Time da Secti apresenta as políticas públicas de vanguarda do Estado, na Campus Party Petrolina

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A equipe da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (SECTI) e da Usina Pernambucana de Inovação comandaram painéis no primeiro dia do maior evento mundial de tecnologia

A Caravana da Inovação também marcou presença na Campus Party com troca de conhecimentos. A equipe da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (SECTI) e da Usina Pernambucana de Inovação comandaram painéis no primeiro dia do maior evento mundial de tecnologia.

Os diretores Carmelo Bastos e Cesar Andrade, acompanhados do gerente Eduardo Peretti, apresentaram o “Papel da Estratégia de CTI para Pernambuco”. A iniciativa também contou com a participação do secretário de CTI, Lucas Ramos, e do secretário-executivo, Leonildo Sales.

Carmelo Bastos, diretor de Ambiente de Inovação e Formação Superior da Secti, falou sobre os programas de interiorização de CTI desenvolvidos pelo Governo do Estado, por meio da SECTI, com destaque para o Forma.AI, que vai capacitar 10 mil pessoas até o final de 2022. “Esse é o maior programa estadual de formação de pessoas para as habilidades do futuro, com um investimento na ordem de 8,12 milhões”, disse ele, destacando também o papel do Parqtel como um hub para estimular inovação, competitividade e capacitação empresarial para a manufatura avançada, integrando empresas, governo e universidade, o Armazém da Criatividade, o Porto Digital e o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP).

“A interiorização das políticas de CTI de Pernambuco é um planejamento que também integra programas como o PróStartups, que tem o objetivo de acompanhar e apoiar a startup em todas suas etapas e, também, a financeirização do Fundo Inovar, responsável pelo custeio da ação”, destacou Eduardo Peretti, gerente de Ambiente Legal, da Diretoria de Estratégias para a Inovação da Secti, reforçando o caráter revolucionador dos Espaços 4.0: 22 Centros de Inovação, equipados com tecnologias portadoras de futuro, em implantação em todas as regiões de desenvolvimento de Pernambuco.

“Precisamos de uma Estratégia de CTI que possa agregar todo o ecossistema de inovação. Aqui, dentro do estado de Pernambuco, chamamos de Sistema Pernambucano de Inovação (Spin), composto por diversos segmentos, diversos atores, a exemplo do Sebrae, do Sistema S e Instituições de Ensino Superior, associações, cooperativas”, disse o diretor de Políticas de CTI e Competitividade da Secti, Cesar Andrade, reforçando que é necessário uma política que alcance toda a sociedade.

Alexandre Maciel, gerente Geral de Ambientes de Inovação da Secti, destacou o papel do Lócus da Inovação como indutor do fomento de uma cultura inovadora em diversas regiões do Estado. “O objetivo é credenciar ambientes propícios à inovação em Pernambuco, formados a partir de consórcios de instituições públicas e privadas que visem contribuir para a promoção do desenvolvimento científico e tecnológico promovendo o desenvolvimento do Cais ao Sertão”, explicou Maciel.

Por fim, Leonildo Sales falou sobre o papel da Usina Pernambucana de Inovação. “Precisamos levar a sério e criar instâncias que pensem em inovação para governo”, disse ele, ao destacar que a Usina Pernambucana de Inovação é um hub de inovação para ajudar o ecossistema dentro do poder executivo estadual. “Por isso, estamos fomentando o nascimento dos laboratórios de inovação em diversas secretarias estaduais para que, em conjunto, seja criado essa rede de ecossistemas de inovação a qual a Usina tem procurado atuar. A ideia é levar formação para esses laboratórios, fomento, recursos financeiros, por meios de bolsas da Facepe e editais. É conectar, fomentar, animar não só o poder executivo estadual, mas todos que tenham o interesse em participar”, finalizou ele.

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