IA já impacta o emprego de jovens brasileiros e aumenta busca por formação em tecnologia

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Foto: divulgação

Mirando mercado, Jala University abre inscrições para a turma 2027.1 de Engenharia de Software com bolsas integrais destinadas a estudantes brasileiros

O avanço da inteligência artificial já começa a produzir efeitos concretos no mercado de trabalho brasileiro, especialmente entre os mais jovens. Um estudo recente do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) aponta que cerca de 30 milhões de trabalhadores brasileiros atuam em ocupações com algum grau de exposição à inteligência artificial generativa. Entre os jovens de 18 a 29 anos, os impactos são ainda mais evidentes, com redução da empregabilidade e da renda em profissões mais suscetíveis à automação.

Ao mesmo tempo em que a IA transforma atividades consideradas de entrada no mercado, cresce a demanda por profissionais capazes de desenvolver, gerenciar e aprimorar essas tecnologias. O desafio é que a formação de talentos ainda não acompanha a velocidade de expansão do setor. Dados da Brasscom mostram que o Brasil forma cerca de 53 mil profissionais de tecnologia por ano, enquanto a demanda anual gira em torno de 159 mil trabalhadores, criando um déficit estrutural de mão de obra qualificada.

Para especialistas, o cenário evidencia uma mudança importante: mais do que competir com a inteligência artificial, os profissionais precisarão aprender a trabalhar com ela. A transformação já é percebida dentro das próprias empresas de tecnologia. Segundo Rolando Lora, líder da equipe de Pesquisa em Inteligência Artificial Generativa da Jala University, funções tradicionalmente associadas aos profissionais em início de carreira estão sendo automatizadas em velocidade crescente, o que exige uma mudança na forma como os futuros engenheiros de software são preparados.

“Estamos assistindo ao desaparecimento gradual do papel tradicional do desenvolvedor júnior. Ferramentas de inteligência artificial já conseguem executar muitas tarefas operacionais que antes serviam como porta de entrada para a profissão. Isso não significa menos oportunidades para os jovens, mas sim a necessidade de desenvolver competências mais avançadas desde cedo, como pensamento crítico, capacidade de resolver problemas complexos e habilidade para trabalhar em conjunto com sistemas de IA”, explica.

De acordo com o especialista, os profissionais mais valorizados nos próximos anos serão aqueles capazes de supervisionar, validar e direcionar o trabalho realizado pela inteligência artificial. “As empresas não estão procurando apenas pessoas que saibam programar. Elas buscam profissionais capazes de tomar decisões, avaliar resultados, identificar falhas e liderar processos apoiados por inteligência artificial. O conhecimento técnico continua fundamental, mas habilidades humanas como criatividade, colaboração e pensamento crítico passam a ser ainda mais importantes”, acrescenta.

É nesse contexto que a Jala University, instituição norte-americana com sede no Havaí e atuação em diversos países da América Latina, anuncia a abertura das inscrições para a turma 2027.1 do curso de Engenharia de Software. Presente em países como Brasil, México, Argentina, Colômbia e Bolívia, a universidade já reúne mais de mil estudantes em formação. A proposta é oferecer uma formação internacional de 7.260 horas, realizada totalmente online e em português, com aulas ao vivo, ensino de inglês aplicado à tecnologia, orientação de professores especialistas e participação em projetos reais. O formato inclui ainda estágios supervisionados, aproximando os estudantes do ambiente corporativo desde a graduação.

O curso é realizado no Meetpoint, campus da universidade no metaverso, onde os alunos interagem em tempo real com professores e colegas de diferentes países. A grade curricular é constantemente revisada para acompanhar as transformações do mercado e contempla áreas estratégicas como inteligência artificial, computação em nuvem, metodologias ágeis, arquitetura de software e segurança digital.

A formação também foi adaptada para responder às mudanças provocadas pela IA no mercado de tecnologia. “Desde os primeiros períodos, os estudantes aprendem a utilizar ferramentas de inteligência artificial como apoio ao desenvolvimento de projetos, à resolução de problemas e à construção de soluções de software. A proposta é formar profissionais capazes não apenas de utilizar a tecnologia, mas de compreender seus limites, avaliar seus resultados e liderar sua aplicação em ambientes corporativos”, explica Priscyla Pinangé, gerente nacional da Jala University.

Segundo Pinangé, a busca por cursos ligados à tecnologia tem crescido justamente entre jovens que observam as mudanças provocadas pela IA no mercado de trabalho. “Os estudantes estão percebendo que a tecnologia deixou de ser apenas uma área específica para se tornar uma competência estratégica em praticamente todas as profissões. Quem compreende como os sistemas são desenvolvidos e como a inteligência artificial funciona passa a ocupar uma posição diferenciada no mercado”, destaca.

A próxima turma brasileira terá início em janeiro de 2027 e disponibilizará bolsas integrais para candidatos de todas as regiões do país. O processo seletivo inclui testes vocacionais e de lógica, nivelamento de inglês, curso introdutório, entrevistas e avaliação de perfil. Os aprovados passarão a integrar uma comunidade internacional de estudantes preparada para atuar em um dos setores mais dinâmicos da economia global.

INSCRIÇÕES

As inscrições para a turma 2027.1 da Jala University já estão abertas e podem ser realizadas por candidatos de todo o Brasil por meio do link: https://jala-u.info/prensa_BR_e27.

SOBRE A JALA UNIVERSITY

A Jala University é uma instituição norte-americana, com sede no Havaí (EUA), que atua em países latinos. A universidade possui a Certificação Premium de Excelência, concedida pela ASIC (Accreditation Service for International Colleges), uma instituição acreditadora de prestígio do Reino Unido, conhecida pelo seu processo rigoroso para certificar universidades internacionais. A ASIC é membro da Rede Internacional de Agências de Garantia de Qualidade na Educação Superior (INQAAHE), da Fundação Britânica para Qualidade (BQF) e da Rede Europeia de Educação à Distância e E-Learning (EDEN).

 

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