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	<title>Saúde e Bem-estar &#8211; Portal Pinzón</title>
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		<title>CREF12/PE dá início à Operação Volta às Aulas em todo o Estado, nesta segunda-feira (03)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:26:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FISCALIZAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[A ação segue até o dia 7 de agosto e vai percorrer escolas públicas e privadas em todas as mesorregiões do Estado para verificar a atuação dos profissionais de Educação Física e as condições dos espaços destinados às aulas da disciplina O Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE) inicia na próxima segunda-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ação segue até o dia 7 de agosto e vai percorrer escolas públicas e privadas em todas as mesorregiões do Estado para verificar a atuação dos profissionais de Educação Física e as condições dos espaços destinados às aulas da disciplina</strong></p>
<p>O Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE) inicia na próxima segunda-feira (3), mais uma edição da Operação Volta às Aulas. A ação segue até o dia 7 de agosto e vai percorrer escolas públicas e privadas em todas as mesorregiões do Estado para verificar a atuação dos profissionais de Educação Física e as condições dos espaços destinados às aulas da disciplina.</p>
<p>As visitas serão realizadas em escolas das redes municipal, estadual, federal e particular. Durante a fiscalização, as equipes irão conferir se os profissionais responsáveis pelas aulas possuem registro regular no CREF, além de observar as condições dos ambientes utilizados pelos estudantes.</p>
<p>De acordo com o presidente do CREF12/PE, Lúcio Beltrão (CREF 003574-G/PE), a operação busca garantir que as aulas aconteçam dentro das exigências legais e em locais adequados para a prática das atividades.</p>
<figure id="attachment_69722" aria-describedby="caption-attachment-69722" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-69722" src="https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-300x169.jpg 300w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-1024x576.jpg 1024w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-768x432.jpg 768w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-1536x864.jpg 1536w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-2048x1152.jpg 2048w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-696x392.jpg 696w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-1068x601.jpg 1068w, https://pinzon.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lucio-beltrao-presidente-do-CREF-12-PE-210726-1-747x420.jpg 747w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-69722" class="wp-caption-text">Lúcio Beltrão, Presidente do CREF12/PE / Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>&#8220;Realizamos essa operação semestralmente para verificar se as instituições estão atendendo às normas previstas para o ensino da Educação Física. É uma medida que contribui para oferecer mais segurança aos estudantes durante as aulas&#8221;, afirma.</p>
<p>A fiscalização do CREF12/PE utiliza câmeras corporais e drones para registrar as inspeções. As imagens e demais informações coletadas podem subsidiar ações de órgãos como os Ministérios Públicos Estadual e Federal, os Tribunais de Contas, as Polícias Civil, Militar e Federal, além dos governos federal, estadual e municipais. O material também auxilia no acompanhamento de situações relacionadas ao exercício ilegal da profissão e às condições de espaços destinados à prática de atividades físicas, como escolas, academias, praças, parques, condomínios, ciclovias, calçadas, quadras esportivas e piscinas.</p>
<p>A legislação brasileira determina que professores responsáveis pelas aulas de Educação Física na educação infantil, no ensino fundamental, no ensino médio e no ensino superior devem possuir registro ativo no Sistema CONFEF/CREFs. Esse entendimento é respaldado por decisões do Ministério Público Federal (MPF), dos Tribunais Regionais Federais (TRFs) e pela jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>O exercício da profissão sem o devido registro pode resultar em responsabilização nas esferas administrativa, cível e criminal, conforme prevê a legislação vigente, além da aplicação das penalidades estabelecidas na Lei Federal nº 9.696/1998.</p>
<p>O CREF12/PE orienta pais, estudantes e responsáveis a sempre solicitar a Carteira de Identidade Profissional (CIP) dos profissionais de Educação Física. O documento comprova que o registro está regular e pode ser exigido em escolas, academias, clubes, faculdades, hotéis, condomínios e em qualquer outro local onde sejam oferecidos serviços de Educação Física.</p>
<p>Quem souber de quaisquer irregularidades, DENUNCIE! Exclusivamente pelo site do Conselho: cref12.org.br/denuncia/</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:<br />
<em><strong>Operação Volta às Aulas – CREF 12/PE</strong></em><br />
<strong>Data</strong>: 03 a 07 de agosto<br />
<strong>Local</strong>: Todas as mesorregiões de Pernambuco<br />
<strong>Contato</strong>: cref@cref12.org.br</p>
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		<title>Volta às aulas pode ajudar a identificar casos de miopia infantil; especialista orienta sobre os sinais de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Dificuldade para enxergar a atividade de longe, aproximação excessiva de livros e caderno, além de histórico familiar são alguns dos principais sinais que merecem atenção Com a volta às aulas, muitas crianças retomam a rotina de atividades que exigem atenção à leitura e escrita. É justamente nesse período que dificuldades visuais costumam se tornar mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Dificuldade para enxergar a atividade de longe, aproximação excessiva de livros e caderno, além de histórico familiar são alguns dos principais sinais que merecem atenção</strong></em></p>
<p>Com a volta às aulas, muitas crianças retomam a rotina de atividades que exigem atenção à leitura e escrita. É justamente nesse período que dificuldades visuais costumam se tornar mais evidentes, tornando o ambiente escolar um importante aliado na identificação de problemas como a miopia infantil.</p>
<p>Segundo a oftalmologista Ana Carolina Collier, do Instituto de Olhos do Recife (IOR), o número de crianças com miopia tem crescido de forma significativa nos últimos anos. Entre os principais fatores associados a esse aumento estão as mudanças no estilo de vida, especialmente o maior tempo de exposição às telas e a redução das atividades ao ar livre.</p>
<p>&#8220;O principal fator relacionado ao aumento da miopia no mundo inteiro é o uso cada vez mais frequente de eletrônicos e o menor contato com a luz natural. Hoje, as crianças passam mais tempo em ambientes fechados e menos tempo expostas à luz do dia, o que favorece o desenvolvimento da miopia&#8221;, explica a especialista.</p>
<p>A volta às aulas costuma ser o momento em que muitos casos começam a ser percebidos. Isso porque a dificuldade para enxergar ou acompanhar as atividades escolares chama a atenção tanto dos professores quanto dos pais.</p>
<p>&#8220;Realmente a sala de aula é um local comum para se identificar mais casos suspeitos de miopia. As crianças que sentam atrás e têm que copiar a tarefa, começam a perceber que têm dificuldade de enxergar e isso chama a atenção dos professores e pais para procurarem o oftalmologista”.</p>
<p>Além da dificuldade para enxergar de longe, alguns comportamentos também podem indicar a presença da miopia. A especialista orienta que os pais fiquem atentos caso a criança passe a aproximar excessivamente o rosto dos objetos.</p>
<p>&#8220;O principal sinal da miopia é a criança que realmente começa a se aproximar das coisas para enxergar. Ela aproxima do caderno e livro para ler, ela na sala de aula está lá atrás, vai para frente, fica muito perto da televisão para enxergar melhor”, explica Ana Carolina Collier.</p>
<p>O acompanhamento oftalmológico desde os primeiros meses de vida é fundamental para o diagnóstico precoce e para o tratamento adequado. A oftalmologista reforça que a avaliação ocular deve fazer parte da rotina da criança.</p>
<p>&#8220;A recomendação é realizar o teste do olhinho logo após o nascimento, feito pelo oftalmologista. Depois, fazemos avaliações periódicas até os dois anos de idade, geralmente a cada seis meses. A partir daí, o ideal é manter consultas anuais durante toda a infância. Nos casos em que a criança já apresenta miopia, essa frequência se torna menor e o acompanhamento pode ser feito a cada seis meses para monitorar a evolução desse grau.&#8221;</p>
<p>Outro fator que merece atenção é o histórico familiar. A predisposição genética aumenta significativamente as chances de desenvolvimento da miopia. &#8220;Quando pai e mãe são míopes, a criança tem aproximadamente 50% de chance de também desenvolver miopia. Se apenas um dos dois é míope, esse risco gira em torno de 25%. Além disso, pessoas com ascendência oriental também apresentam maior predisposição&#8221;.</p>
<p>Para Ana Carolina Collier, identificar a miopia precocemente faz diferença não apenas no desempenho escolar, mas também na qualidade de vida da criança. &#8220;Quanto antes o diagnóstico é realizado, mais cedo é possível iniciar o acompanhamento e adotar estratégias para controlar a progressão da miopia. Hoje temos um tipo de lente de óculos especial e colírio que podem reduzir a progressão da miopia, então esse acompanhamento é fundamental para, se for o caso, utilizar esses meios para evitar a progressão”.</p>
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		<title>Instituto do Autismo inaugura unidade na Avenida Agamenon Magalhães, no Recife/PE</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 16:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[INAUGURAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova unidade passa a atender famílias da Região Metropolitana fortalecendo o acesso a terapias qualificadas e a serviços de cuidado humanizado O Instituto do Autismo (IDA) inaugura nesta sexta-feira (31), às 15h, a sua 11ª unidade em Pernambuco, desta vez na avenida Agamenon Magalhães, área central do Recife/PE, ampliando sua rede de atendimento especializado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A nova unidade passa a atender famílias da Região Metropolitana fortalecendo o acesso a terapias qualificadas e a serviços de cuidado humanizado</strong></p>
<p>O Instituto do Autismo (IDA) inaugura nesta sexta-feira (31), às 15h, a sua 11ª unidade em Pernambuco, desta vez na avenida Agamenon Magalhães, área central do Recife/PE, ampliando sua rede de atendimento especializado a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Estado. A nova unidade passa a atender famílias da Região Metropolitana fortalecendo o acesso a terapias qualificadas e a serviços de cuidado humanizado.</p>
<p>O fundador do Instituto do Autismo, Kadu Lins celebra o crescimento do Instituto como uma construção coletiva, feita a partir da escuta, do cuidado e do compromisso real com as pessoas. &#8220;A nova unidade nasce com o propósito de aproximar o atendimento especializado de quem mais precisa, reduzindo distâncias e fortalecendo vínculos, especialmente para famílias que antes precisavam se deslocar por longos trajetos em busca de acompanhamento adequado&#8221;, explica Kadu.</p>
<p>Na nova unidade, o IDA passa a oferecer um atendimento transdisciplinar e personalizado, com serviços como ABA, fonoaudiologia, psicopedagogia, psicomotricidade, musicoterapia, fisioterapia, entre outros, realizados por uma equipe multidisciplinar preparada para cuidar de forma técnica, sensível e humanizada. Crianças, adolescentes e suas famílias encontram não apenas terapias, mas um espaço de escuta, orientação, apoio e construção de autonomia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Envelhecer não pode significar perder o acesso à saúde, é o artigo de Bruna Leal</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[O envelhecimento da população já é uma realidade no Brasil e no mundo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país já possui cerca de 35 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representa aproximadamente 16% da população brasileira. Esse cenário tende a se intensificar nas próximas décadas. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento da população já é uma realidade no Brasil e no mundo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país já possui cerca de 35 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representa aproximadamente 16% da população brasileira. Esse cenário tende a se intensificar nas próximas décadas. Em âmbito global, dados das Nações Unidas (ONU) indicam que, até 2080, haverá mais pessoas com 65 anos ou mais do que o total de menores de 18 anos em todo o mundo. O estudo também aponta que a população com 80 anos ou mais cresce em ritmo acelerado e poderá superar o número de crianças pequenas nas próximas décadas, evidenciando um processo de envelhecimento sem precedentes na história da humanidade.</p>
<p>Essas estatísticas nos permitem observar que o número de idosos continuará crescendo, transformando o envelhecimento em uma das principais questões sociais do país. Nesse cenário, a saúde suplementar ocupa um papel cada vez mais relevante. Para milhões de brasileiros, o plano de saúde representa a expectativa de acesso mais rápido a consultas, exames, cirurgias e tratamentos, especialmente em uma fase da vida em que a demanda por cuidados médicos se torna naturalmente maior. No entanto, essa expectativa nem sempre corresponde à realidade. É justamente quando a assistência à saúde se torna mais necessária que muitos idosos passam a enfrentar obstáculos para permanecer no plano ou para usufruir da cobertura contratada. Reajustes expressivos nas mensalidades, descredenciamentos de hospitais e médicos, negativas de procedimentos e dificuldades para dar continuidade a tratamentos têm se tornado situações cada vez mais frequentes. Tal problema ultrapassa o aspecto financeiro.</p>
<p>É inegável que, para um idoso em tratamento de uma doença crônica, por exemplo, perder o médico que o acompanha há anos ou ser surpreendido por uma mensalidade que compromete grande parte da renda significa conviver com insegurança justamente no momento em que mais precisa de estabilidade e confiança. Envelhecer não pode se transformar em um fator de exclusão da saúde suplementar. Isso não significa, contudo, defender que as operadoras deixem de aplicar reajustes ou de estabelecer regras para a prestação dos serviços. O que se exige é que essas medidas observem critérios de razoabilidade, transparência e boa-fé, preservando a finalidade do contrato: assegurar o acesso à assistência médica quando ela for necessária, e não afastar o consumidor exatamente na fase da vida em que mais depende dela.</p>
<p>Defender os direitos dos idosos na saúde suplementar não é conceder privilégios. É, na verdade, garantir relações mais equilibradas e transparentes, para que quem contribuiu durante anos não encontre obstáculos justamente quando mais precisa de assistência médica. Envelhecer não pode significar perder o acesso aos cuidados médicos por razões econômicas ou enfrentar obstáculos incompatíveis com a dignidade da pessoa humana.</p>
<p>Em uma sociedade que envelhece rapidamente, assegurar que os idosos possam permanecer em seus planos de saúde deixou de ser apenas uma discussão jurídica ou contratual. É, acima de tudo, um compromisso com a cidadania, com a dignidade e com a valorização da vida. Afinal, quem dedicou uma vida inteira ao trabalho e contribuiu durante anos para ter acesso à saúde merece a tranquilidade de saber que poderá contar com esse cuidado justamente quando mais precisa.</p>
<p><strong>BRUNA LEAL</strong> – Pós-graduada em Direito Médico e da Saúde</p>
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		<title>Especialista alerta: prevenção com a saúde deve voltar para a agenda após as férias</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 19:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o médico clínico, especialista em Medicina da Família e CEO da PAD Saúde, Dr. Edivaldo Bezerra, a volta à rotina deve ir além da reorganização da agenda profissional O fim das férias costuma marcar o retorno ao trabalho, às aulas e aos compromissos do dia a dia. Mas, enquanto a agenda volta a ficar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para o médico clínico, especialista em Medicina da Família e CEO da PAD Saúde, Dr. Edivaldo Bezerra, a volta à rotina deve ir além da reorganização da agenda profissional</strong></p>
<p>O fim das férias costuma marcar o retorno ao trabalho, às aulas e aos compromissos do dia a dia. Mas, enquanto a agenda volta a ficar cheia, um cuidado importante ainda costuma ser deixado para depois: a saúde. Especialistas alertam que o retorno à rotina é uma das melhores oportunidades para retomar hábitos saudáveis e colocar em dia consultas, exames e vacinas, prevenindo doenças que muitas vezes evoluem de forma silenciosa.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% das doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e parte dos casos de câncer poderiam ser prevenidos com hábitos saudáveis, diagnóstico precoce e acompanhamento regular da saúde. No Brasil, dados do Ministério da Saúde mostram que hipertensão, diabetes, obesidade e colesterol elevado continuam entre os principais fatores de risco para doenças crônicas, muitas vezes descobertas apenas quando já apresentam complicações.</p>
<p>Para o médico clínico, especialista em Medicina da Família e CEO da PAD Saúde, Dr. Edivaldo Bezerra, a volta à rotina deve ir além da reorganização da agenda profissional. &#8220;Assim como organizamos as finanças, os estudos e o trabalho após as férias, também precisamos reorganizar os cuidados com a saúde. Muitas pessoas passam meses adiando consultas e exames porque não sentem sintomas. O problema é que diversas doenças se desenvolvem de forma silenciosa e só são descobertas quando já estão em estágio avançado&#8221;, explica.</p>
<p>O especialista ressalta que a Medicina da Família tem justamente a função de acompanhar o paciente de forma contínua, identificando riscos antes que eles se transformem em doenças. &#8220;A consulta preventiva não serve apenas para tratar quem está doente. Ela permite avaliar pressão arterial, glicemia, colesterol, peso, vacinação, alimentação, qualidade do sono, saúde mental e histórico familiar. Esse olhar integral faz toda a diferença para prevenir complicações futuras&#8221;, afirma.</p>
<p>Além dos exames de rotina, o retorno das férias também é uma oportunidade para rever hábitos que costumam ser prejudicados durante o período de descanso, como alimentação equilibrada, prática de atividade física, hidratação e qualidade do sono. &#8220;Não é preciso fazer mudanças radicais. Pequenos ajustes na rotina, como caminhar regularmente, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, dormir melhor e manter acompanhamento médico periódico, já trazem benefícios importantes para a saúde&#8221;, destaca Dr. Edivaldo.</p>
<p>Outro ponto importante é que o cuidado preventivo deve envolver toda a família. Crianças podem aproveitar o retorno às aulas para revisar a carteira de vacinação e acompanhar o crescimento; adultos devem manter em dia exames laboratoriais e controle de doenças crônicas; e idosos precisam de acompanhamento regular para preservar autonomia e qualidade de vida.</p>
<p>&#8220;O maior benefício da prevenção é evitar que a doença apareça ou seja descoberta apenas quando já compromete a qualidade de vida. Cuidar da saúde não deve acontecer apenas quando surge um problema. A prevenção é o caminho mais seguro para viver mais e melhor&#8221;, conclui o médico.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.1.0/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Fonte</strong>: Médico da família da Pad Saúde, Dr. Edivaldo Bezerra<br />
<strong>CRM-PE</strong> : 24.917<br />
<strong>RQE</strong>: 13.083</p>
<p><strong>PAD Saúde</strong><br />
<em><strong>Unidade Caruaru</strong></em><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.1.0/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Rua Rua Nossa Senhora de Fátima ,78 &#8211; Mauricio de Nassau<br />
Instagram: @clinicapadsaudecaruaru</p>
<p><em><strong>Unidade Recife</strong></em><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.1.0/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Rua Hermógenes de Morais, nº 317 – Madalena, Recife<br />
Instagram: @padsaude</p>
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		<item>
		<title>CREF12/PE se reúne com novo Chefe da Polícia Civil em Pernambuco</title>
		<link>https://pinzon.com.br/cref12-pe-se-reune-com-novo-chefe-da-policia-civil-em-pernambuco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 20:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Combater o exercício ilegal da profissão foi um dos principais temas conversados no encontro A Prof.ª Aída Andrade (CREF 002734-G/PE), 1ª vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE), e a Prof.ª Daniela Amorim (CREF 006164-G/PE), assessora técnica de fiscalização do CREF12/PE, se reuniram com o Delegado Felipe Monteiro Costa, novo delegado-geral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Combater o exercício ilegal da profissão foi um dos principais temas conversados no encontro</strong></em></p>
<p>A Prof.ª Aída Andrade (CREF 002734-G/PE), 1ª vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE), e a Prof.ª Daniela Amorim (CREF 006164-G/PE), assessora técnica de fiscalização do CREF12/PE, se reuniram com o Delegado Felipe Monteiro Costa, novo delegado-geral e chefe da Polícia Civil em Pernambuco, na sede da Polícia Civil, no Recife/PE.</p>
<p>Combater o exercício ilegal da profissão foi um dos principais temas conversados no encontro. Orientação, docência, prescrição, dica, acompanhamento e demais serviços de musculação, esportes, fitness, fisiculturismo, atividade física e/ou esportiva, práticas corporais, cultura corporal do movimento, exercício físico, dentre outros conceitos é competência exclusiva do Profissional de Educação Física regular junto ao Sistema CONFEF/CREFs.</p>
<p>Ministério Público Federal (MPF), Tribunais Regionais Federais (TRFs) de todo o país, inclusive jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmam a obrigatoriedade do registro ativo no CREF para o exercício profissional, independente de local (escola, faculdade, universidade, academia, esportes, hotel, condomínio, hospital, clube, quartel, projeto, etc).</p>
<p>As pessoas físicas e jurídicas que estão irregulares junto ao CREF responderão pelos crimes de exercício ilegal da profissão (artigo 47 da Lei das Contravenções Penais), propaganda enganosa (artigo 67 da Lei nº 8.078/90) e crime contra as relações de consumo (art. 7º, VII, da Lei nº 8137/90), por induzir o consumidor ou usuário a erro, ao oferecer serviços de Educação Física sem cumprir as formalidades legais, cumulado com multa de 1 (uma) a 5 (cinco) anuidades do Sistema CONFEF/CREFs (Art. 5º-G. VI e Art. 5º-H. § 2º da Lei 9696/98).</p>
<p>Perfis do Instagram e demais redes sociais (de blogueiros, influenciadores digitais e outros leigos) que funcionam de maneira ilegal ao oferecer treinos, dicas e outras atividades privativas do Profissional de Educação Física no estado de Pernambuco poderão ser bloqueados, sem prejuízo dos demais encaminhamentos legais. Todos que atuam na área de Educação Física sem a devida regularidade junto ao CREF responderão criminalmente conforme prevê a legislação.</p>
<p>O CREF12/PE destaca que é preciso um trabalho interligado entre as equipes da Polícia Civil, Militar e Federal, Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e Federal (MPF), Parlamentares, Sindicatos, Associações e Conselhos Profissionais para combater as diversas irregularidades na área. O CREF12/PE ressalta ainda sobre a importância de exigir sempre a apresentação da Carteira de Identidade Profissional (CIP) em todos os locais (Internet, escolas, clubes, academias, faculdades, universidades, projetos sociais, clubes esportivos, praças, parques, praias, hotéis, condomínios, quartéis, hospitais, etc).</p>
<p>Qualquer cidadão pode fazer uma denúncia de exercício ilegal da profissão ou de espaços de prática da Educação Física irregulares. As denúncias devem ser feitas exclusivamente através do site da autarquia www.cref12.org.br/denuncia – com o máximo de informações possíveis (fotos, vídeos, link, print, endereço, dias e horários das irregularidades).</p>
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		<title>Nutrição é aliada estratégica para modulação hormonal durante a menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolha adequada de grupos alimentares reduz o risco de doenças comuns nessa fase, como obesidade, aumento de gordura visceral, osteoporose e doença cardiovascular isquêmica A queda acentuada dos níveis de estrogênio durante a menopausa está associada a uma série de efeitos indesejados que impactam diretamente a saúde da mulher. Entre os principais estão obesidade, aumento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Escolha adequada de grupos alimentares reduz o risco de doenças comuns nessa fase, como obesidade, aumento de gordura visceral, osteoporose e doença cardiovascular isquêmica</strong></em></p>
<p>A queda acentuada dos níveis de estrogênio durante a menopausa está associada a uma série de efeitos indesejados que impactam diretamente a saúde da mulher. Entre os principais estão obesidade, aumento de gordura visceral, osteoporose e doença cardiovascular isquêmica. Nessa fase, e até mesmo na perimenopausa, a nutrição representa um importante componente de proteção ao modular os hormônios femininos e contribuir para a redução dessas e de outras doenças, a manutenção do peso e o alívio de sintomas físicos e psicológicos característicos do período.</p>
<p>&#8220;Hormônios relacionados ao metabolismo, como insulina, grelina, leptina e adiponectina, atuam no eixo reprodutivo, regulando o apetite, o armazenamento de gordura e a saúde reprodutiva. A ingestão alimentar aumentada costuma elevar os níveis de insulina, GIP, GLP-1 e leptina, e reduzir os hormônios do crescimento, da fome (grelina) e da gordura saudável (adiponectina). Cada um deles têm efeitos próprios, participam de interações complexas entre diferentes vias de sinalização e estabelecem comunicação cruzada com outros hormônios.</p>
<p>&#8220;Mulheres na perimenopausa e menopausa devem evitar o consumo energético excessivo e alimentos que piorem o estado metabólico&#8221;, esclarece Isis Tande da Silva, professora do curso de Nutrição da Estácio e doutora em Nutrição em Saúde Pública.</p>
<p>A recomendação é seguir uma dieta metabolicamente saudável, considerando que o sistema reprodutivo feminino é muito influenciado pela nutrição e pelo equilíbrio energético. &#8220;Evite o consumo em excesso de gordura saturada (manteiga, carnes gordas, cremes de leite, banha de porco, embutidos, linguiças), carboidratos simples (pães, bolos, biscoitos, bolachas feitas com farinha branca, amido), açúcar (doces, balas, biscoitos, chocolates) e sal (enlatados, embutidos)&#8221;, orienta a docente.</p>
<p>Por outro lado, a nutricionista indica priorizar o consumo abundante de frutas e hortaliças, pois são ricas em vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos. &#8220;Vitaminas provindas desses alimentos, como C, E e carotenoides são essenciais na proteção antioxidantes, assim como os polifenóis das frutas vermelhas, uva, chá-verde e cacau. Carboidratos integrais, como aveia, farinha integral, grãos de trigo, centeio, cevada e arroz integral, consumidos com frutas, hortaliças e cereais integrais favorecem a ingestão adequada de fibras, essencial para o controle da glicemia e dos lipídios séricos&#8221;, afirma.</p>
<p>A especialista acrescenta que também é importante incluir na alimentação gorduras benéficas, especialmente as mono e polinsaturadas, que auxiliam no controle do colesterol. &#8220;Destacam-se o azeite de oliva, rico em gordura monoinsaturada, e os peixes, fontes de ômega-3 com ação antinflamatória, além de sementes e oleaginosas, ricas em ômega-6&#8221;, ilustra.</p>
<p>Ensaios clínicos e estudos epidemiológicos sugerem associação de dietas ricas em fitoestrógenos a um menor risco de algumas condições relacionadas à deficiência estrogênica, como sintomas vasomotores, perda óssea e possivelmente doença cardiovascular. &#8220;Os fitoestrógenos são compostos bioativos de origem vegetal, com estrutura química semelhante ao 17β-estradiol – o principal estrogênio humano. Sua fonte são soja e derivados, linhaça, sementes e cereais integrais, brotos e leguminosas&#8221;, informa Isis Tande.</p>
<p>No entanto, a professora pondera que &#8220;os mecanismos biológicos e a magnitude clínica desses efeitos ainda não estão completamente estabelecidos em humanos. Além disso, não há evidência robusta e consistente de que a ingestão de fitoestrógenos promova aumentos clinicamente significativos nos níveis circulantes de estradiol em mulheres na pós-menopausa&#8221;, finaliza.</p>
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		<title>Especialista alerta: usar calçado velho aumenta o risco de lesões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 18:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o ortopedista especialista em pé e tornozelo do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), Dr. Carlos Henrique, o desgaste da sola modifica a biomecânica da caminhada e aumenta o impacto transmitido às articulações O tênis confortável que acompanha caminhadas, corridas e a rotina diária pode se transformar em um inimigo silencioso da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Segundo o ortopedista especialista em pé e tornozelo do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), Dr. Carlos Henrique, o desgaste da sola modifica a biomecânica da caminhada e aumenta o impacto transmitido às articulações</strong></em></p>
<p>O tênis confortável que acompanha caminhadas, corridas e a rotina diária pode se transformar em um inimigo silencioso da saúde quando ultrapassa sua vida útil. Embora muitas pessoas só substituam o calçado quando ele apresenta rasgos ou aparência muito desgastada, especialistas alertam que a perda da capacidade de amortecimento acontece muito antes e pode favorecer dores nos pés, tornozelos, joelhos, quadris e até na coluna.</p>
<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), alterações na pisada e a perda do amortecimento dos calçados estão entre os fatores que contribuem para o surgimento de lesões por sobrecarga no aparelho locomotor. A recomendação é observar não apenas a aparência do tênis, mas também o desgaste da sola, a estabilidade do calçado e o tempo de uso.</p>
<p>Segundo o ortopedista especialista em pé e tornozelo do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), Dr. Carlos Henrique, o desgaste da sola modifica a biomecânica da caminhada e aumenta o impacto transmitido às articulações. &#8220;Quando o calçado perde sua capacidade de absorver impactos, o corpo passa a compensar esse esforço. O resultado pode ser o surgimento de dores nos pés, fascite plantar, tendinites, sobrecarga nos joelhos e até dores na coluna, principalmente em pessoas que caminham ou permanecem muitas horas em pé&#8221;, explica.</p>
<p>O problema é ainda mais comum entre praticantes de atividade física. Estudos da medicina esportiva indicam que um tênis utilizado para corrida costuma manter suas características de amortecimento entre 500 e 800 quilômetros de uso, variando conforme o peso do usuário, o tipo de terreno e a frequência da prática. No dia a dia, especialistas recomendam avaliar a substituição do calçado quando houver desgaste irregular da sola, deformação da estrutura ou redução perceptível do conforto.</p>
<p>Além da vida útil, outro erro frequente é escolher o calçado apenas pela aparência. &#8220;O melhor tênis não é necessariamente o mais caro. É aquele que respeita as características do pé, oferece estabilidade, bom amortecimento e é adequado para a atividade que será realizada. Um modelo usado para corrida, por exemplo, não é o mais indicado para musculação ou esportes com mudanças rápidas de direção&#8221;, orienta Dr. Carlos Henrique.</p>
<p>Os sinais de que o calçado precisa ser trocado vão além da sola gasta. Dor que surge após caminhadas, sensação de cansaço excessivo nos pés, perda da estabilidade, inclinação do calçado para um dos lados e deformações na estrutura são indicativos de que ele já não oferece a proteção necessária.</p>
<p>O especialista destaca que a substituição periódica do calçado deve ser encarada como uma medida preventiva. &#8220;Muitas pessoas investem em tratamentos para aliviar dores, mas continuam utilizando um tênis que já não cumpre sua função. Em alguns casos, apenas a troca do calçado e uma avaliação da pisada já proporcionam melhora significativa dos sintomas&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:</p>
<p><em><strong>Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT)</strong></em></p>
<p><em><strong>Endereço: </strong></em>Av. Agamenon Magalhães, 4760 – Paissandu – Recife – PE</p>
<p><strong>Instagram</strong>: @iot.recife</p>
<p><strong>Contatos</strong>:</p>
<p><strong>IOT</strong> &#8211; <a href="https://wa.me/5581996126606">https://wa.me/5581996126606</a><br />
<strong>IOT RESOLVE</strong> &#8211; <a href="https://wa.me/5581973199937">https://wa.me/5581973199937</a></p>
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		<title>Volta à rotina acende alerta para o efeito sanfona</title>
		<link>https://pinzon.com.br/volta-a-rotina-acende-alerta-para-o-efeito-sanfona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 18:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a médica Dra. Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e longevidade, o organismo reage à perda de peso como um mecanismo de proteção Com o fim das férias escolares e a retomada da rotina em agosto, muitas pessoas voltam a organizar a alimentação e a prática de exercícios. Mas é justamente nesse período [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De acordo com a médica Dra. Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e longevidade, o organismo reage à perda de peso como um mecanismo de proteção</strong></p>
<p>Com o fim das férias escolares e a retomada da rotina em agosto, muitas pessoas voltam a organizar a alimentação e a prática de exercícios. Mas é justamente nesse período que surge uma das maiores frustrações de quem emagreceu: recuperar rapidamente os quilos perdidos. O chamado efeito sanfona vai muito além da falta de disciplina e está diretamente relacionado ao funcionamento do organismo.<br />
Segundo a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), a obesidade é uma doença crônica e recidivante, o que significa que o corpo tende biologicamente a recuperar o peso perdido quando não há estratégias para manutenção do tratamento.</p>
<p>De acordo com a médica Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e longevidade, o organismo reage à perda de peso como um mecanismo de proteção. &#8220;Quando emagrecemos, principalmente de forma rápida, o metabolismo desacelera para economizar energia e os hormônios responsáveis pela fome aumentam, tornando mais difícil manter o novo peso&#8221;, explica.</p>
<p>Além da adaptação metabólica, ocorre alteração na produção de hormônios como a grelina, que estimula o apetite, e a leptina, responsável pela sensação de saciedade. Essa combinação favorece o aumento da fome e facilita o retorno aos antigos hábitos alimentares.</p>
<p>Outro erro comum é acreditar que o tratamento termina quando a meta é alcançada. &#8220;A fase de manutenção é tão importante quanto a perda de peso. É nela que ajustamos alimentação, atividade física e, quando necessário, o tratamento medicamentoso para evitar o efeito sanfona&#8221;, afirma Leila Gonzaga.</p>
<p>A especialista alerta que dietas muito restritivas podem agravar o efeito sanfona, pois provocam perda de massa muscular além da redução da gordura corporal. Com menos massa magra, o organismo diminui o gasto energético, desacelera o metabolismo e passa a ter mais facilidade para recuperar o peso perdido.</p>
<p>Segundo Leila Gonzaga, o retorno à rotina é o momento ideal para reorganizar hábitos e abandonar soluções imediatistas. A médica explica que o emagrecimento saudável é resultado de mudanças consistentes no estilo de vida, capazes de ser mantidas a longo prazo. Para ela, o objetivo do tratamento não deve ser apenas perder peso, mas preservar a saúde e garantir qualidade de vida.</p>
<p>Com planejamento alimentar, prática regular de exercícios e acompanhamento médico, é possível reduzir o risco do efeito sanfona e transformar a perda de peso em um resultado duradouro. &#8220;A balança pode até indicar o fim de uma etapa, mas o cuidado com a saúde metabólica deve continuar. O verdadeiro sucesso do tratamento é conseguir manter o peso e a qualidade de vida ao longo dos anos&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:</p>
<p><em><strong>Clínica de Longevidade e Emagrecimento</strong></em></p>
<p><strong>Endereço</strong>: Rua Guimarães Peixoto, 75 &#8211; Casa Amarela &#8211; Recife/PE</p>
<p><strong>Instagram</strong>: @dra.leilagonzaga / @clinicaclee</p>
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		<title>Cuide dos olhos para garantir uma longevidade saudável</title>
		<link>https://pinzon.com.br/cuide-dos-olhos-para-garantir-uma-longevidade-saudavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 20:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Dr. Pedro Leonardo Soriano alerta que o envelhecimento é um dos principais fatores de risco para a saúde ocular; realizar consultas oftalmológicas regulares é fundamental para proteger a visão No mundo todo, a população idosa tem aumentado mais rápido do que qualquer outra faixa etária. No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Dr. Pedro Leonardo Soriano alerta que o envelhecimento é um dos principais fatores de risco para a saúde ocular; realizar consultas oftalmológicas regulares é fundamental para proteger a visão</strong></em></p>
<p>No mundo todo, a população idosa tem aumentado mais rápido do que qualquer outra faixa etária. No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, de 2023 a 2024, a expectativa de vida ao nascer cresceu 2 meses e meio, passando para 76,6 anos. Outro levantamento do órgão, o Censo Demográfico 2022, indica que cerca de 8,5 milhões de brasileiros têm entre 70 e 79 anos, enquanto mais de 4,5 milhões estão com 80 anos ou mais. Mas, mais do que longevidade, é importante viver com qualidade.</p>
<p>Nesta fase da vida, cuidar da saúde ocular é fundamental para ter independência, garantir mobilidade, conforto e bem-estar. Nossa visão é responsável por 80% das informações que recebemos do ambiente e possibilita que possamos interagir com o mundo, reconhecer expressões e realizar diversas atividades diárias. No entanto, quando envelhecemos ocorre um desgaste natural das estruturas dos olhos que, juntamente com os hábitos adotados ao longo da vida, pode afetar nossa capacidade de enxergar com clareza.</p>
<p>O Dr. Pedro Leonardo Soriano, médico oftalmologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE), alerta que &#8220;doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares podem comprometer a saúde ocular&#8221;. Condições como pressão alta, colesterol elevado ou excesso de glicose danificam os vasos sanguíneos dos olhos. O problema é que, muitas vezes, o dano evolui de forma silenciosa e, sem o tratamento adequado, se torna irreversível&#8221;.</p>
<p>Entre as consequências mais comuns estão o glaucoma, a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e a retinopatia diabética, doenças oculares que podem evoluir em decorrência de enfermidades persistentes. &#8220;Principalmente quando apenas um dos olhos é afetado, os sintomas podem passar despercebidos na fase inicial e causar perda progressiva da visão&#8221;, complementa o especialista.</p>
<p>O médico explica que &#8220;o próprio envelhecimento pode afetar a capacidade visual. A partir dos 40 anos, o cristalino, lente natural do olho, começa a perder elasticidade, dificultando o foco para leituras e trabalhos manuais. Com o avanço da idade, a produção de lágrimas tende a diminuir e o olho pode ficar seco, com sensação de areia, ardência e vermelhidão. As pupilas passam a reagir mais lentamente às mudanças de luminosidade, causando dificuldade para passar de um ambiente claro para um escuro ou para ver com clareza à noite&#8221;.</p>
<p>De acordo com o Dr. Pedro Leonardo Soriano, estes são alguns dos sinais que merecem atenção imediata:</p>
<p>&#8211; Visão embaçada ou perda de visão;<br />
&#8211; Diminuição da visão periférica;<br />
&#8211; Dor intensa nos olhos;<br />
&#8211; Vermelhidão persistente;<br />
&#8211; Flashes de luz ou aumento repentino de pontos ou fios no campo de visão;<br />
&#8211; Distorção das imagens,<br />
&#8211; Sensação persistente de corpo estranho ou irritação nos olhos.</p>
<p>O especialista reforça que &#8220;a oftalmologia é uma das especialidades médicas que mais evoluiu nas últimas décadas, com tratamentos modernos, cirurgias minimamente invasivas e colírios mais eficazes, além de equipamentos para diagnósticos precisos que permitem identificar doenças em fases muito iniciais&#8221;. Ele lembra, no entanto, que &#8220;é muito importante que as pessoas busquem atendimento oftalmológico regularmente, mesmo na ausência de sintomas, para garantir o diagnóstico e o tratamento precoce, a fim de preservar a visão&#8221;.</p>
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