A cibersegurança é fator chave para sobrevivência das empresas na era digital, é o artigo de Mateus Virgínio de França

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A transformação digital é uma oportunidade para que todas as empresas e organizações se desenvolvam. Com o armazenamento de recursos na chamada ‘nuvem’ e a automação da comunicação em tempo real, o setor vem crescendo consideravelmente. Entretanto, à medida que esse desenvolvimento evolui, surgem ameaças, sobretudo na área da segurança da informação.

Ciberataques – Intrusões ou tentativas de roubo de dados – já ocorreram e são uma constante ameaça ao mundo corporativo. Inúmeros exemplos ilustram esse fenômeno, incluindo sequestro de dados com exigência de resgate, tentativas de enganar para obter informações, vazamentos de dados, entre outros.

Neste caso, a instituição afetada é forçada não apenas a sacrificar o fluxo de caixa, como também a reputação e a confiança dos seus clientes. Isso também pode ser uma dor de cabeça para empresas que veem a cibersegurança e os sistemas de informação como despesas adicionais ao invés de investimentos.

Como resultado muitas corporações enfrentam mais danos e mais despesas futuras, apenas para perceber que a perda desses sistemas pode mudar significativamente seus resultados, já que os custos de investir nesses sistemas tendem a ser menores do que os da perda das soluções. Nesse caso, controle de acesso, backups, criptografia, atualizações de sistema, monitoramento de rede são algumas medidas preventivas que devem ser antecipadas ao lidar com esses cenários. É bom lembrar que a maioria desses ataques podem vir por exemplo, de e-mails e links falsos.

Por isso, a segurança não deve ser construída apenas na tecnologia, como também junto aos colaboradores. A cibersegurança continuará trabalhando na continuidade dos negócios, assim como na tecnologia do futuro.

A segurança da informação, da rede e dos sistemas tornou-se a base de qualquer operação. E aqueles que trabalham em TI não apenas mantêm máquinas ou softwares funcionando, além de ferramentas digitais que alimentam uma operação maior.

Isso implica em fazer o suficiente para manter os dados seguros e minimizar a chance de falhas de dados que interromperiam uma execução de uma operação ou quaisquer outros procedimentos. Esta ferramenta se transformou em estratégia de negócio.

Em um mercado tão competitivo quanto mais inovação, melhor.

Mateus Virgínio de França – É Analista de Redes Pleno, formado em Redes de Computadores, com mais de 10 anos de experiência em Tecnologia da Informação. Atua com foco em infraestrutura, conectividade e segurança, garantindo eficiência e estabilidade em ambientes de rede.

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