Gentileza Urbana: conceito toma conta de empreendimentos no Recife

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Arcos da Aurora Prince, fachada rua da Fundicão, da Pernambuco Construtora

A gentileza urbana é um conceito amplo, mas, pode-se definir como uma forma de obras privadas, voluntariamente, utilizarem a arquitetura para favorecer o urbanismo e o paisagismo no entorno, beneficiando residentes e passantes, é o que o Grupo Pernambuco Construtora, está valorizando em seus projetos

‘Gentileza gera gentileza’ – a frase do profeta Gentileza, já virou um ditado popular e significa que, ser gentil vai fazer com se receba o mesmo tratamento de outros, o que torna a vida e as relações mais agradáveis. O conceito – tão necessário quanto urgente – chegou à Arquitetura, Urbanismo e também ao mundo da construção civil, que vem colocando-o em prática em empreendimentos por todo o País. E no Recife não é diferente.

Tamarineira Prince, da Pernambuco Construtora

MELHORAR A CIDADE PARA AS PESSOAS – A gentileza urbana é um conceito amplo, mas pode-se definir como uma forma de obras privadas, voluntariamente, utilizarem a arquitetura para favorecer o urbanismo e o paisagismo no entorno, beneficiando residentes e passantes. “Temos planejado nossos empreendimentos considerando o todo: os clientes e a vizinhança, pensando sempre no que podemos agregar ao bairro, à comunidade e à região onde o prédio está inserido. A ideia é valorizar o entorno, que o novo prédio seja um acréscimo positivo. Isso influencia na arquitetura, paisagismo e até mesmo em como vamos gerir o período de obras.” – explica Mariana Wanderley, diretora executiva do Grupo Pernambuco Construtora.

DURANTE – A obra do Tamarineira Prince Vanguard, na Rua São Vicente, n° 255, bairro da Tamarineira, no Recife, com previsão de entrega para o primeiro semestre de 2024, tem os chamados ‘tapumes amigáveis’, com cestos de coleta seletiva, saquinhos higiênicos para os pets, bicicletário e calibrador de pneus de bicicletas disponíveis à população. Durante uma obra, há um esforço da equipe para diminuir os possíveis incômodos. Evita-se sujeira e materiais na calçada, minimiza-se o barulho e tenta-se criar uma boa relação com os vizinhos.

DEPOIS – Quando pronto, o prédio terá muros em vidro e entorno com paisagismo que privilegia o uso de bancos e canteiros verdes nas calçadas, que serão acessíveis à população. “Estes benefícios criam um laço com as pessoas, que sente que aquele prédio será uma boa aquisição para a vizinhança. Algo que valoriza até mesmo outros imóveis” – avalia Mariana.

CAMINHABILIDADE – Outro exemplo de projeto pensado para beneficiar quem passa na rua é a arquitetura marcante do Arcos da Aurora Prince, empreendimento pronto para morar, na Rua da Aurora, no Bairro de Santo Amaro. O acesso que se dá pela Rua da Fundição foi criado para servir de abrigo para pedestres, com uma calçada ampla, medindo 7,40 metros de largura, com passeio coberto, fazendo referência aos antigos prédios da Av. Guararapes, completado por um belo trabalho de paisagismo.  “Neste projeto, quisemos contribuir positivamente para a caminhabilidade, presenteando quem passa com um jardim bem verde, deixando a experiência de quem passeia pelas ruas do bairro mais prazerosa.” – encerra a gestora.

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