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	<title>CIÊNCIA &#8211; Portal Pinzón</title>
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	<description>Seu Portal de Pernambuco</description>
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		<title>Caatinga atuou como sumidouro de carbono atmosférico durante os anos de 2014 e 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 19:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[A vegetação florestal de Caatinga é o principal tipo de cobertura da terra, no ecossistema do semiárido brasileiro. Por Larissa Valentim A concentração de CO₂ na atmosfera apresenta alta variabilidade interanual devido à sua absorção pelos ecossistemas terrestres, oscilação essa controlada por diferentes regiões biogeográficas, sendo o comportamento desses &#8220;sequestradores&#8221; de carbono condicionado, principalmente, às florestas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A vegetação florestal de Caatinga é o principal tipo de cobertura da terra, no ecossistema do semiárido brasileiro.</p></blockquote>
<p><em>Por Larissa Valentim</em></p>
<p><strong>A </strong>concentração de CO₂ na atmosfera apresenta alta variabilidade interanual devido à sua absorção pelos ecossistemas terrestres, oscilação essa controlada por diferentes regiões biogeográficas, sendo o comportamento desses &#8220;sequestradores&#8221; de carbono condicionado, principalmente, às florestas altamente produtivas, como as tropicais úmidas. Essa dinâmica, consensuada até então, agora conta com um novo fator de influência, pois, nas últimas décadas, observou-se que os ambientes semiáridos também interferem no processo de supressão desse composto químico.</p>
<p>Baseados nessa observação, pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), do Observatório Nacional da Dinâmica da Água e de Carbono no Bioma Caatinga (ONDACBC), da UFRN, UFCG, UFOPA e da UFPE afirmam, no artigo científico &#8220;<a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=4f8d84b2da&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Seasonal variation in net ecosystem CO₂ exchange of a Brazilian seasonally dry tropical forest</a>&#8220;, que o bioma Caatinga atuou como sumidouro de carbono atmosférico durante os anos de 2014 e 2015. A publicação destaca, também, a importância desse ecossistema, &#8220;pelos vários outros serviços que nos presta, como a conservação do solo e da água e a oferta de recursos (alimentos, forragem para os animais, lenha etc) que dão sustento a milhões de pessoas que vivem na região&#8221;.</p>
<p>A constatação relativa ao confisco do CO₂, segundo os professores <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=17df5fac57&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Antonio Antonino</a> e <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=f9bcda75f9&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rômulo Menezes</a>, do <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=3298ad202d&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Departamento de Energia Nuclear da UFPE</a>, coordenadores do INCT-ONDACBC, &#8220;desmistifica algumas incertezas sobre a Caatinga, uma vez que foi descoberto que, nesse período, o fenômeno da perda do dióxido de carbono para atmosfera, ou respiração, foi razoavelmente baixa&#8221;. Entretanto, aponta o estudo, a eficiência do uso do carbono é alta e &#8220;o equilíbrio, ou seja, a fixação de CO₂, foi comparável a algumas florestas tropicais úmidas, como Amazônia&#8221;. Além disso, as temperaturas do ar e do solo foram &#8220;os principais fatores responsáveis pela variabilidade diurna dos fluxos de carbono&#8221;, segundo a pesquisa.</p>
<p>Os resultados mostram, ainda, que &#8220;a dinâmica do balanço de carbono do bioma Caatinga é intrínseca e está relacionada com a sazonalidade das chuvas, com o sequestro de carbono máximo nos meses úmidos e mínimo durante os meses de seca, devido à escassez de água no solo&#8221;. Mas, mesmo durante a estação de seca, entre 2014 e 2015, a Caatinga foi considerada um sequestrador de carbono. A pesquisa revela que a duração do período úmido e a precipitação total acumulada modulam o comportamento das taxas de fixação de carbono no bioma e que essa ação do bioma como sumidouro está relacionada às condições meteorológicas, variabilidade sazonal e anual e padrões de correlação e fatores climáticos.</p>
<p>Para os professores Antonino e Rômulo, os resultados apontam que &#8220;as mudanças na temperatura máxima do ar são susceptíveis de afetar não apenas o real balanço de carbono no bioma Caatinga, mas também a modelagem dos balanços de carbono do ecossistema&#8221;. Os pesquisadores também comentam no artigo que, como o estudo foi realizado num período de seca extrema, &#8220;é esperado que, em anos com chuvas mais intensas e bem distribuídas, a Caatinga será ainda mais eficiente em usando/assimilando carbono e acumulando biomassa&#8221;.</p>
<p>O estudo foi realizado em um fragmento da Caatinga bioma na Estação Ecológica do Seridó (ESEC-Seridó), onde está instalada uma das torres de fluxo atmosférico do INCT-ONDACBC, localizada entre os municípios de Serra Negra do Norte e Caicó, no estado do Rio Grande do Norte, na região do semiárido brasileiro. O espaço é uma unidade de conservação do bioma Caatinga, administrada pelo Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com área de 1.163 hectares de Caatinga preservada, caracterizada por uma seca floresta xerófita com arbustos esparsamente distribuídos e pequenas árvores (menos de 7 metros de altura) e manchas de ervas que prosperam apenas durante a estação chuvosa e são reduzidas a serapilheira durante a estação seca.</p>
<p><strong>AQUECIMENTO |</strong> Os estudiosos defendem que o papel crucial da chuva na variabilidade dos sumidouros terrestres de carbono foi evidenciado por anomalias nos dados observados do ano de 2011, e que a causa mais plausível para esta anomalia, de acordo com a pesquisa, foi a expansão da vegetação semiárida no hemisfério sul, particularmente na Austrália. &#8220;A variabilidade interanual em sumidouros terrestres em escala global também está associada ao aquecimento, devido à intensificação da respiração do ecossistema; esta aparente sensibilidade da respiração sugere que o carbono armazenado nas florestas tropicais secas pode ser vulnerável a um cenário futuro mais quente&#8221;, destacam os pesquisadores, que se mostram preocupados com a Caatinga neste sentido.</p>
<p>A vegetação florestal de Caatinga é o principal tipo de cobertura da terra no ecossistema do semiárido brasileiro, &#8220;onde as projeções indicam um aumento de até 1° C na temperatura média do ar durante as próximas três décadas (2020-2050), bem como uma diminuição de até 20% na quantidade de chuva&#8221;, afirma o artigo. Observações recentes também apontam para um aumento sistemático nos extremos climáticos no semiárido brasileiro. Além disso, há evidências de uma intensificação da aridez e da expansão das terras semiáridas no Nordeste brasileiro, que podem diretamente influenciar na dinâmica da Caatinga.</p>
<p>Os pesquisadores ressaltam a necessidade de preservação da biodiversidade do bioma Caatinga pela sua importância no sequestro e armazenamento de carbono. Esse alerta, inclusive, é um dos motores das pesquisas desenvolvidas no INCT-ONDACBC, que é uma rede multidisciplinar de pesquisadores nacionais e internacionais que atuam no desenvolvimento de pesquisas experimentais e de modelagem da dinâmica de água e carbono no semiárido brasileiro. O ONDACBC, sediado na UFPE, foi aprovado na chamada pública MCTI/CNPQ/Capes/FAPS Nº 16/2014 Programa INCT e é financiado pela Facepe, Capes e CNPq.</p>
<p><strong>Mais informações<br />
Departamento de Energia Nuclear da UFPE<br />
(81) 2126.8252</strong></p>
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		<title>Pesquisa da UFPE convoca voluntários para avaliar disfunção respiratória e musculoesquelética pós-Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 13:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pacientes serão monitorados por seis meses e as avaliações ocorrerão mensalmente, de forma gratuita Pesquisa desenvolvida no Laboratório de Inovação Instrumental e Desempenho Físico-Funcional do Departamento de Fisioterapia da UFPE está convocando voluntários que já tiveram a Covid-19 para avaliar e rastrear a presença de alterações da função respiratória, cardiovascular e musculoesquelética, verificando os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Os pacientes serão monitorados por seis meses e as avaliações ocorrerão mensalmente, de forma gratuita</p></blockquote>
<p>Pesquisa desenvolvida no Laboratório de Inovação Instrumental e Desempenho Físico-Funcional do Departamento de Fisioterapia da UFPE está convocando voluntários que já tiveram a Covid-19 para avaliar e rastrear a presença de alterações da função respiratória, cardiovascular e musculoesquelética, verificando os impactos na capacidade funcional e qualidade de vida. Os pacientes serão monitorados por seis meses e as avaliações ocorrerão mensalmente, de forma gratuita.</p>
<p>Os voluntários, maiores de 18 anos, serão submetidos a abordagens de diversas dimensões, com avaliações específicas, por uma equipe de pesquisadores treinados, de modo a identificar problemas funcionais precocemente. Ao final das avaliações, os pacientes receberão um laudo e, dependendo de cada caso, podem ser encaminhados para tratamento fisioterapêutico. Os interessados devem ligar ou mandar mensagem pelo WhatsApp para o número (81) 98292.6804 para agendamento.</p>
<p>A pesquisa “Avaliação da função pulmonar, capacidade funcional máxima e qualidade de vida em indivíduos após acometimento pela Covid-19: Um estudo transversal” envolve, também, alunos e professores do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, e será em parceria com os Laboratórios de Fisioterapia Cardiopulmonar (Lacap), de Cinesioterapia e Recursos Terapêuticos Manuais (Lacirtem), de Inovação Instrumental e Desempenho Físico-Funcional (Lindef), como também o Programa de Reabilitação Cardíaca. Respondem pela pesquisa as professoras Armele Dornelas de Andrade, Daniella Cunha Brandão, Shirley Lima Campos, Maria das Graças Rodrigues Araújo e Shirley Lima Campos.</p>
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		<title>Pesquisadores de Genética e Patologia da UFPE, publicam artigo sobre especificidades do genoma dos brasileiros em relação à Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 12:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Assunto será abordado em live nesta quarta-feira(2), às 16h, no YouTube da Pós em Genética Por que alguns indivíduos se contaminam com o novo coronavírus mas não apresentam sintomas e combatem de forma mais eficaz a infecção? Uma equipe formada por professores e pesquisadores dos Departamentos de Genética e Patologia da Universidade Federal de Pernambuco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Assunto será abordado em live nesta quarta-feira(2), às 16h, no YouTube da Pós em Genética</p></blockquote>
<p>Por que alguns indivíduos se contaminam com o novo coronavírus mas não apresentam sintomas e combatem de forma mais eficaz a infecção? Uma equipe formada por professores e pesquisadores dos Departamentos de Genética e Patologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publicou um artigo sobre a resposta do sistema imune do hospedeiro no Journal of Clinical Pathology, que trata as especificidades dos brasileiros em relação à doença.</p>
<p>De acordo com o professor Sérgio Crovella, do Departamento de Genética, há alguns perfis imunológicos brasileiros que respondem melhor à infecção, pois têm capacidade de reconhecer epítopos (proteínas virais) presentes nas células infectadas e mediar sua destruição, bloqueando consequentemente a replicação viral. Ele explica que existem fatores intrínsecos do genoma do hospedeiro que atuam contra o vírus – não é todo mundo que tem esses fatores, mas quem tem está mais protegido contra as formas mais graves e perigosas da doença.</p>
<p>Usando métodos de bioinformática (simulações em computador), os pesquisadores miraram na resposta imune celular contra as células infectadas pelo SARS-CoV-2. Pela primeira vez, esses dados brasileiros foram analisados e comparados com os da China e de países da Europa e América Latina. Os resultados são de importância fundamental como conhecimento pré-vacinal, ou seja, as informações podem ser usadas para direcionar a escolha de uma vacina específica no país.</p>
<p>“A pesquisa auxilia no entendimento da biologia da infecção e da resposta imune contra o vírus SARS-CoV-2, considerando as características genéticas da população brasileira”, explica a professora Ana Maria Benko-Iseppon, do Departamento de Genética. O artigo, intitulado “Immunoinformatic approach to assess SARS-CoV-2 protein S epitopes recognised by the most frequent MHC-I alleles in the Brazilian population”, pode ser consultado gratuitamente <a href="https://jcp.bmj.com/content/early/2020/08/04/jclinpath-2020-206946.full" target="_blank" rel="noopener noreferrer">no site do periódico científico. </a></p>
<p><strong>LIVE </strong>– O professor Lucas Brandão, do Departamento de Patologia, também participou do artigo, cujo primeiro autor é o pós-doutorando Ronald Moura. Assinam o trabalho também Almerinda Agrelli, Carlos André Santos-Silva, Natália Silva e Bruno Rodrigo Assunção. Crovella, Moura e Agrelli participam de uma live amanhã (2), às 16, no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC1onZSqrg0_qy210GIei26A" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube do Programa de Pós-Graduação em Genética (PPGG)</a>, falando sobre “A resposta do hospedeiro à infecção pelo SARS-CoV-2: uma abordagem imunoinformática”.</p>
<p>Crovella adianta que os pesquisadores vão abordar outros dois temas além do artigo mencionado. O primeiro são outros fatores do hospedeiro relacionados com a replicação do vírus nas glândulas salivares, com impacto na difusão do vírus via aerossol. “Isso mostra a importância de manter o distanciamento social”, ressalta. O segundo são os impactos futuros da infecção na fertilidade masculina. “As células do sistema reprodutor também são alvo de infecção de SARS-CoV-2”, explica.</p>
<p><strong>Mais informações<br />
Professor Sérgio Crovella</strong><br />
<a href="mailto:crovelser@gmail.com">crovelser@gmail.com</a></p>
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		<title>Pesquisa da UFPE e do HC, avalia até que ponto a Covid-19 pode impactar o fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 22:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo foi elaborado pelos médicos do HC e professores da UFPE, Carlos Brito e Edmundo Lopes, e pelo hepatologista Fábio Barros, do Hospital Português O artigo “Mechanisms and consequences of Covid-19 associated liver injury: What can we affirm? (Mecanismos e consequências da Covid-19 associada à lesão hepática: O que podemos afirmar?)” elaborado por professores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O artigo foi elaborado pelos médicos do HC e professores da UFPE, Carlos Brito e Edmundo Lopes, e pelo hepatologista Fábio Barros, do Hospital Português</p></blockquote>
<p>O artigo “Mechanisms and consequences of Covid-19 associated liver injury: What can we affirm? (Mecanismos e consequências da Covid-19 associada à lesão hepática: O que podemos afirmar?)” elaborado por professores da UFPE e médicos do Hospital das Clínicas da UFPE foi publicado no World Journal of Hepatology, no último dia 27, e pode ser lido <a href="http://www2.ebserh.gov.br/web/hc-ufpe/noticias/-/asset_publisher/FipO9upE5FZw/content/id/5586623/2020-08-profissionais-do-hc-avaliam-ate-que-ponto-a-covid-19-pode-impactar-o-figado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>. O HC é unidade vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).</p>
<p>A partir da análise de dados disponíveis até o momento sobre lesão hepática em pacientes com Covid-19, o artigo elaborado pelos médicos do HC e professores da UFPE Carlos Brito e Edmundo Lopes e pelo hepatologista Fábio Barros, do Hospital Português,  avaliou que são necessários mais elementos (como estudos prospectivos sobre o vírus e pesquisas imunológicas) para cravar a associação entre a lesão no fígado com a síndrome respiratória aguda grave provocada pelo novo coronavírus.</p>
<p>“Nosso objetivo com este artigo de revisão foi avaliar até que ponto essa virose (a Covid-19) pode impactar o fígado, já que outras viroses comprometem o órgão, como as hepatites virais. Nele, concluímos que o ataque ao fígado não parece ser uma característica do novo coronavírus, mas sim um efeito do agravamento da doença com o processo infeccioso sistêmico (a tempestade de citocinas), que repercute em todo o organismo. Além disso, fatores como os fenômenos tromboembólicos e a hepatite medicamentosa podem provocar alterações importantes no fígado”, explica o hepatologista Edmundo Lopes.</p>
<p>Apesar das descrições comuns de alterações nos parâmetros das enzimas hepáticas observadas em pacientes com Covid-19, a intensidade e impacto da lesão hepática são discretos e têm pouco significado clínico em relação à Covid-19. “Não há evidências de que o dano hepático seja decisivo para a morte do paciente com a Covid, ao contrário de danos já verificados no coração, nos pulmões e nos rins, por exemplo. Essas alterações no fígado também podem ser provocadas por medicações não comprovadas para o tratamento da Covid, como a hidroxicloroquina, azitromicina e antivirais”, destaca o clínico Carlos Brito.</p>
<p><strong>HIDROXICLOROQUINA</strong> – Um artigo também escrito por Carlos Brito, em associação com pesquisadores de Universidades da Bahia e do Ceará, e publicado no The American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, em junho passado, chamado <a href="http://www.ajtmh.org/content/journals/10.4269/ajtmh.20-0276;jsessionid=eXkRRGaqZl4KXTO_3fPEjlkZ.ip-10-241-1-122" target="_blank" rel="noopener noreferrer">“Relato de caso: Hepatotoxicidade associada ao uso de hidroxicloroquina em paciente com Covid-19”</a>, associou a hepatoxicidade (dano no fígado causado por substâncias químicas) como uma reação adversa ao uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19.</p>
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		<title>Disfarçada de beija-flor, mariposa pode evitar virar almoço</title>
		<link>https://pinzon.com.br/disfarcada-de-beija-flor-mariposa-pode-evitar-virar-almoco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 13:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Aves não reconheceriam o invertebrado como presa potencial, diz nova proposta de mimetismo Por: Maria Guimarães &#8211; Revista Pesquisa Fapesp Durante suas viagens pela bacia amazônica no século XIX, o naturalista britânico Henry Walter Bates (1825-1892) observou, em meio a uma infinidade de aspectos da flora e da fauna que entraram para os anais da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Aves não reconheceriam o invertebrado como presa potencial, diz nova proposta de mimetismo</p></blockquote>
<p>Por: Maria Guimarães &#8211; Revista Pesquisa Fapesp</p>
<p><strong>D</strong>urante suas viagens pela bacia amazônica no século XIX, o naturalista britânico Henry Walter Bates (1825-1892) observou, em meio a uma infinidade de aspectos da flora e da fauna que entraram para os anais da história natural, mariposas diurnas que pairavam como beija-flores ao se alimentarem de néctar. Eram parecidas a ponto de ele várias vezes abater os insetos na intenção de capturar a ave. “Só depois de vários dias de experiência aprendi a distinguir um do outro quando em voo”, relatou em seu livro <em>Um naturalista no rio Amazonas</em>, publicado em 1863, sobre insetos do gênero <em>Aellopos</em> em Caripi, na baía de Marajó, Pará. Quase 170 anos depois de suas observações, as mesmas mariposas da família dos esfingídeos dão origem à hipótese de um novo tipo de mimetismo, de acordo com artigo publicado este mês na revista <em>Ecology</em>.</p>
<p>“Elas se parecem com animais que não fazem parte da dieta de seus predadores, que são aves insetívoras”, explica o biólogo Felipe Amorim, do Instituto de Biociências do <em>campus</em> de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp). “É diferente do mimetismo batesiano, no qual animais inofensivos se parecem com perigosos, e assim repelem potenciais predadores. Também não se encaixa no mimetismo mülleriano, no qual duas ou mais espécies diferentes se assemelham umas às outras, e assim reforçam o sinal de perigo aos predadores.” O curioso é que esses tipos de mimetismo, que dependem da existência de espécies perigosas, impalatáveis ou nocivas de alguma maneira, foram batizados em homenagem aos trabalhos realizados por naturalistas no Brasil. O primeiro por Henry Bates e o segundo pelo naturalista alemão <a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/meu-caro-senhor/">Fritz Müller (1822-1897), que vivia em Santa Catarina</a>.</p>
<p>Assim como Bates, Amorim confundiu as mariposas com beija-flores quando as conheceu durante a infância na recém-fundada Palmas, capital do Tocantins. Só depois de construir um puçá e capturar um exemplar, percebeu o que via. A semelhança vai além do comportamento peculiar. Quando sugam néctar, as línguas (ou probóscides) das mariposas-beija-flor lembram os bicos das aves que mimetizam. Elas também têm uma cauda semelhante às dos colibris, que lhes permite fazer manobras acrobáticas durante o voo, e uma listra branca no dorso como os beija-flores do gênero <em>Lophornis</em>.</p>
<p>No século XIX, quando a metamorfose de lagartas em mariposas e borboletas ainda era novidade, tudo isso causava ainda mais confusão. De acordo com Bates, “até os brancos estudados” locais achavam perfeitamente natural que as mariposas se transformassem em aves, em uma segunda metamorfose. Seria, portanto, uma única espécie. Indígenas e negros sustentariam a teoria mesmo com a mariposa na mão, apontando as “penas” de sua cauda.</p>
<p>O biólogo da Unesp voltou a essas mariposas cerca de 10 anos do primeiro encontro, durante a iniciação científica na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Um projeto de seu orientador, o biólogo Paulo Eugênio Oliveira, tinha como foco a polinização de plantas de Cerrado por mariposas esfingídeas, um sistema de polinização que poucas pessoas no mundo estudam. Desde essa época, 2003, Amorim tem observado as relações entre plantas, esfingídeos e beija-flores, investigando se mariposas e aves são equivalentes funcionais na polinização em áreas de Cerrado. Verificou que, tal como os beija-flores pequenos e de bicos curtos, as mariposas-beija-flor têm um espectro alimentar que inclui flores com morfologias que permitem a visita e polinização por ambos os grupos, como as flores de ingá (gênero <em>Inga</em>). Esse padrão foi observado por Amorim ao longo da distribuição de <em>Aellopos</em> no Cerrado.</p>
<p>A seção da revista <em>Ecology</em> no qual o artigo foi publicado, “<em>The scientific naturalist</em>” (O naturalista científico), busca trazer novos relatos e percepções sobre história natural que incitem a curiosidade e suscitem novos estudos. Foi nela que Amorim e colaboradores publicaram, em fevereiro deste ano, um <a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/flor-polinizada-por-gamba-surpreende-pesquisadores/">relato sobre uma flor polinizada por gambás</a>, observação até então inédita.</p>
<p>Ele já delineia o que deve ser feito para testar a hipótese de mimetismo entre os esfingídeos do gênero <em>Aellopos</em> e beija-flores: mapear as características das mariposas (como a imitação de cauda) na árvore filogenética para verificar se essas características surgiram múltiplas vezes em resposta a particularidades ecológicas; medir a frequência de batimento das asas de mariposas e beija-flores, para melhor caracterizar as semelhanças; criar larvas de <em>Aellopos</em> e alterar a faixa branca ou manipular outras características do animal para fazer experimentos de predação com aves insetívoras.</p>
<p>Se a hipótese for aceita e a ideia pegar, será mais um tipo de mimetismo descrito a partir de estudos no Brasil, depois do batesiano e do mülleriano.</p>
<hr />
<p><strong>Artigo científico</strong><br />
AMORIM, F. W. <a href="https://esajournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ecy.3161" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Are the new world hummingbird‐hawkmoths functional equivalents of hummingbirds?</a> <strong>Ecology</strong>. 16 ago. 2020.</p>
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		<title>Pesquisa do HC vai avaliar impacto da Covid-19, nas mulheres e seus filhos durante gestação e pós-parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 21:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Serão comparados dados dos cinco últimos anos “pré-Covid” (de janeiro de 2015 até dezembro de 2019) com os dados de janeiro a dezembro de 2020 Analisar e avaliar como a pandemia influenciou na saúde e na assistência prestada às mulheres e aos seus filhos na gestação e no pós-parto é o objetivo principal da pesquisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Serão comparados dados dos cinco últimos anos “pré-Covid” (de janeiro de 2015 até dezembro de 2019) com os dados de janeiro a dezembro de 2020</p></blockquote>
<p>Analisar e avaliar como a pandemia influenciou na saúde e na assistência prestada às mulheres e aos seus filhos na gestação e no pós-parto é o objetivo principal da pesquisa clínica “O Impacto da Covid-19 sobre a Saúde Materna e Perinatal: O que mudou?”, desenvolvida por profissionais do Hospital das Clínicas da UFPE, a partir da análise de dados fornecidos pela Secretaria Estadual de Saúde sobre os atendimentos hospitalares em todos os Serviços de Obstetrícia de Pernambuco. O HC é unidade vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).</p>
<p>A pesquisa vai analisar e comparar os cinco últimos anos “pré-Covid” (de janeiro de 2015 até dezembro de 2019) com os dados de janeiro a dezembro de 2020, período marcado pela pandemia. “Por sermos hospital de referência na gestação e parto de alto risco, recebemos nos plantões mulheres em estados clínicos agravados, mesmo sem o diagnóstico de Covid. Queremos analisar essa situação e comparar os dados atuais com o período imediatamente anterior à pandemia e determinar se as restrições do acesso aos serviços de saúde interferiram com os índices de morbidade (doenças) e mortalidade maternas e perinatais (período que vai da 22ª semana do feto até o 28º dia completo após o parto)”, explica a ginecologista e obstetra do HC Débora Leite, que coordena o estudo, também conduzido pelos médicos Elias Melo, Aline Maranhão e Dirce Santos.</p>
<p>Para Débora e seus colegas de pesquisa, a gravidade da pandemia Covid-19 observada em gestantes pernambucanas (e em brasileiras, como sinalizam outros estudos em andamento) pode ter sido provocada pelas características agressivas da infecção sistêmica nos casos graves da Covid. Porém, os pesquisadores não descartam que o acesso inadequado ao pré-natal (seja porque muitos serviços paralisaram suas atividades, seja porque as mulheres não compareceram por medo) ou aos serviços de urgência podem ter impactado definitivamente na piora da assistência materno-infantil no período.</p>
<p>“Será importante investigar também essas causas que tangenciam a pandemia para que erros não aconteçam numa nova situação extrema, com a Covid ou outra doença. Essa análise poderá ajudar a definir quais estratégias devem ser adotadas no futuro. Entendemos que a assistência à gestante e ao recém-nascido são serviços essenciais a uma população”, pontua Débora Leite.</p>
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		<title>Identificado novo crustáceo que viveu há cerca de 75 milhões de anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 14:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O artigo científico &#8220;New Antarctic clawed lobster species (Crustacea: Decapoda: Nephropidae) from the Upper Cretaceous of James Ross Island&#8220;, publicado no início do mês na Polar Research, marca a &#8216;estreia&#8217; de Hoploparia echinata no rol das espécies de lagostins conhecidos no mundo. O crustáceo, cuja denominação aponta sua característica espinhosa, foi identificado a partir de pesquisas paleontológicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O</strong> artigo científico &#8220;<a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=d48ee8059c&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">New Antarctic clawed lobster species (Crustacea: Decapoda: Nephropidae) from the Upper Cretaceous of James Ross Island</a>&#8220;, publicado no início do mês na Polar Research, marca a &#8216;estreia&#8217; de <em>Hoploparia echinata</em> no rol das espécies de lagostins conhecidos no mundo. O crustáceo, cuja denominação aponta sua característica espinhosa, foi identificado a partir de pesquisas paleontológicas na Antártica, na expedição Paleontar realizada em 2016, com equipe que contou com a participação da pesquisadora <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=b5cb69d59a&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Juliana Sayão</a>, então vice-coordenadora da expedição e professora do <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=e9b05b56de&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Centro Acadêmico de Vitória (CAV)</a> da UFPE. Também integraram o grupo pesquisadores do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, vinculado à Universidade Regional do Cariri (Urca); do Museu Nacional/UFRJ; da Universidade do Contestado e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).</p>
<p>O achado trata de dois espécimes que foram classificados no gênero Hoploparia em uma nova espécie, <em>H. echinatae</em>, e as rochas onde foram encontrados os fósseis sugerem que o animal vivia em ambientes marinhos rasos, com fundo arenoso. Os pesquisadores destacam que o animal, semelhante a outros lagostins, deveria cavar tocas e ser um predador de emboscadas, por causa de sua pinça. Essas pinças, grandes e fortes, podiam ser usadas inclusive para capturar peixes. Além disso, a pinça espalmada e ampla facilitava a escavação de sua toca. Estima-se que o animal viveu no Período Cretáceo, durante o Campaniano, há cerca de 75 milhões de anos.</p>
<p><strong>NOVIDADE | </strong>Segundo o professor Allysson Pinheiro, da Universidade Regional do Cariri, os fósseis desse gênero de lagostim foram encontrados em camadas de diferentes partes do mundo, em um total de 67 espécies. &#8220;Entretanto, no continente antártico, eram conhecidas, até o momento, apenas três espécies, sendo esta uma nova, procedente da Ilha James Ross&#8221;, explica. A equipe já sinalizou que do material levantado na Antártica virão mais descobertas. &#8220;Certamente, em breve, teremos mais novidades sobre esse grupo de animais que viveram na Antártica durante o período Cretáceo&#8221;, explica Alexander Kellner, paleontólogo e diretor do Museu Nacional/UFRJ.</p>
<p>O material foi coletado na área denominada de Lachman Crags e, para Juliana Sayão, hoje docente pesquisadora do Museu Nacional/UFRJ, &#8220;do ponto de vista paleontológico, a Antártica pode ser considerada uma região praticamente desconhecida e, nesse cenário, há mais de dez anos, o projeto Paleoantar vem coletando evidências fósseis desde o período Cretáceo (há 90 milhões de anos) até o Paleógeno (há 30 milhões de anos). Utilizamos essas informações para entender a biodiversidade e os processos atuantes para estudar a atual distribuição dos organismos, além das mudanças ambientais sofridas pelo nosso planeta ao longo desse tempo&#8221;.</p>
<p><strong>ANATOMIA |</strong> A feição espinhosa do fóssil é uma das principais características de distinção para as demais espécies de Hoploparia e a atribuição ao gênero se dá especialmente pela ornamentação do cefalotórax (carapaça), que possui um padrão de sulcos, espinhos e carenas bem definidos. &#8220;Possivelmente, esse animal não vivia em grandes comunidades, até porque os lagostins são normalmente animais territorialistas. Eventualmente, eles podem conviver, como na época da reprodução ou quando se alimentam de carcaças disponíveis no fundo do oceano. São interpretações ecológicas a partir do material coletado, das suas formas morfológicas e do ambiente onde o material foi encontrado&#8221;, explica William Santana, pesquisador visitante da Universidade Regional do Cariri/Urca.</p>
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		<title>Com metodologia inovadora, pesquisadores da UFPE analisam genoma e espalhamento do coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 16:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho, segundo o coordenador dos estudos, professor Thiago de Salazar e Fernandes, &#8220;é uma quebra de paradigmas, por combinar métodos de dinâmica não linear e caminhada aleatória, sendo, portanto uma abordagem inovadora&#8221;. Por Renata Reynaldo Pesquisadores do Departamento de Biofísica e Radiobiologia (DBR) da UFPE utilizaram métodos de dinâmica não linear para analisar o genoma do coronavírus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O trabalho, segundo o coordenador dos estudos, professor <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=d99ff99b02&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Thiago de Salazar e Fernandes</a>, &#8220;é uma quebra de paradigmas, por combinar métodos de dinâmica não linear e caminhada aleatória, sendo, portanto uma abordagem inovadora&#8221;.</p></blockquote>
<p><em>Por Renata Reynaldo</em></p>
<p><strong>P</strong>esquisadores do <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=ccd106aa48&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Departamento de Biofísica e Radiobiologia (DBR) da UFPE</a> utilizaram métodos de dinâmica não linear para analisar o genoma do coronavírus e a previsão de espalhamento da Covid-19. Por meio do chamado método fractal – que possibilita a obtenção de grau de complexidade de uma estrutura – eles fizerem identificações minuciosas, as assinaturas fractais, das sequências genéticas de três coronavírus, o que permite estudar a sua evolução e, mesmo, identificá-los a partir dessas assinaturas. O trabalho, segundo o coordenador dos estudos, professor <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=d99ff99b02&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Thiago de Salazar e Fernandes</a>, &#8220;é uma quebra de paradigmas, por combinar métodos de dinâmica não linear e caminhada aleatória, sendo, portanto uma abordagem inovadora&#8221;.</p>
<p>Como resultado acadêmico da pesquisa, a equipe publicou dois artigos científicos e no primeiro, &#8220;<a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=632aea1164&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fractal signature of coronavirus related to severe acute respiratory syndrome</a>&#8220;, o professor Thiago, juntamente com o mestrando do Programa de Pós-Graduação em Morfotecnologia Jonas Oliveira e a também professora do DBR/UFPE <a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=93937b9ba1&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Isvania Serafim Lopes</a> analisaram os genomas de três coronavírus que causaram síndrome respiratória aguda grave em humanos: o SARS-CoV, o MERS-CoV e o atual SARS-CoV-2. &#8220;Essa identificação torna mais fácil e preciso o diagnóstico da doença&#8221;, atesta.</p>
<p><img loading="lazy" src="https://mcusercontent.com/835cf1a19983f98a33057f6e1/images/315c2663-9ac2-48aa-9c41-ad5655639448.jpg" width="400" height="262" align="center" /></p>
<p>No outro artigo, &#8220;<a href="https://ufpe.us13.list-manage.com/track/click?u=835cf1a19983f98a33057f6e1&amp;id=d62a436b26&amp;e=48478868ed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chaotic model for COVID-19 growth factor</a>&#8220;, Fernandes empregou as mesmas ferramentas fractais para estudar o espalhamento da Covid-19 no mundo, e encontrou também um padrão de repetição (chamado de &#8220;memória&#8221; da série), em que uma tendência de aumento do número de novos casos é seguida da tendência de baixa, e vice-versa. O resultado, segundo o pesquisador, &#8220;mostra que a doença se espalha de maneira caótica&#8221;.</p>
<p>Diferentemente da aplicação comumente utilizada, a expressão &#8220;caos&#8221; nesse estudo se refere ao termo empregado em Matemática para sistemas determinísticos que possuem a aparência de serem aleatórios. &#8220;Ou seja, possuem a aparência de ocorrerem ao acaso, mas são determinísticos e o conhecimento desse tipo de dinâmica permite uma melhor compreensão do espalhamento da doença, e auxilia na tomada de decisões, para o seu devido controle&#8221;, explica o autor.</p>
<p><img loading="lazy" src="https://mcusercontent.com/835cf1a19983f98a33057f6e1/images/01d09458-b53a-4fed-aa45-ada5bc58ca1a.jpg" width="400" height="207" align="none" /><br />
Justamente por apresentar um padrão fractal de espalhamento, significa que a disseminação da Covid-19 está oscilando entre valores de alta e de baixa, como característica de um comportamento caótico ou fractal, e não apenas de um crescimento constantemente exponencial. Para o pesquisador, &#8220;compreender a dinâmica complexa da disseminação da Covid-19 é crucial para a tomada de decisões no controle da propagação da doença&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Covid-19: Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), destaca resultado positivo com novo tratamento</title>
		<link>https://pinzon.com.br/covid-19-sociedade-brasileira-de-infectologia-sbi-destaca-resultado-positivo-com-novo-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 09:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Medicamento reduziu mortes de pacientes em ventilação mecânica Por Jonas Valente/Agência/Brasília A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgou nota destacando os resultados do estudo Recovery da Universidade de Oxford com o medicamento dexametasona que mostraram efeitos positivos no tratamento da covid-19. A pesquisa mostra que o medicamento resultou uma redução de mortalidade de 33% nos pacientes com covid-19 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center">Medicamento reduziu mortes de pacientes em ventilação mecânica</p>
</blockquote>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-1100 alt-font font-italic my-2 small text-info text-center">Por Jonas Valente/Agência/Brasília</p>
<div class="post-item-wrap">
<p>A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgou nota destacando os resultados do estudo Recovery da Universidade de Oxford com o medicamento dexametasona que mostraram efeitos positivos no tratamento da covid-19.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1309704&amp;o=node" /></p>
<p>A pesquisa mostra que o medicamento resultou uma redução de mortalidade de 33% nos pacientes com covid-19 em ventilação mecânica. Nos pacientes precisando de oxigênio mas sem assistência de ventilação mecânica, a queda da mortalidade foi de 20%.</p>
<p>Já entre os pacientes que não necessitam de oxigênio, não houve diferença com a prescrição do medicamento.</p>
<p>A entidade analisou que os resultados permitem uma conclusão prática: “todo paciente com covid-19 em ventilação mecânica e os que necessitam de oxigênio fora de Unidade de Terapia Intensiva devem receber dexametasona via oral ou endovenosa 6mg uma vez por dia por 10 dias”.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">Edição: Aline Leal</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo mostra que coronavírus já circulava no país antes do isolamento</title>
		<link>https://pinzon.com.br/estudo-mostra-que-coronavirus-ja-circulava-no-pais-antes-do-isolamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 12:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho foi publicado na plataforma medRxiv Por Daniel Mello/Agência Brasil/São Paulo Um estudo que envolveu pesquisadores do Brasil e do Reino Unido mostra que o novo coronavírus (covid-19) já circulava no país antes da adoção de medidas de isolamento social. Para fazer a análise, o grupo identificou 427 genomas do vírus no Brasil a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center">O trabalho foi publicado na plataforma medRxiv</p>
</blockquote>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-1100 alt-font font-italic my-2 small text-info text-center">Por Daniel Mello/Agência Brasil/São Paulo</p>
<div class="post-item-wrap">
<p>Um estudo que envolveu pesquisadores do Brasil e do Reino Unido mostra que o novo coronavírus (covid-19) já circulava no país antes da adoção de medidas de isolamento social. Para fazer a análise, o grupo identificou 427 genomas do vírus no Brasil a partir dos dados de 7,9 mil amostras de laboratórios públicos e privados. O <a href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.06.11.20128249v1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trabalho foi publicado na plataforma medRxiv</a> e ainda não passou pela revisão da comunidade científica.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1309593&amp;o=node" /></p>
<p>O estudo identificou que entre 22 e 27 de fevereiro, três tipos do vírus, provavelmente vindos da Europa, estavam presentes no país e conseguiram se estabelecer antes das medidas para restringir o contágio. O primeiro caso no Brasil foi confirmado em São Paulo, no dia 24 de fevereiro, em um homem que tinha voltado de viagem à Itália. As primeiras medidas de isolamento social só foram adotadas no estado a partir de 16 de março, e a quarentena, com fechamento dos serviços não essenciais, em 24 de março.</p>
<p>O trabalho também mostra que as medidas de isolamento social conseguiram reduzir a disseminação da doença no país. Para avaliar esse impacto, os pesquisadores cruzaram o número de mortes diárias com dados sobre o deslocamento da população fornecidos pela empresa de geolocalização InLoco e pelo Google.</p>
<p>Apesar dos efeitos positivos da quarentena, o estudo mostra que com a queda na adesão ao isolamento social em São Paulo, houve também um aumento na velocidade de transmissão da doença.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que as viagens dentro do Brasil tiveram um papel importante para que o coronavírus circulasse entre as diferentes regiões do país. Segundo o artigo, as “altamente populosas e bem conectadas áreas urbanas do Sudeste agem como principais fontes de exportação do vírus dentro do país”, apontam os pesquisadores após analisar também as distâncias médias das viagens de avião no período da pandemia.</p>
<p>Assinam o trabalho pesquisadores ligados a 44 instituições no Brasil e no Reino Unido. Entre eles, está o grupo do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e da Universidade de Oxford, da Inglaterra, que em fevereiro fizeram o primeiro sequenciamento genético do coronavírus na América Latina.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">Edição: Fernando Fraga</p>
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