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	<title>Saúde e Bem-estar &#8211; Portal Pinzón</title>
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		<title>Novas terapias e lesões neurológicas: qual o papel da reabilitação na recuperação dos pacientes?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a especialista, Dra. Letícia Gomes de Barros, da Clínica Florence Recife, novas terapias, quando comprovadas, podem ampliar possibilidades de cuidado, mas, não substitui a reabilitação intensiva, estratégia já consolidada na recuperação de lesões medulares As lesões medulares estão entre as condições neurológicas mais graves e desafiadoras da medicina. De acordo com o National Institutes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo a especialista, Dra. Letícia Gomes de Barros, da Clínica Florence Recife, novas terapias, quando comprovadas, podem ampliar possibilidades de cuidado, mas, não substitui a reabilitação intensiva, estratégia já consolidada na recuperação de lesões medulares</strong></p>
<p>As lesões medulares estão entre as condições neurológicas mais graves e desafiadoras da medicina. De acordo com o National Institutes of Health, elas afetam de 250 a 500 mil pessoas anualmente no mundo, com predomínio no sexo masculino (aproximadamente 80%) e em jovens, embora os casos em idosos estejam aumentando.</p>
<p>As novas alternativas terapêuticas, muitas ainda em estudo, trazem perspectivas promissoras e ampliam o horizonte de tratamento. Mas, diante dessas inovações, surge uma dúvida: qual éj, hoje, o cuidado mais eficaz na recuperação desses pacientes?</p>
<p>Atualmente, a reabilitação multidisciplinar intensiva é um dos pilares centrais no cuidado de pacientes com lesões medulares. “A medula é responsável por transmitir as informações entre o cérebro e o corpo, então, quando ela é lesionada, pode haver perda de movimentos, de sensibilidade e de funções importantes, como o controle urinário e intestinal”, explica a médica fisiatra, Dra. Letícia Gomes de Barros, da Clínica Florence Recife.</p>
<p>De acordo com a especialista, o impacto da lesão vai além da mobilidade, afetando diversas funções essenciais do corpo, o que exige o envolvimento de uma equipe multiprofissional, com médicos fisiatras, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, nutricionistas, educadores físicos e outros profissionais. Entre as causas mais graves de lesão medular está o trauma raquimedular (TRM), geralmente causado por acidentes como quedas, colisões de trânsito ou mergulhos em água rasa. Nesses casos, a reabilitação precoce e intensiva é determinante para a evolução clínica.</p>
<p>“A reabilitação nas fases aguda e pós-aguda, realizada de forma intensiva, aproveita a capacidade de adaptação do sistema nervoso, conhecida como neuroplasticidade, especialmente nos primeiros meses após a lesão”, afirma Letícia. “A reabilitação não é apenas um complemento. Ela é uma parte central do tratamento”, complementa.</p>
<p>REABILITAÇÃO SÓ PARA VOLTAR A ANDAR?<br />
Segundo a médica, é um equívoco associar a reabilitação apenas à recuperação dos movimentos. “Ela abrange a recuperação em todas as esferas: desde o físico até o psicoemocional e o social. Atua diretamente na autonomia, na independência para as atividades do dia a dia e na qualidade de vida.”</p>
<p>Isso inclui desde reaprender tarefas básicas, como se vestir e se alimentar, até a reinserção social, o retorno ao trabalho e o suporte emocional.</p>
<p>Além disso, a reabilitação também tem papel importante na prevenção de complicações comuns em pacientes com lesões medulares, como dor crônica, úlceras por pressão e infecções.</p>
<p>QUAL É O PAPEL DAS NOVAS TERAPIAS?<br />
Nesse cenário, especialistas defendem que o avanço de novas terapias deve caminhar junto com estratégias já consolidadas, e não em substituição a elas.</p>
<p>A fisiatra reforça que, embora as novas substâncias e abordagens terapêuticas representem avanços importantes e tragam novas perspectivas para o futuro, elas ainda não substituem o cuidado já consolidado na prática clínica.</p>
<p>“Elas são vistas como potenciais complementos ao tratamento. A inovação é sempre bem-vinda, especialmente quando se mostra segura e eficaz, mas a reabilitação continua sendo o que traduz a recuperação em vida prática, porque é ela que transforma qualquer ganho neurológico em função real no dia a dia do paciente”, afirma Letícia Gomes de Barros.</p>
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		<title>Anvisa libera tirzepatida para adolescentes com diabetes tipo 2 no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[A endocrinologista Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e saúde metabólica, avalia que a aprovação representa um avanço importante, mas exige cautela A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação da indicação da tirzepatida, comercializada como Mounjaro, para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A endocrinologista Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e saúde metabólica, avalia que a aprovação representa um avanço importante, mas exige cautela</strong></p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação da indicação da tirzepatida, comercializada como Mounjaro, para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos. A decisão torna o medicamento o primeiro agonista duplo dos receptores GIP/GLP-1 autorizado para uso pediátrico no Brasil, ampliando as possibilidades terapêuticas para uma população que enfrenta crescimento preocupante da doença.</p>
<p>Atualmente, cerca de 213 mil adolescentes convivem com diabetes tipo 2 no país, além de mais de 1,4 milhão com pré-diabetes — condição que eleva o risco de evolução para a forma estabelecida da doença. O aumento dos casos está diretamente associado ao crescimento da obesidade infantil e ao sedentarismo, fatores que impactam o metabolismo ainda na juventude.</p>
<p>A endocrinologista Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e saúde metabólica, avalia que a aprovação representa um avanço importante, mas exige cautela. “Estamos falando de uma população em fase de crescimento e desenvolvimento hormonal. A indicação precisa ser individualizada, com acompanhamento rigoroso, porque o tratamento não substitui mudança de estilo de vida e suporte familiar”, afirma.</p>
<p>A tirzepatida atua nos hormônios GIP e GLP-1, envolvidos no controle da glicose e do apetite. Na prática, o medicamento ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue e pode contribuir para a perda de peso — fator relevante em adolescentes com diabetes tipo 2 associado à obesidade.</p>
<p>A decisão da Anvisa foi baseada em estudo clínico internacional de fase 3, publicado na revista científica The Lancet, que demonstrou eficácia no controle glicêmico nessa faixa etária. Os efeitos adversos observados foram semelhantes aos registrados em adultos, principalmente sintomas gastrointestinais como náusea, diarreia e vômito, geralmente leves a moderados e mais frequentes no início do tratamento. Não houve registro de hipoglicemia grave no estudo.</p>
<p>Segundo Leila Gonzaga, a ampliação da indicação abre uma nova alternativa terapêutica para casos em que outras estratégias não foram suficientes. “É uma ferramenta importante, especialmente para adolescentes com resistência à insulina e obesidade associada. No entanto, o uso deve ser criterioso, sempre conduzido por endocrinologista, com avaliação clínica completa e monitoramento constante”, ressalta.</p>
<p>A especialista reforça que o tratamento do diabetes tipo 2 na adolescência precisa envolver abordagem multidisciplinar. “Medicamento não atua sozinho. Alimentação equilibrada, atividade física regular, apoio psicológico e acompanhamento familiar são fundamentais para evitar complicações futuras, como doenças cardiovasculares e renais”, conclui.</p>
<p>A nova autorização marca um passo relevante no enfrentamento do diabetes tipo 2 em jovens, mas também reforça a necessidade de diagnóstico precoce, prevenção e políticas de saúde voltadas à infância e adolescência.</p>
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		<title>Últimos dias do lote promocional para participar da 4ª edição do Difusora Running</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ESPORTES]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Consolidado no calendário esportivo da cidade, o evento reúne atletas amadores e profissionais em uma grande celebração ao esporte, à saúde e à inclusão Os interessados em participar da 4ª edição do Difusora Running devem se apressar: seguem abertas as últimas vagas do segundo lote promocional para a corrida, que acontece no dia 16 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Consolidado no calendário esportivo da cidade, o evento reúne atletas amadores e profissionais em uma grande celebração ao esporte, à saúde e à inclusão</strong></p>
<p>Os interessados em participar da 4ª edição do Difusora Running devem se apressar: seguem abertas as últimas vagas do segundo lote promocional para a corrida, que acontece no dia 16 de maio de 2026, em frente ao Shopping Difusora, na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro Maurício de Nassau, em Caruaru.</p>
<p>Consolidado no calendário esportivo da cidade, o evento reúne atletas amadores e profissionais em uma grande celebração ao esporte, à saúde e à inclusão.</p>
<p>As inscrições seguem disponíveis por meio do site ticketsports.com.br. O segundo lote promocional permanece aberto até o dia 8 de maio de 2026, ou enquanto durarem as vagas, ao valor de R$ 150,00, acrescido da taxa do site e da doação de um alimento não perecível. Atletas idosos, a partir de 60 anos, e Pessoas com Deficiência (PCD), para a prova de 5 km, têm direito a 50% de desconto, mediante comprovação no ato da inscrição. Os alimentos arrecadados serão destinados a instituições filantrópicas.</p>
<p>Os participantes poderão escolher entre as modalidades caminhada de 3 km e corrida, com percursos de 5 km e 10 km, nas categorias masculino e feminino. A prova de 10 km contará ainda com premiação por faixa etária, dividida nas seguintes idades: de 18 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 59 anos, 60 a 69 anos e 70 anos ou mais. A premiação em dinheiro será destinada às categorias de corrida de rua, conforme regulamento do evento.</p>
<p>A retirada dos kits acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de maio, no Shopping Difusora, em local previamente sinalizado. O kit do atleta é composto por camisa Dry-Fit com proteção UV 50+, sacochila, número de peito, chip de cronometragem (exceto caminhada) e medalha, que será entregue após a conclusão da prova. Para a retirada, será obrigatória a apresentação de documento oficial com foto e a entrega do alimento não perecível. Não haverá entrega de kits no dia do evento.</p>
<p><strong>A largada da categoria PCD</strong> – 5 km acontece às 18h25, seguida, às 18h30, pela largada da caminhada de 3 km e das corridas de 5 km e 10 km. Durante o percurso, os participantes contarão com pontos de hidratação e, ao final da prova, uma estrutura com frutas e apoio aos corredores.</p>
<p>Na premiação, os três primeiros colocados gerais dos 5 km, nas categorias masculino e feminino, receberão troféus e valores em dinheiro, sendo R$ 800 para o primeiro lugar, R$ 500 para o segundo e R$ 300 para o terceiro. A categoria PCD – 5 km segue a mesma premiação. Já nos 10 km – categoria geral, os vencedores receberão R$ 1.000 para o primeiro lugar, R$ 800 para o segundo e R$ 500 para o terceiro, além de troféus. Também haverá entrega de troféus para os três primeiros colocados de cada faixa etária nos 10 km.</p>
<p>O edital completo pode ser conferido no site ticketsports.com.br.</p>
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		<title>Olinda sedia oficina do programa &#8220;Agora Tem Especialista&#8221;, para qualificar atendimento na rede pública de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ENCONTROS]]></category>
		<category><![CDATA[OFICINAS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Formação reuniu equipes de saúde e discutiu estratégias para reduzir filas e acelerar diagnósticos Olinda recebeu, na manhã desta sexta-feira (24), uma oficina de formação do programa Agora Tem Especialista, iniciativa do Ministério da Saúde que vem sendo multiplicada pelo Governo de Pernambuco nos municípios. O encontro começou às 8h e segue até as 16h, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><strong>Formação reuniu equipes de saúde e discutiu estratégias para reduzir filas e acelerar diagnósticos</strong><br />
</i><br />
Olinda recebeu, na manhã desta sexta-feira (24), uma oficina de formação do programa Agora Tem Especialista, iniciativa do Ministério da Saúde que vem sendo multiplicada pelo Governo de Pernambuco nos municípios. O encontro começou às 8h e segue até as 16h, na antiga sede das FACHO, às margens da PE-15.</p>
<p>A atividade reuniu equipes de coordenação e direção da saúde municipal, com foco na organização do fluxo de atendimento e na ampliação do acesso da população a consultas especializadas.</p>
<p><b>Programa propõe atendimento integrado e mais ágil<br />
</b><br />
Durante a oficina, foi apresentado o modelo de linha de cuidado integrada, que busca reduzir a fragmentação no atendimento. A proposta é que o paciente tenha acesso, em um mesmo fluxo, à consulta com especialista, realização de exames e retorno para diagnóstico em tempo adequado, facilitando o início do tratamento.</p>
<p>Segundo o coordenador do Núcleo de Apoio à Gestão (NAG) da I Geres, Leonildo Cadena, o programa pretende reorganizar o atendimento especializado em diversas áreas, como ginecologia, oncologia, cardiologia, ortopedia e otorrinolaringologia.</p>
<p>&#8220;O objetivo do programa é reduzir as filas que nós temos nas nossas regulações municipais, ampliar o acesso aos especialistas, bem como as novas especialidades, produzir tratamento precoce e diagnóstico no tempo hábil&#8221;, destacou.</p>
<p>A gerente da I Regional de Saúde, Thais Neves, reforçou que a oficina tem caráter estratégico, ao capacitar profissionais da atenção primária e da gestão para garantir a execução do programa nos municípios.</p>
<p><b>Meta é concluir tratamentos em até 60 dias<br />
</b><br />
A secretária de Saúde de Olinda, Daniele Uchôa, destacou o impacto direto da iniciativa na vida dos pacientes, com a redução do tempo de espera por atendimento e tratamento completo.</p>
<p>&#8220;Esse programa vem com essa proposta extremamente audaciosa, entre 30 a 60 dias fechar totalmente com o seu tratamento, seja uma cirurgia, seja um encaminhamento de exame, o que for. A gente tem por obrigação, entre 30 a 60 dias concluir. Isso é extremamente gratificante, porque diminui a peregrinação do paciente pela rede&#8221;, afirmou.</p>
<p>A gestora também ressaltou que a realização da oficina coloca Olinda em posição de destaque na implementação do programa no estado.</p>
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		<title>Psicanalista Maria Helena Fernandes, lança em Recife, livro sobre sofrimento, corpo e alimentação na clínica contemporânea</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[LANÇAMENTO DE LIVRO]]></category>
		<category><![CDATA[LITERATURA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[A obra discute os impactos dos ideais atuais sobre o corpo e a subjetividade na prática psicanalítica A psicanalista Maria Helena Fernandes, lança às 11h deste sábado 25 de abril, no auditório da Livraria Jaqueira, no Recife Antigo, o livro &#8220;Capturas do sofrimento: corpo, alimentação e ideais na clínica psicanalítica&#8221;. No evento, a autora bate [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A obra discute os impactos dos ideais atuais sobre o corpo e a subjetividade na prática psicanalítica</strong></p>
<p>A psicanalista Maria Helena Fernandes, lança às 11h deste sábado 25 de abril, no auditório da Livraria Jaqueira, no Recife Antigo, o livro &#8220;Capturas do sofrimento: corpo, alimentação e ideais na clínica psicanalítica&#8221;. No evento, a autora bate papo com as psicanalistas do Círculo Psicanalítico de Pernambuco Cristina Mendonça e Maria Thereza Lins.</p>
<p>As páginas reúnem oito artigos escritos pela autora relacionados ao tema do corpo e da alimentação enquanto domínios que fazem valer os excessos e as tiranias dos ideais do sujeito contemporâneo. As escolhas tiveram como objetivo contribuir para uma escuta clínica atenta ao fato de que o sofrimento psíquico é indissociável de uma experiência narrativa mobilizada pelos sistemas de valores próprios de uma determinada época e lugar. “Creio que somente assim poderemos transmitir às novas gerações, que se debruçam hoje sobre inúmeros novos desafios, uma psicanálise criativa e aberta às vicissitudes do seu tempo e, particularmente, ao impacto da situação social brasileira nas configurações do sofrimento psíquico em nosso país”, disse Maria Helena Fernandes.</p>
<p>Em cada capítulo, a teoria freudiana comparece junto com outros autores contemporâneos, a fim de guiar a compreensão de quadros clínicos, tanto complexos, quanto atuais. Eles podem ser lidos independentemente, com base no interesse do leitor por cada tema, mas, sempre que possível, os textos aparecem na forma temporal da escrita. “Isso tem a vantagem de permitir ao leitor acompanhar, de perto, a construção do meu pensamento. A partir da minha clínica cotidiana, os temas foram se sucedendo e se comunicando uns com os outros, construindo, assim, um caminho que é responsável pela minha forma atual de pensar e de transmitir a psicanálise”, explica Fernandes.</p>
<p>A construção do projeto metapsicológico freudiano é o tema do artigo que inaugura o livro, tendo sido primeiramente publicado em um número da revista Percurso em homenagem à obra do psicanalista francês Pierre Fédida, por ocasião do seu falecimento. Este primeiro capítulo é o único que aborda exclusivamente a construção dos modelos teóricos freudianos, todos os demais privilegiarão as discussões clínicas. Os capítulos 2, 3 e 4 abordam, respectivamente, a questão da percepção do corpo nos processos de adoecimento somático, a fecundidade do modelo da hipocondria para refletirmos sobre as formas de apresentação do sofrimento contemporâneo e a discussão sobre o estatuto do corpo na psicanálise, particularmente sobre o lugar do corpo na teoria freudiana e sua função na escuta do analista. Nos capítulos 5 e 6, são abordadas algumas hipóteses que tratam da anorexia e da bulimia na clínica psicanalítica, particularmente aquelas que dizem respeito à questão da relação do sujeito com seu corpo e com a figura materna. O capítulo 7, parte da fecundidade da clínica psicanalítica da anorexia e da bulimia para enfatizar a centralidade da questão do corpo e dos ideais na psicopatologia contemporânea e sua relação com a alimentação. No oitavo e último capítulo, é novamente abordada a relação entre psicopatologia e cultura, desta vez a partir da especificidade do mal-estar feminino e sua relação com o corpo e com a vivência da maternidade.</p>
<p><strong>Maria Helena Fernandes</strong></p>
<p>É recifense e mora há 42 anos em São Paulo. Psicanalista, Doutora em Psicanálise e Psicopatologia pela Universidade de Paris VII, com pós-doutoramento pelo Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e membro dos Departamentos de Psicanálise e de Psicossomática Psicanalítica do Instituto Sedes Sapientiae (São Paulo), onde é também professora do Curso de Psicanálise e professora colaboradora do Curso de Psicossomática Psicanalítica. É autora dos livros L’hypocondrie du rêve et le silence des organes: une clinique psychanalytique du somatique (Presses Universitaires du Septentrion, 1999), Corpo (Casa do Psicólogo, 2003), Transtornos Alimentares: anorexia e bulimia (Casa do Psicólogo, 2006) e Capturas do sofrimento: corpo, alimentação e ideais na clínica psicanalítica (Blucher, 2025).</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><em>Lançamento do livro Capturas do sofrimento: corpo, alimentação e ideais na clínica psicanalítica &#8211; Maria Helena Fernandes</em></p>
<p><strong>Data</strong>: 25 de abril de 2026</p>
<p><strong>Hora</strong>: 11h</p>
<p><strong>Local</strong>: Livraria Jaqueira &#8211; Rua Madre de Deus, 110, Recife Antigo.  Recife &#8211; PE</p>
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		<item>
		<title>Instituto do Autismo participa da Terceira caminhada do grupo TEA Ipojuca</title>
		<link>https://pinzon.com.br/instituto-do-autismo-participa-da-terceira-caminhada-do-grupo-tea-ipojuca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AÇÕES SOCIAIS]]></category>
		<category><![CDATA[CAMINHADA]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[DIVERSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[O evento que acontece neste sábado (25), terá início às 14h, em frente ao Centro Infantil de Ipojuca, localizado na Rua da Brasília, reunindo famílias, profissionais e apoiadores da causa O Instituto do Autismo participa neste sábado (25), da Terceira caminhada do grupo TEA Ipojuca , por uma Ipojuca Inclusiva, ação que integra o mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O evento que acontece neste sábado (25), terá início às 14h, em frente ao Centro Infantil de Ipojuca, localizado na Rua da Brasília, reunindo famílias, profissionais e apoiadores da causa</strong></p>
<p>O Instituto do Autismo participa neste sábado (25), da Terceira caminhada do grupo TEA Ipojuca , por uma Ipojuca Inclusiva, ação que integra o mês de conscientização do autismo. O evento terá início às 14h, em frente ao Centro Infantil de Ipojuca, localizado na Rua da Brasília, reunindo famílias, profissionais e apoiadores da causa.</p>
<p>A caminhada seguirá em direção ao pátio de eventos da cidade, onde será realizado o encerramento com atividades voltadas para o público infantil, incluindo brinquedos infláveis, promovendo um momento de lazer e inclusão para as crianças e suas famílias.</p>
<p>Esta é a terceira edição da caminhada, que vem se consolidando como uma importante iniciativa de mobilização social e conscientização sobre o autismo no município. A proposta é ampliar o debate, combater o preconceito e fortalecer a rede de apoio às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>
<p>A ação é organizada por um grupo de mães atípicas, intitulado TEA Ipojuca, que atua na defesa dos direitos e na promoção da inclusão de crianças autistas, reunindo famílias e apoiadores em torno da causa.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:</p>
<p><strong>Evento</strong>: Terceira caminhada do grupo TEA Ipojuca – Por uma Ipojuca Inclusiva</p>
<p><strong>Data</strong>: Sábado, 25 de abril</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Local de saída</strong>: Em frente ao Centro Infantil de Ipojuca (Rua da Brasília)</p>
<p><strong>Percurso</strong>: Até o pátio de eventos de Ipojuca</p>
<p><strong>Encerramento</strong>: Atividades recreativas com brinquedos infláveis para as crianças</p>
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		<title>Inovação na saúde mental: a Neuromodulação não invasiva no tratamento da ansiedade, depressão e Burnout</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia permite tratar de forma segura, indolor e sem uso de medicação A forma como a saúde mental é tratada está passando por uma transformação significativa. Em vez de abordagens baseadas exclusivamente em medicação, uma nova frente terapêutica ganha espaço no Brasil: a neuromodulação não invasiva, um conjunto de tecnologias capazes de estimular o cérebro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tecnologia permite tratar de forma segura, indolor e sem uso de medicação</strong></p>
<p>A forma como a saúde mental é tratada está passando por uma transformação significativa. Em vez de abordagens baseadas exclusivamente em medicação, uma nova frente terapêutica ganha espaço no Brasil: a neuromodulação não invasiva, um conjunto de tecnologias capazes de estimular o cérebro com precisão, segurança e sem necessidade de cirurgia.</p>
<p>É com essa proposta que nasce a Neuropolo, clínica especializada que chega ao mercado com a missão de redefinir o cuidado em saúde mental por meio da integração entre ciência, tecnologia e personalização. A Neuropolo recebeu o Prêmio Recife de Inovação (2025) na categoria Inovação Empresarial no tratamento de pacientes neuroatípicos e psiquiátricos e tem unidades no Recife, no Rio Mar Trade Center, e em Caruaru, no bairro Maurício de Nassau. A clínica aposta em protocolos individualizados e baseados em dados para tratar não apenas sintomas, mas o funcionamento cerebral como um todo.</p>
<p>De forma simplificada, a neuromodulação não invasiva utiliza estímulos controlados para regular as redes neurais. Técnicas como Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS), neurofeedback, fotobiomodulação e estimulação do nervo vago são aplicadas de forma confortável, com o paciente acordado e sem dor.</p>
<p>“A neuromodulação não invasiva representa uma nova era na forma como tratamos o cérebro, com precisão, segurança e ciência”, explica a psiquiatra especialista em Neuromodulação não invasiva Maria da Conceição Baracho de Melo, responsável técnica da clínica, com mais de dez anos de experiência na área.</p>
<p>Segundo a especialista, o método tem sido especialmente indicado para casos de depressão, ansiedade, burnout, TDAH e insônia, principalmente quando há resistência aos tratamentos tradicionais ou quando o paciente busca alternativas com menos dependência de medicamentos.</p>
<p>“Hoje, observamos que muitos pacientes chegam após tentativas frustradas com tratamentos convencionais. Muitas vezes, não é o paciente que falhou. O tratamento é que não era adequado para o funcionamento cerebral dele”, destaca.</p>
<p>Entre os principais benefícios relatados estão melhora do humor, maior clareza mental, aumento da energia, regulação emocional e qualidade do sono. Em muitos casos, também é possível reduzir o uso de medicação, sempre com acompanhamento médico.</p>
<p>Os primeiros resultados costumam aparecer entre duas e quatro semanas, variando de acordo com o perfil clínico de cada paciente.</p>
<p>Diferentemente dos modelos tradicionais, a abordagem da Neuropolo parte de uma avaliação completa, que inclui mapeamento cerebral (qEEG), análise funcional e avaliação neuropsicológica. A partir desses dados, são definidos protocolos personalizados, acompanhados de forma contínua por uma equipe multidisciplinar.</p>
<p>“Nosso objetivo é devolver funcionalidade, qualidade de vida e autonomia aos pacientes. Existe uma diferença clara entre tratar e realmente recuperar e é nessa diferença que a neuromodulação atua”, reforça a médica.</p>
<p>A tendência acompanha um movimento global. A psiquiatria caminha para um modelo mais preciso, tecnológico e centrado no indivíduo, com menor dependência de intervenções genéricas.</p>
<p>“A saúde mental do futuro não será baseada apenas em sintomas, mas em como o cérebro de cada indivíduo realmente funciona”, conclui.</p>
<p>O tratamento é indicado para diferentes faixas etárias, desde crianças até idosos, mediante avaliação médica. As contraindicações são restritas, tornando a neuromodulação uma alternativa segura e acessível para quem busca uma abordagem mais moderna no cuidado com a mente.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:</p>
<p><em>Neuropolo</em></p>
<p>Recife &#8211; Av. República do Líbano, 256 &#8211; Rio Mar Trade Center &#8211; Torre 4 &#8211; Sala 1112 &#8211; Pina</p>
<p>Caruaru &#8211; Av. Doutor Pedro Jordão, 915 &#8211; Mauricio de Nassau</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="FKbvqmTYc1"><p><a href="https://neuropolo.com.br/">Neuropolo</a></p></blockquote>
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<p><strong>Instagram</strong>: @neuropolo</p>
<p><strong>Telefone</strong>: 81994956161</p>
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		<title>Perda de visão na terceira idade: o diagnóstico precoce de doenças oculares é um dos principais aliados na prevenção, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Oftalmologista Dr. Luiz G. Caprio, do AME Carapicuíba, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM, responde as principais dúvidas sobre o tema  O diagnóstico precoce de doenças oculares é um dos principais aliados na prevenção da cegueira e da baixa visão e pode evitar até 80% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Oftalmologista Dr. Luiz G. Caprio, do AME Carapicuíba, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM, responde as principais dúvidas sobre o tema </strong></p>
<p>O diagnóstico precoce de doenças oculares é um dos principais aliados na prevenção da cegueira e da baixa visão e pode evitar até 80% dos casos de deficiência visual, segundo a Organização Mundial da Saúde. O alerta ganha destaque no Abril Marrom, mês dedicado à conscientização dessas condições.</p>
<p>A campanha reforça a importância do acompanhamento oftalmológico regular, já que muitas doenças evoluem de forma silenciosa, causando danos irreversíveis quando descobertas tardiamente. Embora o tema envolva todas as faixas etárias, o cuidado deve ser redobrado entre a população idosa, uma vez que o avanço da idade aumenta o risco de problemas que afetam a capacidade visual e comprometem a autonomia e a qualidade de vida.</p>
<p>Para esclarecer o tema, o oftalmologista Dr. Luiz G. Caprio, do AME Carapicuíba, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, responde às principais dúvidas sobre o tema:</p>
<p><strong>A perda de visão faz parte do envelhecimento ou sempre indica doença?</strong></p>
<p>Algumas alterações são esperadas com o envelhecimento, como a presbiopia, que é a dificuldade para enxergar de perto causada pela perda de flexibilidade do cristalino.</p>
<p>No entanto, qualquer mudança deve ser avaliada por um profissional. Sintomas como perda progressiva da visão, piora em apenas um dos olhos, presença de manchas no campo visual ou redução da percepção periférica não são normais e costumam indicar doenças que exigem diagnóstico e tratamento.<br />
<strong>Quais são as principais causas de cegueira e baixa visão em idosos?</strong></p>
<p>As principais causas são catarata, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), glaucoma e erros refrativos não corrigidos. Entre elas, a catarata é a mais comum e ocorre quando o cristalino perde a transparência, provocando visão embaçada e maior sensibilidade à luz. Já o glaucoma afeta o nervo óptico, o que leva à perda gradual da visão periférica, muitas vezes de forma silenciosa.<br />
<strong>Quais fatores aumentam o risco de perda de visão na velhice?</strong></p>
<p>A idade avançada é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças oculares, especialmente quando associada a hábitos e condições de vida que impactam diretamente a saúde dos olhos. Fatores como tabagismo, consumo de álcool, exposição excessiva à luz ultravioleta, alimentação inadequada e obesidade estão associados a um maior risco de alterações na visão. Além disso, histórico familiar e o uso prolongado de medicamentos, como corticosteroides, também estão relacionados a esses riscos.<br />
<strong>Como diabetes e hipertensão afetam a visão?</strong></p>
<p>O diabetes pode causar retinopatia diabética, condição em que os vasos sanguíneos da retina são danificados, podendo levar a vazamentos, formação de vasos anormais e perda progressiva da visão. A hipertensão também afeta os vasos da retina, provocando alterações na circulação ocular. Quando não controladas, ambas levam a complicações.<br />
<strong>Quais sinais de alerta não devem ser ignorados?</strong></p>
<p>Alguns sintomas exigem avaliação imediata, como perda súbita de visão, flashes de luz, aparecimento repentino de “moscas volantes”, dor ocular intensa e sensação de sombra ou “cortina” no campo visual. Esses sinais podem indicar quadros graves, como descolamento de retina ou glaucoma agudo, que também oferecem o risco da      perda permanente da visão se não tratados rapidamente.<br />
<strong>Com que frequência o idoso deve ir ao oftalmologista?</strong></p>
<p>A recomendação é que pessoas com 65 anos ou mais realizem exames oftalmológicos completos a cada 1 ou 2 anos. Para pacientes com doenças crônicas, como diabetes, ou com fatores de risco, o acompanhamento deve ser mais frequente, conforme orientação médica.<br />
<strong>Como a baixa visão afeta a autonomia do idoso no dia a dia?</strong></p>
<p>A baixa visão compromete atividades básicas, como se vestir, se alimentar e se locomover, além de dificultar tarefas mais complexas, como administrar medicamentos e finanças. Também pode aumentar o risco de quedas e favorecer o isolamento social.<br />
<strong>Qual o principal alerta para idosos e familiares?</strong></p>
<p>Muitas doenças oculares são silenciosas e evoluem lentamente. Quando os sintomas aparecem, a complicação pode estar avançada. Por isso, não é recomendado esperar sinais para procurar atendimento. O acompanhamento regular é fundamental para o diagnóstico precoce e a prevenção da cegueira.<br />
<strong>Programa Acompanhante de Idosos e o cuidado com a saúde ocular</strong></p>
<p>O cuidado com a visão está diretamente ligado à manutenção da autonomia e da qualidade de vida. Nesse contexto, o CEJAM gerencia o Programa Acompanhante de Idosos (PAI), uma iniciativa da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo voltada ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Nas UBSs Vera Cruz, Jardim Maracá e Jardim Comercial, administradas pelo CEJAM em São Paulo, o programa oferece assistência domiciliar personalizada, com apoio às atividades diárias e acompanhamento em consultas e exames. O PAI também contribui para o diagnóstico precoce ao identificar possíveis sinais e sintomas, além de auxiliar aqueles que já apresentam alguma limitação visual.</p>
<p>Com foco na prevenção de quedas e em estímulos cognitivos e motores, atua na manutenção da independência e da capacidade funcional dos idosos. A iniciativa reforça o compromisso do CEJAM com a promoção da saúde e a redução de agravos, especialmente entre populações mais vulneráveis.<br />
<strong>Sobre o CEJAM      </strong></p>
<p>O CEJAM &#8211; Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.</p>
<p>A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.</p>
<p>O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.</p>
<p>Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!</p>
<p>Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Envelhecimento da população impulsiona demanda por profissionais de saúde no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[EMPREGO E RENDA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde, professora Maria Cristina Figueira, a enfermagem está no centro de todo o cuidado na saúde do ser humano O Brasil vive uma transformação demográfica acelerada: a população idosa (acima de 60 anos) saltou de 14 milhões em 2010 para mais de 32 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">De acordo com a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde, <span class="v1gmail_default">p</span>rofessora Maria Cristina Figueira, a enfermagem está no centro de todo o cuidado na saúde do ser humano</span></strong></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">O Brasil vive uma transformação demográfica acelerada: a população idosa (acima de 60 anos) saltou de 14 milhões em 2010 para mais de 32 milhões em 2025, segundo o IBGE. Daqui a 45 anos, os brasileiros com mais de 60 anos deverão corresponder a cerca de 37,8% da população do país, ou 75,3 milhões de pessoas idosas, de acordo com projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a Organização das Nações Unidas (ONU) informa que o Brasil é à sexta nação com o maior número de idosos no mundo.<span class="v1gmail_default"> Então, quem atua no setor de saúde tem de estar preparado para a grande demanda que está por vir.</span></span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Nesse sentido, as Unidades básicas de saúde(UBS); postos de saúde; Unidades de Pronto Atendimento (UPAs); hospitais; gestão de serviços de saúde; docência; consultórios e clínicas especializadas são campos de atuação do profissional enfermeiro. Além desses, ganham destaque áreas como o atendimento domiciliar (home care), assistência em instituições de longa permanência para idosos, empresas (na promoção de saúde ocupacional), escolas e até mesmo na gestão e auditoria em saúde.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">A atenção primária, considerada porta de entrada do sistema de saúde, é o campo de atuação do enfermeiro. Nesse contexto, <span class="v1gmail_default">ele</span> assume papel estratégico no acompanhamento contínuo de pacientes, na prevenção de doenças e na promoção da saúde, contribuindo diretamente para a redução do adoecimento da população, o que, em alguma medida, diminui a sobrecarga nos hospitais e emergências.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">O avanço do envelhecimento populacional, aliado ao aumento de doenças crônicas e à ampliação do acesso aos serviços de saúde, exige do enfermeiro qualificação contínua para atuar em diferentes frentes de cuidado e tem impulsionado a demanda por profissionais da enfermagem em todo o país. A tendência é que, nos próximos anos, o mercado de trabalho para enfermeiros se torne ainda mais aquecido, exigindo não apenas maior número de profissionais, mas também qualificação cada vez mais especializada.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b><span class="v1gmail_default">PREPARAÇÃO</span><br />
</b></span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">De acordo com a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde, <span class="v1gmail_default">p</span>rofessora Maria Cristina Figueira, o cenário exige profissionais cada vez mais preparados para lidar com demandas complexas. &#8220;A enfermagem está no centro de todo o cuidado na saúde do ser humano. Com o envelhecimento da população e o aumento das doenças crônicas e degenerativas, o enfermeiro precisa desenvolver competências técnicas, humanistas, científicas, habilidades essas necessárias para entender e cuidar da população&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">A professora ressalta que a formação contínua é um diferencial competitivo para todo enfermeiro. &#8220;Não basta apenas a graduação. É fundamental que o profissional busque especialização como mestrado profissional, pós-graduação e cursos de aperfeiçoamento, para que esteja atento às inovações tecnológicas na área da saúde, como a telemedicina e o uso de prontuários eletrônicos&#8221;, completa Maria Cristina Figueira.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Além da qualificação técnica, habilidades como gestão de equipes, tomada de decisão e capacidade de atuar em diferentes contextos também ganham relevância. Isso porque o enfermeiro ocupa posições de liderança da equipe de enfermagem e muitas vezes, coordenação de serviços de saúde.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Neste cenário promissor, a enfermagem se consolida como uma das carreiras mais essenciais para o futuro do país. Diante das transformações demográficas e dos novos desafios da saúde pública, investir na formação e na valorização desses profissionais será fundamental para garantir um atendimento de qualidade à população.</span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b><span class="v1gmail_default">500 MIL NOVOS ENFERMEIROS ATÉ 2030</span><br />
</b></span></p>
<p class="v1MsoNormal"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Com essa tendência de transformação demográfica acelerada, impulsionada por maior expectativa de vida (hoje em 76 anos) e queda na taxa de natalidade, cria um &#8220;bônus demográfico invertido&#8221; que pressiona o mercado de trabalho em saúde. O Ministério da Saúde estima que o país precisará de 500 mil novos enfermeiros até 2030 para atender o SUS e o setor privado. Clínicas de longa permanência, home care e telesaúde crescem 15% ao ano, gerando vagas em regiões como Sudeste e Nordeste.</span></p>
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		<title>Simepe, Cremepe e Corpo clínico do Hospital Pelópidas Silveira (HPS), se reúnem em busca de soluções para as demandas dos médicos e médicas da unidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 20:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ENCONTROS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[O encontro realizado na sede do Cremepe, no bairro do Espinheiro, teve como pauta principal a elevada demanda assistencial na Sala Vermelha da unidade Com o objetivo de construir soluções para as demandas das médicas e dos médicos, o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) reuniram-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O encontro realizado na sede do Cremepe, no bairro do Espinheiro, teve como pauta principal a elevada demanda assistencial na Sala Vermelha da unidade</strong></p>
<p>Com o objetivo de construir soluções para as demandas das médicas e dos médicos, o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) reuniram-se na tarde da quinta-feira (16), com o corpo clínico do Hospital Pelópidas Silveira (HPS). O encontro, realizado na sede do Cremepe, no bairro do Espinheiro, teve como pauta principal a elevada demanda assistencial na Sala Vermelha da unidade.</p>
<p>Representando o Simepe, participaram da reunião a presidente, Carol Tabosa, e o diretor Rodrigo Rosas.<br />
Durante o encontro, os médicos relataram inadequação da escala de plantões frente à demanda assistencial, necessidade de substituição de equipamentos e outras fragilidades estruturais que impactam diretamente o funcionamento do serviço.</p>
<p>Recentemente, as diretorias das duas instituições dialogaram com a gestão do HPS e da Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes (FGH), com o objetivo de debater irregularidades identificadas em fiscalizações realizadas pelo Cremepe nos meses de junho e setembro de 2025. Entre os principais pontos apontados, destacam-se escalas incompletas, ausência de condições adequadas de privacidade para os pacientes e descumprimento de normas básicas para serviços de urgência e emergência.</p>
<p>Na última segunda-feira (13), Simepe e Cremepe realizaram nova visita ao HPS. Na ocasião, foram constatados problemas nas salas de observação amarela e vermelha, especialmente relacionados ao subdimensionamento da equipe médica frente à demanda existente, o que repercute diretamente nas condições de trabalho dos profissionais e na qualidade da assistência prestada à população.</p>
<p>Para a presidente do Simepe, Carol Tabosa, a situação no HPS traz impactos tanto para o corpo clínico quanto para a sociedade. “Aqui, conseguimos ouvir os colegas sobre a sobrecarga enfrentada diariamente no serviço. Essa realidade impõe limites operacionais que acabam repercutindo na assistência aos pacientes”, afirmou.</p>
<p>Uma nova reunião com a gestão do HPS está marcada para o dia 24 de abril. “Precisamos avançar em soluções que contemplem não apenas os médicos que atuam na unidade, mas, sobretudo, os pacientes, garantindo uma assistência digna e segura”, finalizou a presidente do Simepe.</p>
<p>O Simepe seguirá acompanhando de forma permanente a situação da unidade, reafirmando seu compromisso com os pacientes, médicos e médicas que atuam na unidade.</p>
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