Comunicação Interatrial: Um alerta para os cuidados com o coração

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Defeito no coração atinge uma pessoa a cada 800 nascimentos

As doenças de origem cardíaca continuam sendo a principal causa de mortes no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a cada 90 segundos uma pessoa morre em decorrência de cardiopatias existentes. Entre elas, a Comunicação Interatrial (CIA), um defeito no coração mais frequente, com as quais o indivíduo já nasce.

O Cirurgião Cardiovascular, Alexandre Magno, alerta que a doença pode levar ao aumento dos níveis de pressão na circulação do pulmão e, com o passar do tempo, o coração pode até entrar em falência.

Pesquisas revelam ainda que uma pessoa a cada 800 nascimentos possui Comunicação Interatrial, e diferente de outras cardiopatias congênitas, sua lenta evolução faz com que o problema geralmente seja identificado apenas na idade adulta. “É uma doença que pode levar ao aumento dos níveis de pressão na circulação do pulmão e, com o passar do tempo, o coração pode até entrar em falência”, alerta o Cirurgião Cardiovascular, Alexandre Magno.

Falta de ar, frequência cardíaca irregular, palpitações ou sopro, segundo o Dr. Magno é comum viver anos sem sentir qualquer sintoma. “A descoberta acontece quando a doença já está afetando a qualidade de vida do paciente ou pode ser diagnosticada por acaso, na realização de um exame cardiológico ou na investigação de um AVC, por exemplo.”

“Como a maior parte das cardiopatias congênitas, a CIA não tem uma causa definida e assim não há como preveni-la. Há alguns anos o tratamento era cirúrgico, mas hoje pode ser feito via procedimento minimamente invasivo, guiado por imagem”, explica o Cirurgião Cardiovascular, ressaltando que essas são vantagens importantes em relação à cirurgia convencional.

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