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	<title>TECNOLOGIA &#8211; Portal Pinzón</title>
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	<description>Seu Portal de Pernambuco</description>
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		<title>Negócios sem presença digital perdem relevância e oportunidades, é o artigo de Leonardo Chucrute</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes sociais e a presença digital passaram a ocupar papel estratégico no crescimento das empresas. Negócios que não estão presentes na internet ou mantêm canais digitais abandonados ou com poucas publicações reduzem a visibilidade, perdem relevância e deixam de aproveitar oportunidades de expansão. Muitos empresários ainda associam crescimento exclusivamente às vendas, expansão comercial ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="v1MsoNormal">As redes sociais e a presença digital passaram a ocupar papel estratégico no crescimento das empresas. Negócios que não estão presentes na internet ou mantêm canais digitais abandonados ou com poucas publicações reduzem a visibilidade, perdem relevância e deixam de aproveitar oportunidades de expansão.</p>
<p class="v1MsoNormal">Muitos empresários ainda associam crescimento exclusivamente às vendas, expansão comercial ou aumento de faturamento. No entanto, negócios sustentáveis não crescem apenas a partir de números. Crescimento consistente é consequência de construção diária, experiência de marca e capacidade de gerar conexão com o público.</p>
<p class="v1MsoNormal">A presença digital deixou de ser opcional. Redes sociais, canais online e plataformas digitais passaram a funcionar como extensão direta da experiência oferecida ao cliente. Hoje, a percepção sobre uma marca não é construída apenas dentro do ponto de venda ou no atendimento presencial, mas também nas interações digitais.</p>
<p class="v1MsoNormal">Comentários, avaliações, compartilhamentos e conteúdos publicados influenciam diretamente a reputação das empresas. O tradicional boca-a-boca migrou para o ambiente digital e ganhou escala.</p>
<p class="v1MsoNormal">Essa transformação mudou a lógica de crescimento. Empresas que mantêm canais digitais abandonados, ou sequer estão presentes nas redes sociais, deixam de ocupar espaços relevantes de relacionamento, perdem visibilidade e reduzem suas chances de aquisição de novos clientes.</p>
<p class="v1MsoNormal">Além da exposição, o ambiente digital fortalece a lembrança de marca e mantém negócios acessíveis ao público. A construção de autoridade passa por comunicação consistente, clareza na proposta de valor e relacionamento contínuo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Mais do que publicar com frequência, a presença digital exige estratégia, posicionamento e coerência entre discurso e experiência entregue. Quando atendimento, comunicação e reputação caminham juntos, aumentam as chances de fidelização, retorno e indicação.</p>
<p class="v1MsoNormal">No cenário atual, investir em marketing digital, produção de conteúdo e fortalecimento de canais online tornou-se parte natural da estratégia empresarial. Não se trata apenas de acompanhar tendências, mas de garantir competitividade e relevância em um mercado onde atenção e confiança são ativos decisivos.</p>
<p class="v1MsoNormal">Crescimento sustentável não acontece por acaso. Ele é consequência de experiência, adaptação ao comportamento do consumidor e capacidade de construir relacionamento dentro e fora do ambiente digital. Empresas que entendem essa dinâmica fortalecem sua autoridade e ampliam oportunidades de crescimento no longo prazo.</p>
<p class="v1MsoNormal"><strong>Leonardo Chucrute</strong> é CEO do Zerohum, gestor em Educação, mentor de empresários, palestrante e autor de livros didáticos.</p>
<p class="v1MsoNormal">
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		<title>Uso excessivo de telas nas férias acende alerta para a saúde mental e cognitiva das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Reitor da Wyden orienta famílias a resgatarem brincadeiras tradicionais e atividades longe dos dispositivos digitais  Com as férias escolares, aumenta o tempo livre das crianças em casa e, com ele, o desafio de controlar o uso de celulares, tablets, computadores e televisores. Embora façam parte da rotina, os dispositivos digitais exigem limites, especialmente quando substituem atividades importantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="v1MsoNormal"><em><strong>Reitor da Wyden orienta famílias a resgatarem brincadeiras tradicionais e atividades longe dos dispositivos digitais </strong></em></p>
<p class="v1MsoNormal">Com as férias escolares, aumenta o tempo livre das crianças em casa e, com ele, o desafio de controlar o uso de celulares, tablets, computadores e televisores. Embora façam parte da rotina, os dispositivos digitais exigem limites, especialmente quando substituem atividades importantes para o desenvolvimento infantil, como brincar, criar, conversar, ler e interagir.</p>
<p class="v1MsoNormal">Segundo orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o uso desregulado de telas está associado a riscos como alterações no sono, ansiedade, dificuldades de socialização, prejuízos na atenção e impactos no desenvolvimento da linguagem.</p>
<p class="v1MsoNormal">Para Reginaldo Arthus, professor de Pedagogia e reitor de unidade da Wyden, as férias são uma oportunidade para reorganizar hábitos dentro de casa e estimular experiências longe das telas. &#8220;Precisamos devolver às crianças o direito de brincar, imaginar, ler e até de ficarem entediadas. O tédio também faz parte do desenvolvimento, porque estimula a criatividade. Quando a tela entrega tudo pronto, a criança perde oportunidades importantes de criar soluções, lidar com frustrações e desenvolver autonomia&#8221;, afirma.</p>
<p class="v1MsoNormal">Brincadeiras ao ar livre, jogos de tabuleiro, pintura, montagem de cabanas, preparo de receitas simples, uso de sucata para criar brinquedos e momentos de leitura são alternativas acessíveis para reduzir o tempo de exposição aos dispositivos.</p>
<p class="v1MsoNormal">Segundo Arthus, a leitura também deve ser valorizada como uma atividade lúdica durante as férias, pois fortalece a imaginação, amplia o vocabulário, estimula a cognição e favorece a concentração. &#8220;O brinquedo mais importante, muitas vezes, é a presença do adulto. Ler uma história junto com a criança, propor brincadeiras e permitir que ela explore o mundo pelo toque, pelo movimento e pela imaginação são formas simples de promover desenvolvimento e vínculo familiar&#8221;, explica Arthus.</p>
<p class="v1MsoNormal">O educador reforça que a proposta não é eliminar a tecnologia, mas estabelecer combinados. Evitar telas durante as refeições e antes de dormir, definir horários de uso e reservar momentos de convivência em família são medidas simples que ajudam a tornar as férias mais saudáveis e criativas.</p>
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		<title>Posso espiar o celular do meu filho?</title>
		<link>https://pinzon.com.br/posso-espiar-o-celular-do-meu-filho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Monitoramento deve vir acompanhado de diálogo e transparência, afirma especialista Se você tem um filho adolescente em casa, com certeza já está familiarizado com a cena: são horas na frente do celular, trocando mensagens, assistindo a vídeos, jogando ou interagindo nas redes sociais. Enquanto observam a situação, os pais se perguntam até onde devem acompanhar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Monitoramento deve vir acompanhado de diálogo e transparência, afirma especialista</strong></p>
<p>Se você tem um filho adolescente em casa, com certeza já está familiarizado com a cena: são horas na frente do celular, trocando mensagens, assistindo a vídeos, jogando ou interagindo nas redes sociais. Enquanto observam a situação, os pais se perguntam até onde devem acompanhar essa rotina digital. Afinal, é correto monitorar o celular dos filhos?</p>
<p>Para a psicóloga Maria Eduarda Bonfim Oliveira, professora da Wyden, a resposta é sim, mas com ressalvas. Segundo ela, o acompanhamento faz parte da responsabilidade dos pais, especialmente durante a infância e a adolescência, períodos em que crianças e jovens ainda estão desenvolvendo habilidades para lidar com riscos e tomar decisões seguras.</p>
<p>&#8220;O monitoramento deve vir acompanhado de diálogo e transparência. Quando existe comunicação aberta, o filho entende que o objetivo não é controlar sua vida, mas protegê-lo&#8221;, explica.</p>
<p><strong>PERIGOS</strong> &#8211; A preocupação dos pais não é exagero. O ambiente digital é divertido, oferece oportunidades de aprendizado e socialização, mas também pode expor crianças e adolescentes a situações perigosas.</p>
<p>Entre os principais riscos estão o cyberbullying, golpes virtuais, exposição excessiva da imagem, aliciamento por desconhecidos e até situações de violência psicológica ou sexual. Jogos online e aplicativos de conversa também podem facilitar o contato com pessoas mal-intencionadas.</p>
<p>Além disso, segundo a especialista, crianças e adolescentes tendem a ser mais vulneráveis à influência de conteúdos e influenciadores digitais. &#8220;Nessa fase da vida, áreas do cérebro ligadas ao julgamento crítico e ao controle dos impulsos ainda estão em desenvolvimento. Isso faz com que eles tenham mais dificuldade para avaliar riscos e questionar informações que recebem online&#8221;, explica.</p>
<p><strong>CONVERSA</strong> &#8211; Apesar dos riscos, Maria Eduarda alerta que vigiar cada passo do filho no ambiente digital não é a estratégia mais eficaz. Segundo ela, o diálogo é a melhor alternativa: conversar sobre o uso da internet, explicando os perigos de forma clara e adequada à idade.</p>
<p>&#8220;Quanto mais conhecimento a criança ou adolescente tiver sobre os riscos digitais, maiores são as chances de reconhecer situações perigosas e pedir ajuda quando necessário&#8221;, destaca.</p>
<p><strong>ALERTA</strong> &#8211; Alguns comportamentos podem indicar que o uso da tecnologia está ultrapassando limites saudáveis. “Entre os sinais que merecem atenção estão irritação excessiva quando o celular é retirado, perda de interesse por atividades fora do ambiente digital, dificuldade para dormir, uso constante de expressões ou comportamentos reproduzidos de tendências da internet e consumo frequente de conteúdos inadequados para a faixa etária”, enumera a especialista.</p>
<p>Nessas situações, os pais podem precisar intensificar o acompanhamento e até restringir temporariamente o acesso aos dispositivos. Ainda assim, é preciso entender que monitoramento e confiança não são estratégias opostas. “Ferramentas de controle parental, como aplicativos que limitam tempo de tela e acesso a determinados conteúdos, podem ser utilizadas como parte de acordos familiares previamente combinados”, orienta.</p>
<p>A forma de supervisão também deve evoluir ao longo do crescimento dos filhos. Durante a infância, o acompanhamento costuma ser mais direto, com controle maior sobre horários, aplicativos e conteúdos acessados. Já na adolescência, o foco deve migrar gradualmente para o diálogo, a orientação e a construção de autonomia.</p>
<p>A ideia é que o jovem aprenda a fazer escolhas seguras por conta própria, sabendo que pode recorrer à família sempre que enfrentar alguma dificuldade. &#8220;Nossa meta não deve ser criar adolescentes dependentes da vigilância dos pais, mas jovens capazes de navegar pelo ambiente digital com responsabilidade, senso crítico e segurança&#8221;, conclui Maria Eduarda.</p>
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		<title>Verão aumenta a eficiência da energia solar? O que é mito e o que é verdade</title>
		<link>https://pinzon.com.br/verao-aumenta-a-eficiencia-da-energia-solar-o-que-e-mito-e-o-que-e-verdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 16:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidência solar maior no verão aumenta a produção, mas não é tudo: entenda o que realmente influencia a performance dos painéis Com a chegada do verão, volta a surgir a dúvida entre consumidores e empresas: afinal, a energia solar funciona melhor nessa época do ano? A resposta envolve entender como os sistemas fotovoltaicos reagem às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong><i>Incidência solar maior no verão aumenta a produção, mas não é tudo: entenda o que realmente influencia a performance dos painéis</i></strong></p>
<div>
<p>Com a chegada do verão, volta a surgir a dúvida entre consumidores e empresas: afinal, a energia solar funciona melhor nessa época do ano? A resposta envolve entender como os sistemas fotovoltaicos reagem às variações de clima, temperatura e radiação ao longo do ano.</p>
<p>Segundo Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de tecnologia em energias renováveis, é verdade que o verão tende a apresentar maior incidência de radiação solar, mas isso não significa que seja sempre nele o maior desempenho. “Muita gente associa sol forte à geração máxima, mas não é bem assim. A temperatura, a quantidade de nuvens, o ângulo do sol e até a ventilação fazem diferença. O verão aumenta o potencial de geração, mas também traz limitações específicas da estação”, explica o executivo.</p>
<p>A seguir,  o que é mito e verdade  quando o assunto é o desempenho dos sistemas fotovoltaicos.</p>
<p><strong>Verdade: mais horas de sol aumentam o volume de geração &#8211; </strong>Durante os meses mais quentes, a maior incidência de radiação tende a elevar o total de energia produzida ao longo do dia. “O Brasil, por estar em uma região privilegiada, registra índices solares elevados praticamente o ano todo, mas no verão esse potencial pode ser ainda maior”, diz Rodrigo.</p>
<p><strong>Mito: quanto mais calor, mais energia o painel produz &#8211; </strong>Um dos equívocos mais comuns é acreditar que temperaturas mais altas favorecem o desempenho. Na verdade, o calor excessivo pode reduzir a eficiência dos painéis, que trabalham melhor em temperaturas moderadas. “Os módulos fotovoltaicos gostam de sol, não de calor extremo. A radiação é positiva, mas temperaturas muito altas fazem o painel perder rendimento. Por isso, ventilação adequada e instalação correta são essenciais”, explica Bourscheidt.</p>
<p><strong>Verdade: chuva e céu nublado não impedem a geração &#8211; </strong>Outro mito é que dias nublados ou chuvosos zeram a produção. “Sistemas fotovoltaicos seguem gerando energia mesmo sob nebulosidade, apenas com menor intensidade. A luz difusa, mesmo sem sol direto, ainda é capturada pelos painéis”, pontua o especialista.</p>
<p><strong>Mito: manutenção é só no inverno ou em períodos secos &#8211; </strong>A limpeza e manutenção preventiva dos sistemas precisam acontecer o ano inteiro. No verão, chuvas fortes podem trazer poeira, folhas e resíduos para os painéis. “Manter a superfície limpa e os cabos bem revisados garantem maior eficiência e evita perdas que poderiam ser facilmente evitadas”, orienta Bourscheidt.</p>
<p><strong>Verdade: verão é, sim, uma época estratégica para economia &#8211; </strong>Apesar das limitações térmicas, o verão costuma apresentar um saldo positivo por conta da maior radiação disponível ao longo do dia. “Em muitos estados, essa geração reforçada ajuda o consumidor a compensar meses mais fracos no ano, equilibrando a conta de luz e aumentando o retorno sobre o investimento”, explica o executivo.</p>
<p>O desempenho dos sistemas fotovoltaicos é resultado de uma combinação de fatores, não apenas da estação climática. “O ponto mais importante é que a energia solar é um investimento de desempenho contínuo. Com instalação correta, tecnologia adequada e manutenção regular, o sistema entrega alta performance durante todo o ano”, finaliza o CEO da Energy+.</p>
<p><strong>Sobre a Energy+</strong></p>
<p>Fundada em 2019, em Toledo no Paraná (PR), a Energy+ é uma rede de tecnologia em energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída. Figurando entre as 50 maiores empresas do segmento no Brasil, a Energy+ atua desde o desenvolvimento e a construção, até o financiamento e operações da cadeia de energia solar.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Jala University abre inscrições para mais de 50 bolsas integrais no curso de Engenheiros de Software, em meio à crescente demanda por profissionais de TI</title>
		<link>https://pinzon.com.br/jala-university-abre-inscricoes-para-mais-de-50-bolsas-integrais-no-curso-de-engenheiros-de-software-em-meio-a-crescente-demanda-por-profissionais-de-ti/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 21:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BOLSAS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Universidade norte-americana com mais de 900 estudantes pela América Latina abre seleção para a 7ª turma no Brasil, com uma formação 100% online em uma área cujo déficit no país chega a meio milhão de profissionais O Brasil iniciou 2025 com um déficit estimado em meio milhão de profissionais de tecnologia da informação, de acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Universidade norte-americana com mais de 900 estudantes pela América Latina abre seleção para a 7ª turma no Brasil, com uma formação 100% online em uma área cujo déficit no país chega a meio milhão de profissionais</strong></p>
<p>O Brasil iniciou 2025 com um déficit estimado em meio milhão de profissionais de tecnologia da informação, de acordo com dados recentes divulgados pela Brasscom, entidade que reúne empresas do setor. A falta de mão de obra especializada se tornou um dos maiores gargalos para o desenvolvimento da economia digital no país, ao mesmo tempo em que o mercado segue em expansão. Apenas em 2024, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou a criação de mais de 2,2 milhões de novas vagas formais, e a área de tecnologia se manteve entre as cinco mais dinâmicas da economia nacional. É nesse contexto que surge a iniciativa da Jala University, instituição norte-americana com sede na Havaí, que está com inscrições abertas para bolsas de estudo integrais no curso de Engenharia de Software.</p>
<p>As inscrições seguem até o dia 13 de outubro através do link: <a href="https://jala-u.info/Pt_pre-e26">https://jala-u.info/Pt_pre-e26</a></p>
<p>Presente em países latino-americanos como Brasil, México, Argentina, Colômbia e Bolívia, a universidade já reúne mais de 900 estudantes na região. A proposta é oferecer uma formação de 7.260 horas, realizada totalmente online, com aulas ao vivo, ensino de inglês aplicado à tecnologia, orientação de professores especialistas e participação em projetos reais. O formato inclui ainda estágios supervisionados, que aproximam os estudantes do ambiente corporativo.</p>
<p>A sétima turma brasileira terá início em janeiro de 2026, com 55 bolsas disponíveis para candidatos de todas as regiões do país. O curso é realizado no Meetpoint, o campus no metaverso da universidade, onde os alunos interagem com docentes e colegas em tempo real. A grade curricular é constantemente revisada para acompanhar as demandas do mercado, o que garante alinhamento com tendências como computação em nuvem, metodologias ágeis e segurança digital.</p>
<p>Segundo Priscyla Pinangé, gerente nacional da Jala University, a formação vai além da transmissão de conteúdo técnico. “Nosso desafio é formar profissionais que tenham condições de acompanhar o ritmo de transformação do setor. Isso significa unir conhecimento acadêmico, prática aplicada e desenvolvimento de habilidades interpessoais que serão fundamentais para quem pretende construir uma carreira global”, afirma.</p>
<p>A universidade também destaca que a carência de profissionais de software não se restringe ao Brasil. Nos Estados Unidos, país em que a Jala está registrada, relatórios do Bureau of Labor Statistics indicam que as ocupações em ciência da computação e engenharia de software devem crescer em ritmo superior à média de outras profissões até 2030. Esse panorama global amplia as possibilidades de atuação para estudantes formados pela instituição, que saem preparados para disputar vagas em empresas de tecnologia de diferentes portes e segmentos.</p>
<p>Já um estudo conduzido pela Fundação Dom Cabral sobre o futuro do trabalho aponta que carreiras relacionadas ao desenvolvimento de software, à análise de dados e à segurança cibernética devem permanecer entre as mais demandadas até o fim da década. Esse cenário abre espaço não apenas para quem deseja ingressar no setor, mas também para profissionais de outras áreas que buscam realizar uma transição de carreira.</p>
<p>O processo seletivo da Jala University é composto por testes vocacionais e de lógica, curso introdutório, entrevistas e avaliação de perfil. Os aprovados se integrarão a uma rede internacional de formação que busca reduzir a distância entre a alta demanda de profissionais de tecnologia e a oferta ainda insuficiente no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>SOBRE A JALA UNIVERSITY</strong></p>
<p>A Jala University é uma instituição norte-americana, com sede no Havaí (EUA), que atua em países latinos. A universidade possui a Certificação Premium de Excelência, concedida pela ASIC (Accreditation Service for International Colleges), uma instituição creditadora de prestígio do Reino Unido, conhecida pelo seu processo rigoroso para certificar universidades internacionais. A ASIC é membro da Rede Internacional de Agências de Garantia de Qualidade na Educação Superior (INQAAHE), da Fundação Britânica para Qualidade (BQF) e da Rede Europeia de Educação à Distância e E-Learning (EDEN).</p>
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		<title>Crianças e jovens podem viajar ao exterior sem os pais, para estudar ou passear</title>
		<link>https://pinzon.com.br/criancas-e-jovens-podem-viajar-ao-exterior-sem-os-pais-para-estudar-ou-passear/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 22:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas é preciso conseguir uma autorização digital pela internet e fazer o reconhecimento do documento em um cartório de notas Passear ou estudar no exterior é o sonho de muitos jovens. Poder conhecer lugares fora do país e aprender coisas novas estão na mente e roteiro já de muitos deles. O negócio é planejar bem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mas é preciso conseguir uma autorização digital pela internet e fazer o reconhecimento do documento em um cartório de notas</strong></p>
<p dir="ltr">Passear ou estudar no exterior é o sonho de muitos jovens. Poder conhecer lugares fora do país e aprender coisas novas estão na mente e roteiro já de muitos deles. O negócio é planejar bem para colocar essa vontade em prática. Quem programa a viagem dos filhos para passear ou estudar fora do país pode solicitar uma autorização especial pela internet. É a Autorização Eletrônica de Viagem, que é emitida para menores nascidos no Brasil para realizar viagem internacional.</p>
<p dir="ltr">Com esse documento digital, crianças e jovens poderão embarcar sozinhos, sem os pais, com terceiros ou acompanhados por apenas um dos responsáveis. Para obter a AEVl, é necessário acessar a plataforma e-notariado <a href="https://www.e-notariado.org.br/customer/travel-permit-providers" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.e-notariado.org.br</a> e preencher o formulário virtual. Primeira alteração: O solicitante precisa ter o certificado digital notarizado &#8211; que é emitido de forma gratuita, por meio do aplicativo do E-notariado &#8211; e assinar digitalmente a autorização eletrônica de viagens.</p>
<p dir="ltr">Segundo Filipe Andrade Lima, tabelião titular do <b>Cartório Andrade Lima</b>, é necessário baixar aplicativo e fazer a solicitação. Filipe acrescentou que só é preciso ir a um cartório de notas quando a pessoa faz um modelo por conta própria, assina de forma física e precisa fazer o reconhecimento de firma. &#8220;A versão digital é uma garantia em caso de perda de documento em papel e facilita o check-in, ressaltou.</p>
<p dir="ltr"><strong>Preenchimento</strong></p>
<p dir="ltr">No preenchimento, é necessário informar os dados dos responsáveis, do menor e do acompanhante, se houver, e o período da viagem. Informar também um cartório ou comarca da cidade que reconhecerá os responsáveis informados e emitirá o AEV. Deve também anexar uma foto dos responsáveis, do menor e do acompanhante para identificação. Feito isso, é necessária a realização de uma videoconferência para confirmação da autorização. Todo o processo é realizado por meio do aplicativo do e-notariado.</p>
<p dir="ltr"><strong>QR Code</strong></p>
<p dir="ltr">O certificado notarizado é gratuito. O custo será pelo reconhecimento por autenticidade das assinaturas dos responsáveis. A autorização é disponibilizada em pdf e poderá ser baixada. Nela, também haverá o QR Code para a empresa de transporte fazer a leitura e conferir os dados, na hora do embarque, junto com os documentos pessoais dos viajantes e a passagem. É uma outra maneira de ter no celular a autorização reconhecida, caso se perca o documento na viagem.</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p dir="ltr"><em>O Cartório Andrade Lima funciona de segunda a sexta, das 07h às 22h e sábado, das 09h às 13h</em>.</p>
<p><strong>Endereço</strong>: Avenida República do Líbano, 4407, torre 2, sala 1203, Riomar Trade Center, Pina, no Recife.</p>
<p><strong>Telefone para agendamento</strong>: (81) 3131-7000</p>
<p><strong>Whatsapp</strong>: (81) 2101-0081.</p>
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		<title>Vestibular: Como lidar com a ansiedade e otimizar os estudos usando a Tecnologia</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:43:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Especialistas em saúde mental afirmam que a ansiedade é uma reação natural diante de situações desafiadoras, mas, quando se torna excessiva, pode prejudicar o desempenho e o bem-estar emocional O vestibular é uma etapa decisiva na vida de muitos estudantes, representando o sonho de ingressar na universidade e construir um futuro profissional. Entretanto, a proximidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialistas em saúde mental afirmam que a ansiedade é uma reação natural diante de situações desafiadoras, mas, quando se torna excessiva, pode prejudicar o desempenho e o bem-estar emocional</strong></p>
<p>O vestibular é uma etapa decisiva na vida de muitos estudantes, representando o sonho de ingressar na universidade e construir um futuro profissional. Entretanto, a proximidade da prova costuma gerar uma onda de ansiedade que pode afetar o desempenho e o bem-estar emocional dos candidatos. Especialistas em saúde mental afirmam que a ansiedade é uma reação natural diante de situações desafiadoras, mas quando se torna excessiva, pode prejudicar o desempenho do vestibulando e é preciso saber lidar com essa situação, como explica a psicóloga e coordenadora do curso de psicologia da Wyden, Tarcya Lima.</p>
<p>&#8220;Ansiedade é natural, próprio da condição humana. É ela que nos prepara para os desafios da vida, nos pondo em movimento! Quando falamos de ansiedade frente ao vestibular pensamos nos níveis que podem se tornar patológicos. Primeira coisa a se fazer é entender que isso é algo muito comum, afinal, trata-se de um momento de decisão importante na vida, a escolha profissional. Então, é válido reconhecer que sentir ansiedade não significa fraqueza, mas um sinal de que você valoriza esse objetivo. Para lidar com ela, é essencial desenvolver estratégias de regulação emocional, como praticar técnicas de respiração, meditação ou mindfulness, que ajudam a acalmar a mente e o corpo. Além disso, manter uma rotina equilibrada, com horários definidos para estudo, lazer e descanso, contribui para reduzir a sobrecarga emocional. Contar com o apoio de familiares e amigos, se necessário, também de um psicólogo, pode fazer toda a diferença nesse processo&#8221;, destaca.</p>
<p>Para os estudantes, o sentimento de ansiedade muitas vezes surge com o medo de não conseguir atingir as expectativas pessoais ou familiares, e é preciso ficar atento para amenizar essas preocupações, como ressalta a especialista. &#8220;Isso começa antes da própria prova em si, passa por cuidar tanto da preparação quanto do próprio bem-estar.</p>
<p>Alguns passos são importantes, como organizar um cronograma de estudos realista, que permita avançar com segurança, sem excessos; cultivar pensamentos mais equilibrados ajuda: em vez de focar apenas no medo do fracasso, procure lembrar-se dos seus esforços e progressos; se utilizar de técnicas como visualização positiva: imaginar-se indo bem na prova também podem reduzir o nervosismo; manter hábitos saudáveis, como: boa alimentação, sono adequado e prática de atividade física, fortalece o equilíbrio emocional e mental&#8221;, orienta. Tarcya finaliza enfatizando a importância de não deixar a ansiedade atrapalhar os estudos. &#8220;Para que os níveis de ansiedade não atrapalhem os estudos, é importante estabelecer uma rotina que respeite seus limites e favoreça a concentração. Dividir as tarefas em blocos menores e ter pausas regulares evita a sensação de sobrecarga e possibilita acompanhar o processo de modo mais consciente.</p>
<p>Outro ponto essencial é identificar pensamentos automáticos negativos como “não vou conseguir” ou “não sou bom o bastante” e substituí-los por frases mais realistas e motivadoras. Se a ansiedade for muito intensa e estiver impactando o rendimento, buscar o suporte de um psicólogo é sempre uma atitude de cuidado e inteligência emocional&#8221;, conclui.</p>
<p>Em meio a essa situação acerca da saúde mental, vale ressaltar a necessidade de uma preparação adequada e estratégica, utilizando-se de ferramentas tecnológicas como uma grande aliada nesse processo, oferecendo recursos que tornam os estudos mais produtivos e interativos. No entanto, um dos maiores desafios é evitar as distrações causadas pelas redes sociais, que podem comprometer o foco e o rendimento.</p>
<p>Para isso, é importante usar ferramentas digitais de forma consciente e planejada, para otimizar os estudos e fugir das distrações, com a utilização de aplicativos de bloqueio de redes sociais durante os períodos de estudo; estabelecer horários específicos para acessar as redes, evitando o uso contínuo; criar um ambiente de estudo livre de distrações digitais, com o celular em modo avião ou fora de alcance; além de priorizar plataformas de estudo que ofereçam conteúdo interativo e que mantenham o foco, como videoaulas e quizzes. Com disciplina e o uso inteligente da tecnologia, é possível potencializar o aprendizado, manter a concentração e alcançar um bom desempenho no vestibular.</p>
<p><strong>Vestibular Wyden Presencial</strong></p>
<p>Com uma grande estrutura e uma equipe qualificada e preparada para dar todo o apoio durante a jornada dos alunos, a Wyden realiza seu próximo vestibular no dia 07 de junho, com bolsas de até 70% no curso todo. Ao optar pela Wyden, o aluno terá experiências incríveis, como vivências aplicadas com aulas práticas em modernos laboratórios desde o primeiro ano; Programas Internacionais: Masterclass com professores estrangeiros, programas de língua e cultura e parcerias com instituições internacionais para intercâmbio; e Programas de Carreira: Workshops, plano de carreira e orientação personalizada, vagas exclusivas em empresas de destaque. Para mais informações sobre o Vestibular do Centro Universitário UniFBV Wyden e seus cursos, visite <a href="https://www.wyden.com.br/inscricao-unifbv">https://www.wyden.com.br/inscricao-unifbv</a><span id="more-59206"></span>.</p>
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		<title>Diversidade de gênero na tecnologia é tema do Código M</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 19:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>
		<category><![CDATA[ENCONTROS]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento gratuito ocorre no próximo dia 16, das 8h30 às 13h, no Cais do Sertão Presente em muitos setores, a disparidade entre homens e mulheres em termos de direitos, oportunidades e tratamento se torna ainda mais visível quando envolve o setor de tecnologia. Segundo o estudo “Mulheres no setor tech da América Latina”, para receber [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Evento gratuito ocorre no próximo dia 16, das 8h30 às 13h, no Cais do Sertão</strong></p>
<p>Presente em muitos setores, a disparidade entre homens e mulheres em termos de direitos, oportunidades e tratamento se torna ainda mais visível quando envolve o setor de tecnologia. Segundo o estudo “Mulheres no setor tech da América Latina”, para receber o mesmo que um homem em um ano, uma mulher que atua no segmento precisa trabalhar 28% a mais que o colega do sexo masculino. Além disso, atualmente, menos de 30% da força de trabalho em tecnologia é ocupada por mulheres. A pesquisa, que analisou a situação salarial em oito países da América Latina, foi realizada pela McKinsey &amp; Company junto com a Laboratória, edtech que busca inserir mais mulheres no mundo da tecnologia.</p>
<p>Visando estimular o primeiro passo nessa direção, a Laboratória e a organização filantrópica Google.org promovem no Recife o evento Código M. O encontro ocorre no próximo dia 16, no centro cultural Cais do Sertão, e tem como proposta impulsionar a inovação e a liderança feminina no setor de tecnologia a partir de paineis com lideranças femininas, interações e trocas de experiências. As inscrições estão abertas, são limitadas e podem ser feitas gratuitamente por meio do site www.codigom.la/br</p>
<p>Entre os destaques da programação do Código M está a empreendedora pernambucana Simony César. Filha de ex-cobradora de ônibus e natural do bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife, Simony é fundadora e CEO da startup Super NINA, lançada quando ela ainda era estudante de Publicidade e Propaganda na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A tecnologia, que visa transformar a mobilidade urbana em um ambiente mais seguro e inclusivo para as mulheres, garantiu a Simony o destaque na lista Forbes Under 30 Brasil, que reconhece jovens talentosos com menos de 30 anos em categorias como empreendedorismo, inovação e tecnologia.</p>
<p>Além de Simony César, o Código M contará ainda com a participação de nomes como Laís Xavier, uma das idealizadoras do projeto Tech Woman; Magdalena Cavalcanti, consultora de RH do Bradesco; e Luana Maria, ativista pelos direitos humanos e empreendedora social na Pajubá Tech. “Voltar para o Recife depois de um evento tão lindo realizado em 2024 é incrível. Com o Código M, buscamos apresentar o setor tech para mulheres que desejam começar a trajetória profissional, mas não sabem como dar o primeiro passo. Queremos derrubar as barreiras e incentivar a descoberta do potencial de cada uma”, afirma a cofundadora da Laboratória no Brasil, Regina Acher.</p>
<p>A Laboratória foi fundada em 2014, no Peru, com a missão de transformar a vida de mulheres latinoamericanas por meio de uma carreira em tecnologia. Desde então, a organização já formou mais de 5 mil mulheres no Brasil e em outros dez países da América Latina em diversos cursos. Considerando apenas o Código M, foram impactadas mais de 800 brasileiras entre os anos de 2023 e 2024, das quais 90% classificaram a experiência como fundamental para iniciar uma carreira no mercado de tecnologia. Quanto à inserção no mercado de trabalho, mais de 1,3 mil empresas na América Latina já contrataram mulheres capacitadas pela Laboratória. Mais informações podem ser conferidas no site oficial da Laboratória: www.laboratoria.la/pt</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>O que</strong>: Código M no Recife<br />
<strong>Quando</strong>: Dia 16 de abril, das 8h30 às 13h<br />
<strong>Onde</strong>: Cais do Sertão &#8211; Av. Alfredo Lisboa, S/N, Recife Antigo<br />
In<strong>scrições</strong>: Gratuitas, pelo site www.codigom.la/br</p>
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		<title>Setor logístico em busca de mão de obra qualificada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ppinzon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 20:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EMPREGO E RENDA]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[A área de logística é responsável por cerca de 12% do PIB nacional, mas a falta de pessoal treinado é um gargalo que ameaça o setor O setor de logística no Brasil enfrenta um obstáculo significativo para seu crescimento sustentável: a escassez de mão de obra qualificada. Em um mercado cada vez mais exigente e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A área de logística é responsável por cerca de 12% do PIB nacional, mas a falta de pessoal treinado é um gargalo que ameaça o setor</strong></p>
<p>O setor de logística no Brasil enfrenta um obstáculo significativo para seu crescimento sustentável: a escassez de mão de obra qualificada. Em um mercado cada vez mais exigente e competitivo, a falta de profissionais capacitados tem impactado diretamente a eficiência das operações logísticas, essenciais para atender à crescente demanda do comércio eletrônico e à complexidade das cadeias de suprimentos. A área de logística é responsável por cerca de 12% do PIB nacional, mas a falta de pessoal treinado é um gargalo que ameaça o setor.</p>
<p>De acordo com a diretora do Grupo Trino, Cláudia Dowsley, o boom de Suape promoveu em Pernambuco uma formação em massa na área de logística, no entanto, sem um olhar atento à evolução do mercado. “Os profissionais precisam estar antenados aos processos de Tecnologia da Informação (T.I.), como sistemas e inteligência artificial. Essa lacuna é perceptível. No Grupo Trino, estamos trabalhando na capacitação das pessoas que trabalham conosco. Nesse olhar mais digital, de um fluxo mais rápido, mais fluido e que garante a segurança do estoque do cliente”, afirma ela.</p>
<p>As empresas do setor têm investido em iniciativas para qualificar suas equipes. Algumas oferecem cursos internos para desenvolvimento técnico e capacitação em novas tecnologias, enquanto outras buscam profissionais no mercado e realizam treinamentos personalizados. &#8220;Em nosso programa de trainee, buscamos pessoas que não têm experiência em logística, de áreas diversas, como T.I., Engenharia e Administração, para que venham a contribuir com os resultados que desejamos. A logística é um grande hub e a gente necessita de diversos talentos&#8221;, ressalta Cláudia.</p>
<p>Com as empresas incubidas da responsabilidade de lapidarem os seus profissionais, é muito comum na área da logística encontrar histórias como a de Ismael Torres, que começou no atual emprego como jovem aprendiz, foi contratado como recepcionista de um condomínio logístico e hoje é gerente de logística. “Desde o início, a empresa acreditou no meu potencial e me deu a oportunidade de crescer. Hoje, estou na minha sétima função dentro do Grupo Trino e cada novo desafio tem sido um grande aprendizado”, declara ele.</p>
<p>Contratada em 2023, a encarregada operacional e administrativa Bianca Pontes relata como teve o apoio da empresa para galgar espaços. “Foi o meu primeiro emprego e sempre fui muito curiosa por todos os processos, tentei aprender o máximo que eu podia. Entrei como auxiliar de logística e, com alguns meses, a empresa me deu a oportunidade de capacitação para entrar no setor administrativo. A experiência adquirida na operação me ajudou bastante e hoje ocupo uma função estratégica&#8221;, comenta a jovem.</p>
<p>A evolução rápida nas carreiras dos profissionais dá a tônica quanto o setor logístico tem investido na capacitação de seus colaboradores. O direcionamento visa as novas tecnologias, a otimização dos processos, entregando eficiência e rapidez a uma demanda cada vez mais exigente.</p>
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		<title>Tecnologia é aliada na aprendizagem</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 17:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Tarefas simples podem se tornar mais ricas com o uso de ferramentas O ritmo acelerado das inovações tecnológicas vem mudando o mercado de trabalho, mas também o sistema educacional. Pesquisa realizada pelo Google, em parceria com a Educa Insights, aponta que três em cada dez estudantes usam ferramentas com Inteligência Artificial (IA) para realizar suas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tarefas simples podem se tornar mais ricas com o uso de ferramentas</strong></p>
<p>O ritmo acelerado das inovações tecnológicas vem mudando o mercado de trabalho, mas também o sistema educacional. Pesquisa realizada pelo Google, em parceria com a Educa Insights, aponta que três em cada dez estudantes usam ferramentas com Inteligência Artificial (IA) para realizar suas atividades.</p>
<p>Ana Flávia Ferraz, coordenadora de Tecnologia Educacional da escola bilíngue ABA Maple Bear, explica que, com o uso da tecnologia, a tarefa de fazer um simples texto pode ser mais rica. “Do mesmo jeito que os alunos podem fazer uma redação com lápis, eles podem fazer uma redação em um iPad. Na hora em que fazem em um dispositivo eletrônico, ela já pode ser corrigida mais facilmente. Podemos colocar links de vídeos, fotos, e isso já vira um material mais completo. Então, conseguimos trazer uma gama muito maior, do que estar fazendo apenas uma escrita no caderno”, explica Ana.</p>
<p>Como resultado, os alunos desenvolvem o pensamento crítico em relação ao conteúdo tradicional lecionado. Ana Flávia explica ainda que o contato com a tecnologia é feito desde o ensino infantil. “A partir dos 11 anos, os estudantes recebem um ipad configurado, com conteúdo totalmente educacional e eles levam para casa.</p>
<p>Recentemente, a escola foi novamente certificada como uma Apple Distinguished School, título concedido pela Apple, que reconhece a inovação no ensino e a utilização de tecnologias. A certificação posiciona a instituição em uma rede exclusiva de escolas ao redor do mundo que compartilham práticas e inovações educacionais diferenciadas.</p>
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