População pet cresce cada vez mais e tutores precisam ter cuidados redobrados

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Foto: Divulgação

O Brasil tem a terceira maior população pet do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China, de acordo com a Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação

Adotar ou até mesmo adquirir um animal de estimação tornou-se uma prática comum no Brasil. Segundo levantamento feito pela Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, atualmente são mais 160 milhões de animais de estimação no país , entre cães, gatos, pequenos mamíferos, répteis, pássaros, entre outros. O Brasil tem a terceira maior população pet do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China, de acordo com a instituição.

Estima-se que no Brasil a população canina já ultrapassa mais de 60 milhões e a felina dos 30 milhões. A média é de 2,6 pets por domicílio brasileiro, principalmente na aquisição de cachorros por parte das famílias.

Com milhões de pets sendo criados nos lares de todo o país os cuidados dos tutores devem ser redobrados. Com o aumento da população animal o risco de doenças infectocontagiosas também cresce.

Dentro deste contexto, os cuidados com a saúde e bem-estar dos pets são fundamentais. Atividades como banho, tosa, vacinação e consultas veterinárias regulares são algumas das atividades que o tutor deve realizar para cuidar e proteger o seu amigo de quatro patas, livrando-os de doenças e mantendo a saúde do pet em dia.

O psicólogo canino e adestrador Nahum Anselmo, chama atenção para uma questão muito importante. “A pessoa que adotar ou mesmo comprar um cachorro, gato ou qualquer outro animal para criá-lo em casa deve observar primeiramente se ele já foi vacinado. A partir dos 45 dias de vida, o pet já pode receber a primeira vacina de proteção contra doenças. E após 90 dias de nascido, cachorros e gatos já podem ser imunizados com a vacina antirrábica contra a raiva.

Outra medida fundamental de cuidado com seu bicho de estimação é aplicar o vermífugo para protegê-lo contra verminoses, inflamações e desnutrição, entre outros males, sempre com orientação de um veterinário capacitado.

De acordo com o especialista Nahum Anselmo, banhos e tosas regulares são importantes para manter a saúde do pet. Entretanto, ele explica que o banho deve ser dado no cachorro, por exemplo, a cada 15 dias, pois o excesso de banhos pode diminuir a oleosidade natural do animal e acabar prejudicando a qualidade do pelo.

O profissional dá outra dica valiosa para quem tem ou pretende criar um pet. “A escovação regular dos pelos do animal evita nós e bolinhas no pelo que podem causar desde irritações até inflamações na pele, principalmente em gatos. Além disso, o uso de um shampoo específico e secagem bem feita evitam o surgimento de fungos”, completa.

A escolha de uma ração balanceada com orientação de um profissional veterinário também é fundamental para a qualidade de vida do pet.

A depender do animal e do seu histórico de vida, o tutor poderá introduzir frutas e legumes na alimentação do seu bicho de estimação, entretanto, isso deverá ser avaliado por um profissional veterinário habilitado.

É importante observar também se o pet está se alimentando de forma correta e se está com bom condicionamento físico. Qualquer sinal de instabilidade, a exemplo falta de apetite, apatia, tristeza profunda ou até mesmo indisposição contínua é recomendável procurar ajuda de um profissional veterinário habilitado e/ou um especialista em comportamento animal ou psicólogo canino para fazer uma avaliação.

Por fim, a prática regular de atividade física com seu amigo de quatro patas melhora a autoestima e condicionamento físico do animal. Uma caminhada diária pelo quarteirão do bairro, por exemplo, já faz toda a diferença e traz benefícios para a saúde do pet.

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