COMIDAS JUNINAS: Equilíbrio no consumo, é essencial para garantir benefícios á saúde

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Para que ninguém deixe de aproveitar os alimentos juninos, a nutricionista do SESI Saúde, Lídia Bandeira, desmistifica as comidas de milho como vilãs, e dá opções para quem possui algum tipo de restrição

Basta o mês de junho chegar e, com ele, a proximidade do São João, que a gente logo pensa em uma mesa farta de comidas juninas. São alimentos que, além de deliciosos, possuem importantes benefícios por serem feitos principalmente do milho – alimento rico em fibra e boa fonte de energia. No entanto, equilíbrio é a palavra de ordem para alguns grupos específicos, como pessoas com intolerância à lactose, hipertensão ou diabetes e para aquelas que estão em dietas hipocalóricas, uma vez que algumas receitas podem ser muito calóricas ou levar ingredientes que tragam prejuízos à saúde.

Para que ninguém deixe de aproveitar os alimentos juninos, a nutricionista do SESI Saúde, Lídia Bandeira, desmistifica as comidas de milho como vilãs e dá opções para quem possui algum tipo de restrição. “Muitas pessoas têm receio em relação às comidas típicas, achando que não podem consumir nada por ser extremamente calóricas. Mas cada pessoa tem uma indicação especifica de liberação ou de restrição”, comenta.

A nutricionista explica que quem tem hipertensão e diabetes deve consumir com moderação os alimentos que são feitos com açúcar e sal, mas que, em geral, existem muitas opções possíveis. “Temos, por exemplo, comidas juninas diet, em que o açúcar comum é substituído por adoçante culinários, ou que há a redução de sódio. Para quem tem intolerância à lactose, existem opções de comidas juninas no mercado em que o leite comum é substituído por leite sem lactose”, esclarece.

Mesmo no caso das pessoas que não têm nenhuma restrição, Lídia conta que muitas delas têm medo de consumir os alimentos juninos por conta das calorias, pensando que não vão agregar nada para a saúde. “As comidas juninas são feitas de milho em sua maioria, que é um grão saudável, inclusive para os celíacos. É preciso entender que a questão não é a preparação em si, mas a quantidade e a frequência de consumo”.

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