritmo acelerado, como uma batida marcante que não dá tempo de voltar para a gravação. E se tem algo que aprendemos, cedo ou tarde, é que o tempo é valioso demais para esperar pelo amanhã.</p>
<p>Assumir o protagonismo da própria vida é, portanto, menos uma questão de desejo e mais de ação. Não basta sonhar com as realizações. É preciso identificar objetivos com clareza, dar nome e forma aos planos e se dedicar a eles com a intensidade de quem sabe que cada take conta. Entretanto, a jornada não se resume a atingir a grande meta. Também é preciso valorizar o que já conquistamos, aquelas vitórias discretas que, quando mixadas, criam a base sólida para conquistas mais ousadas.</p>
<p>Claro, nem sempre o roteiro segue exatamente como imaginamos. Novas situações, métodos, processos e oportunidades batem à porta e, muitas vezes, somos nós que relutamos em apertar o play. A boa notícia é que abrir-se ao novo pode gerar efeitos sonoros extraordinários. E aqui surge uma primeira descoberta: nossas escolhas são essencialmente emocionais. Usamos a razão apenas para justificá-las depois. Quando você percebe isso, passa a ter condições reais de fazer escolhas mais conscientes e alinhadas ao que realmente importa.</p>
<p>Outro ponto essencial é entender que o acaso e a aleatoriedade influenciam fortemente nossa trajetória. Muitas vezes, o que parece um contratempo é, na verdade, a oportunidade de criar uma nova faixa, de remixar sua história e encontrar um som ainda mais potente. Essa consciência muda a forma como encaramos os desafios.</p>
<p>No campo profissional, protagonismo não significa, necessariamente, ocupar o cargo de direção. O integrante de uma equipe de gravação talvez nunca seja o produtor executivo, mas precisa ser impecável naquilo que faz. O que dá força a um time não é só a soma de talentos técnicos, mas o comprometimento individual de cada um. Quando cada integrante se dedica de verdade ao seu objetivo, o coletivo se transforma em uma sonoridade única e poderosa.</p>
<p>Sei bem do poder dessa soma: ao longo da minha carreira, fui o criador da assinatura musical do iFood — hoje a mais reconhecida do Brasil. Esse trabalho só foi possível porque talento individual e força coletiva caminharam juntos para criar um som que marcou presença no dia a dia de milhões de pessoas.</p>
<p>Também é preciso lembrar que felicidade não está apenas em alcançar uma grande meta distante. Ela se revela quando dividimos objetivos em etapas curtas, executáveis e possíveis de realizar agora. São esses pequenos takes que, somados, constroem a trilha sonora da realização.</p>
<p>E há ainda um aspecto muitas vezes esquecido: o altruísmo. Ao se abrir para novas experiências e para o outro, você amplia sua própria faixa de possibilidades. A decisão de colaborar, ajudar e compartilhar conecta você a pessoas e perspectivas que não teria acesso sozinho. É esse gesto que abre portas para plenitude e felicidade.</p>
<p>Ser afinado consigo mesmo é, em última instância, uma escolha diária. É ter coragem de gravar novos takes, mesmo que desafinem no início, e de se integrar à mixagem do conjunto. Porque, no fundo, felicidade não é um destino distante. Ela está no ato de sonorizar com empenho, paixão e propósito a trilha da própria vida.</p>
<p><strong>*Alvaro Fernando </strong>é formado em Direito pela USP, é músico, escritor, palestrante e autor de trilhas de comerciais premiado em Cannes, Londres e Nova York.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/o-protagonismo-na-trilha-da-vida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Simbiose público-privado impulsiona o desenvolvimento da juventude, é o artigo de Bruno Melo</title>
		<link>https://pinzon.com.br/simbiose-publico-privado-impulsiona-o-desenvolvimento-da-juventude-e-o-artigo-de-bruno-melo/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/simbiose-publico-privado-impulsiona-o-desenvolvimento-da-juventude-e-o-artigo-de-bruno-melo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 21:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=65105</guid>

					<description><![CDATA[A elevada taxa de jovens brasileiros que não estudam nem trabalham, que representa 24% das pessoas entre 18 e 24 anos, segundo relatório divulgado em setembro deste ano pela OCDE, segue como um dos maiores entraves ao desenvolvimento econômico do país. Diante desse quadro, programas capazes de conciliar formação escolar, prática profissional e estímulo financeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A elevada taxa de jovens brasileiros que não estudam nem trabalham, que representa 24% das pessoas entre 18 e 24 anos, segundo relatório divulgado em setembro deste ano pela OCDE, segue como um dos maiores entraves ao desenvolvimento econômico do país. Diante desse quadro, programas capazes de conciliar formação escolar, prática profissional e estímulo financeiro se tornam instrumentos decisivos para a redução da evasão e para a qualificação da força de trabalho.</p>
<p>Entre iniciativas já existentes, o BEEM &#8211; Bolsa Estágio Ensino Médio, do Governo do Estado de São Paulo, executado em parceria com o CIEE, vem se consolidando como uma política pública de impacto crescente.</p>
<p>Lançado em outubro de 2024 e implementado em janeiro de 2025, o programa já inseriu mais de 9,5 mil jovens do Ensino Médio Técnico no mercado de trabalho em todo o estado de São Paulo. Os seus grandes diferenciais são o pagamento integral das bolsas-auxílio pelo Estado pelo período de seis meses, e o apoio operacional do CIEE, que assegura a conformidade jurídica dos contratos. Terminado o período de seis meses, a empresa pode decidir manter o vínculo, seja por meio do estágio formal ou efetivando o jovem como colaborador, o que cria um pipeline de talento qualificado e alinhado à cultura organizacional.</p>
<p>Com carga horária de até 4 horas diárias, totalizando em 20 horas semanais, e bolsas que podem chegar a R$ 851,46 mensais, o programa estimula uma rotina de estudos alinhada ao trabalho e aplicação dos ensinamentos teóricos na prática. Para as empresas, o programa reduz custos de recrutamento e oferece a oportunidade de formar jovens profissionais sem aumento de encargos trabalhistas. Instituições renomadas como Magalu, Samsung e Unilever já fazem usufruto do programa e planejam aumentar o leque de contratações para o próximo ano.</p>
<p>Para além de grandes empresas, a ampliação do BEEM passa, necessariamente, pelo engajamento das pequenas e médias empresas. Entre as empresas privadas já cadastradas no programa, 57% são micro e pequenas, 17% são médias e 26% são grandes. Apesar disso, quando olhamos o número de jovens contratados, as grandes seguem liderando. A adesão das PMEs é, portanto, não apenas desejável, mas estratégica para que o programa avance em escala e produza efeitos consistentes sobre a produtividade futura e a redução do contingente de jovens &#8220;nem-nem&#8221;.</p>
<p>Com o intuito de fortalecer a cultura de participação empresarial e reconhecer organizações comprometidas com a formação de jovens, o programa instituiu os selos Empresas BEEM, que certificam diferentes níveis de engajamento. O Selo Prata é concedido às empresas que tenham ao menos um estagiário concluinte cuja avaliação da empresa, realizada pelo próprio estudante, seja igual ou superior a nota 8 (oito). Já o Selo Ouro é destinado às empresas que atendam a esse critério e que, adicionalmente, tenham contratado pelo menos um egresso do BEEM, reforçando seu compromisso com a inserção profissional dos jovens.</p>
<p>Do ponto de vista econômico, a inclusão produtiva de jovens do Ensino Médio Técnico está diretamente associada à elevação do nível de qualificação da força de trabalho no médio prazo. Trata-se de um retorno social e econômico que se acumula ao longo do tempo, contribuindo para ganhos de produtividade estrutural.</p>
<p>A articulação entre governo, iniciativa privada e entidades especializadas demonstra que é possível criar um ciclo virtuoso de formação, inserção profissional e desenvolvimento social. À medida que mais empresas abrem vagas e mais estudantes ingressam, consolida-se um modelo sustentável de integração entre educação e mercado de trabalho, construindo uma política efetiva de promoção do protagonismo jovem e fortalecimento da economia paulista.</p>
<p><strong>BRUNO MELO</strong> é coordenador de Operações e Atendimento da Administração Pública do Centro de Integração Empresa-Escola &#8211; CIEE</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/simbiose-publico-privado-impulsiona-o-desenvolvimento-da-juventude-e-o-artigo-de-bruno-melo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Chico Carlos agradece pela homenagem recebida do SIMEPE, em reconhecimento aos 29 anos de trabalho, dedicação e compromisso com a entidade sindical</title>
		<link>https://pinzon.com.br/chico-carlos-agradece-pela-homenagem-recebida-do-simepe-em-reconhecimento-aos-29-anos-de-trabalho-dedicacao-e-compromisso-com-a-entidade-sindical/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/chico-carlos-agradece-pela-homenagem-recebida-do-simepe-em-reconhecimento-aos-29-anos-de-trabalho-dedicacao-e-compromisso-com-a-entidade-sindical/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 11:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=64413</guid>

					<description><![CDATA[Gratidão à diretoria do Simepe, em especial à presidente e à vice-presidente, Carol Tabosa e Jamilly Leite, pela sensível e significativa homenagem realizada na sexta-feira, 12/12, com a entrega de uma placa em reconhecimento aos 29 anos de trabalho, dedicação e compromisso com a entidade sindical. O gesto representa não apenas o reconhecimento de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gratidão à diretoria do Simepe, em especial à presidente e à vice-presidente, Carol Tabosa e Jamilly Leite, pela sensível e significativa homenagem realizada na sexta-feira, 12/12, com a entrega de uma placa em reconhecimento aos 29 anos de trabalho, dedicação e compromisso com a entidade sindical.</p>
<p>O gesto representa não apenas o reconhecimento de uma trajetória construída ao longo de quase três décadas, mas também o respeito à história, à luta coletiva e à contribuição permanente para o fortalecimento do sindicato e da defesa dos direitos da categoria.</p>
<p>Receber essa homenagem é motivo de honra, emoção e renovação do compromisso com os valores que sempre nortearam essa caminhada.</p>
<p>Gratidão hoje, amanhã e sempre!</p>
<p><strong>CHICO CARLOS</strong>: Jornalista (Assessor de Comunicação do SIMEPE), pesquisador musical e escritor</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/chico-carlos-agradece-pela-homenagem-recebida-do-simepe-em-reconhecimento-aos-29-anos-de-trabalho-dedicacao-e-compromisso-com-a-entidade-sindical/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;O presente de Natal da Governadora de PE, Raquel Lyra: mais privilégios para os seus, abandono para as outras categorias&#8221;, é o artigo de Áureo Cisneiros, Presidente do SINPOL-PE</title>
		<link>https://pinzon.com.br/o-presente-de-natal-da-governadora-de-pe-raquel-lyra-mais-privilegios-para-os-seus-abandono-para-as-outras-categorias-e-o-artigo-de-aureo-cisneiros-presidente-do-sinpol-pe/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/o-presente-de-natal-da-governadora-de-pe-raquel-lyra-mais-privilegios-para-os-seus-abandono-para-as-outras-categorias-e-o-artigo-de-aureo-cisneiros-presidente-do-sinpol-pe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=64228</guid>

					<description><![CDATA[Enquanto Pernambuco enfrenta uma crise profunda na segurança pública, com unidades policiais sucateadas, falta de efetivo e policiais civis recebendo o pior salário do Brasil, a governadora Raquel Lyra escolheu suas prioridades de fim de ano: presentear a própria categoria, os Procuradores do Estado. O Projeto de Lei nº 3681/2025 cria novos mecanismos remuneratórios exclusivos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto Pernambuco enfrenta uma crise profunda na segurança pública, com unidades policiais sucateadas, falta de efetivo e policiais civis recebendo o pior salário do Brasil, a governadora Raquel Lyra escolheu suas prioridades de fim de ano: presentear a própria categoria, os Procuradores do Estado.</p>
<p>O Projeto de Lei nº 3681/2025 cria novos mecanismos remuneratórios exclusivos para os Procuradores, um grupo que já recebe o teto remuneratório e ainda mantém o privilégio de advogar. Mesmo assim, a governadora achou pouco: abriu caminho para verbas adicionais ilimitadas, criadas por ato interno, sem transparência e sem limites claros.</p>
<p>Em um Estado onde falta estrutura para investigar crimes (até o básico: água para beber em unidade policial), mas não falta dinheiro para ampliar privilégios, qualquer cidadão tem o direito de se perguntar: Em que Pernambuco a governadora está vivendo?</p>
<p><strong>Uma escolha política que revela prioridades distorcidas</strong></p>
<p>Este projeto de lei não é apenas mais um benefício. É um divisor de águas. Ele cria uma distorção inédita e perigosa dentro do serviço público pernambucano.</p>
<p>Com esse projeto, os Procuradores deixam de se comportar como servidores públicos e passam, na prática, a atuar como sócios do Estado, participando de verbas, vantagens e benefícios que eles mesmos podem regulamentar, enquanto o resto do funcionalismo continua abandonado. E mais: ao abrir essa porta, Raquel Lyra, que é procuradora, coloca a si mesma no centro do privilégio. Se sancionar esse projeto, passará a ser a governadora com o maior salário da República, ultrapassando todos os demais chefes de Executivo do país.</p>
<p>Um efeito moralmente insustentável, politicamente desastroso e totalmente incompatível com a crise que Pernambuco enfrenta.</p>
<p><strong>O contraste vergonhoso</strong></p>
<p>De um lado, Procuradores que já recebem o teto, podem advogar, passam a ter acesso a verbas extraordinárias criadas por dentro da própria PGE, e ampliam ainda mais seus ganhos. E mais: com esse projeto, a remuneração dos Procuradores do Estado poderá ultrapassar facilmente os R$ 100 mil por mês, somando as novas verbas internas, ganhos adicionais e mecanismos remuneratórios sem limite claro. Uma aberração institucional e moral, completamente incompatível com a realidade de Pernambuco.</p>
<p>Do outro lado, Policiais Civis que ganham o pior salário do Brasil, trabalham sem estrutura, sem efetivo e sem reconhecimento, acumulam mais de 90 mil inquéritos parados por falta de condições, e arriscam a vida todos os dias. É impossível aceitar esse contraste. É impossível achar isso normal. É impossível ficar calado.</p>
<p><strong>Ação de inconstitucionalidade:</strong> o SINPOL reagirá. O SINPOL-PE já informou que ingressará com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, porque esse projeto: viola o princípio da isonomia, afronta a moralidade administrativa, agride a razoabilidade, e desrespeita o interesse público.</p>
<p>Se o governo escolheu beneficiar poucos, nós escolhemos defender muitos: os policiais civis e a sociedade pernambucana.</p>
<p><strong>Precisamos dizer a verdade: isso é uma vergonha</strong></p>
<p>É uma vergonha que o governo encontre recursos para criar benefícios milionários para quem já é privilegiado, mas diga que “não tem dinheiro” para valorizar quem investiga, quem prende, quem protege. É uma vergonha que a governadora Raquel Lyra, ex-delegada, trate a segurança pública como peça de marketing e não como prioridade de Estado. É uma vergonha que a realidade das unidades policiais, falta tudo, sobra abandono, continue ignorada.</p>
<p>Mas, Pernambuco precisa saber: quando o governo erra, o SINPOL reage. Conclusão: o povo está vendo. A decisão de Raquel Lyra ficará marcada: não como avanço, mas como retrocesso. Não como política pública, mas como política de privilégios.</p>
<p>Enquanto Pernambuco é um dos estados mais violentos do Brasil, o governo decide fortalecer o topo e abandonar a base. Criar sócios do Estado, enquanto os servidores da segurança pública continuam sendo tratados como descartáveis.</p>
<p>O povo vê. A imprensa vê. E os policiais veem. Se o governo escolheu os seus, nós escolhemos Pernambuco.</p>
<p><strong>Áureo Cisneiros</strong></p>
<p>Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco</p>
<p>Defensor da Segurança Pública como Direito Fundamental</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/o-presente-de-natal-da-governadora-de-pe-raquel-lyra-mais-privilegios-para-os-seus-abandono-para-as-outras-categorias-e-o-artigo-de-aureo-cisneiros-presidente-do-sinpol-pe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um dia não enxergaremos cor da pele, enxergaremos almas, é o artigo de Natália Lins, professora e psicanalista</title>
		<link>https://pinzon.com.br/um-dia-nao-enxergaremos-cor-da-pele-enxergaremos-almas-e-o-artigo-de-natalia-lins-professora-e-psicanalista/</link>
					<comments>https://pinzon.com.br/um-dia-nao-enxergaremos-cor-da-pele-enxergaremos-almas-e-o-artigo-de-natalia-lins-professora-e-psicanalista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 19:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pinzon.com.br/?p=64204</guid>

					<description><![CDATA[O racismo, infelizmente, ainda é uma das feridas sociais mais profundas da humanidade. Ele se manifesta quando uma pessoa é inferiorizada, excluída ou violentada por causa da cor da pele, origem étnica ou traços físicos. Trata-se de um sistema histórico construído para estabelecer desigualdades e para perpetuar privilégios. Desse modo, o racismo pode ser explícito, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O racismo, infelizmente, ainda é uma das feridas sociais mais profundas da humanidade. Ele se manifesta quando uma pessoa é inferiorizada, excluída ou violentada por causa da cor da pele, origem étnica ou traços físicos. Trata-se de um sistema histórico construído para estabelecer desigualdades e para perpetuar privilégios.</p>
<p>Desse modo, o racismo pode ser explícito, com insultos, agressões e discriminações abertas. Mas também pode ser sutil e naturalizado — presente em olhares, piadas, ditos populares, abordagens policiais e na desigual distribuição de oportunidades. Esse tipo de racismo estrutural é o mais difícil de combater, pois está enraizado no cotidiano.</p>
<p>Diversas pesquisas apontam que a principal etnia que sofre com o racismo são os negros. De acordo com Bond (2023), com base nos dados da pesquisa Percepções sobre o racismo no Brasil, realizada pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (IPEC), a avaliação é que as pessoas pretas são as que mais sofrem com o racismo.</p>
<p>Essa é quase uma unanimidade entre os brasileiros, já que nove em cada dez pessoas (96%) compartilham dessa visão. Em segundo e terceiro lugares, estão os indígenas e os imigrantes africanos, respectivamente com 57% e 38%, são os que mais sofrem.</p>
<p>Racismo, portanto, é toda forma de discriminação ou tratamento desigual baseado na ideia de superioridade racial. Ele ultrapassa relações individuais e alcança instituições, políticas públicas, educação, mídia e espaços de poder. Assim, combatê-lo é responsabilidade coletiva, ética e humana.</p>
<p>Em termos históricos, o preconceito racial tem uma história longa e complexa, estendendo-se por séculos em todo o mundo. Para Lemos (2011), o preconceito racial é o resultado da construção social de hierarquias raciais e da discriminação sistêmica contra grupos étnicos específicos.</p>
<p>Nesse sentido, para que um dia possamos “enxergar almas”, é preciso entender as consequências que o racismo causa. É necessário falar, educar, acolher, reparar e agir. As cores da pele não são o problema — o problema é a forma como a sociedade as interpreta e valoriza, pois o preconceito racial traz consequências profundas para as vítimas.</p>
<p>Como exemplo, podemos citar danos emocionais, sociais e econômicos, intensificando a desigualdade racial, impedindo a construção de uma sociedade justa e inclusiva.</p>
<p>Que esse dia chegue. Que o amanhã seja mais justo e humano. Que possamos construir uma sociedade em que a cor não determine destinos, e em que todas as pessoas tenham dignidade, espaço e voz. E, quando esse dia chegar, veremos não apenas a cor da pele — veremos o brilho das almas.</p>
<p>Combater o preconceito racial exige um compromisso coletivo com a educação, a conscientização, a promoção da igualdade e a implementação de políticas públicas que protejam os direitos das pessoas independentemente de sua raça ou etnia.</p>
<p><strong>Natália Lins é professora e psicanalista</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pinzon.com.br/um-dia-nao-enxergaremos-cor-da-pele-enxergaremos-almas-e-o-artigo-de-natalia-lins-professora-e-psicanalista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
