Associação dos Fornecedores de Cana de PE-AFCP, qualifica 1,2 mil aplicadores de defensivos nos canaviais do Estado

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Nos últimos anos, todos os meses, a questão da segurança no trabalho e mais as tarefas de assistência técnica nos canaviais dos 7,1 mil sócios da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP) tem sido a rotina do Engenheiro Agrônomo e de Segurança do Trabalho, Ricardo Moura, que trabalha no Departamento Técnico da entidade.

Todos os anos, entre cursos e atualizações periódicas, estes profissionais que fazem a aplicação de defensivos agrícolas nos engenhos dos 7,1 mil sócios da AFCP são qualificados pelo agrônomo da entidade que é credenciado pela Adagro, para capacitá-los e certificá-los no uso correto e seguro para a propriedade, para os trabalhadores envolvidos e seus familiares, como também à natureza

Nos últimos anos, todos os meses, a questão da segurança no trabalho e mais as tarefas de assistência técnica nos canaviais dos 7,1 mil sócios da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP) tem sido a rotina do Engenheiro Agrônomo e de Segurança do Trabalho, Ricardo Moura, que trabalha no Departamento Técnico da entidade. Seu papel é indispensável inclusive para a proteção da saúde e da vida dos 1,2 mil profissionais que atuam na aplicação de defensivos agrícolas nas propriedades dos milhares de associados. O especialista é credenciado pela Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária (Adagro) para realizar a capacitação referente à proteção individual dos trabalhadores, ao manuseio, aplicação, transporte e armazenamento dos produtos químicos e também ao descarte adequado de embalagens, conforme as melhores práticas ambientais e legais para evitar o risco de acidentes.

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e seu uso correto é posto por Ricardo como um dos principais temas abordados por ele nos cursos de qualificação para iniciantes, bem como no treinamento de atualização aos experientes. “Os EPIs salvam vidas e evitam contaminações do meio ambiente e dos profissionais nos locais de trabalho. Por isso, dedico muita atenção e tempo para esta temática nas minhas capacitações com base na Norma Regulamentadora para Trabalho no Campo (NR31), em especial para atividades insalubres que necessitam do uso de EPIs. Não por acaso, os equipamentos usados nesta atividade cobrem o corpo do aplicador do pé à cabeça”, explica.

Para o advogado especialista em Direito do Trabalho, Filipe Brito, esta ação deve servir de exemplo e inspiração para empresas de outros segmentos, nos quais o uso de EPIS sejam primordiais para a segurança dos trabalhadores. “O tema é bastante corriqueiro na Justiça do trabalho, pois a responsabilidade do empregador não é apenas de disponibilizar mas também de treinar e fiscalizar o uso dos EPIs por seus funcionários, assim eventos que promovam a disseminação do conhecimento que ressaltem a importância e do correto manejo dos EPIs são de grande importância para todo empresário”, completa.

Noções de Segurança do Trabalho dos aplicadores para evitar acidentes também integram as palestras e capacitações promovidas pela AFCP, assim como sobre os primeiros socorros e outros vários. Ao final, o trabalhador que atua nesta área estará apto para função e melhor preparado para o bem de todos. Também recebem um certificado reconhecido e emitido pelo Departamento Técnico da AFCP, que é comandado por Paulo Giovanni.

“O canavieiro sócio da AFCP interessado em promover esta capacitação a seus aplicadores não terá custo. O serviço é gratuito. Recentemente, foram capacitados 56 profissionais dos engenhos Gambá (Tracunhaém), Sociedade (Timbaúba) e do Condomínio dos Produtores Rurais da Mata Norte, também em Timbaúba. Agende para seu engenho. O treinamento é feito de acordo com uma agenda programada”, esclarece Giovanni.

Alexandre Andrade Lima, presidente da AFCP, destaca a importância do serviço ofertado para todos os 7,1 mil associados, independentemente da quantidade de cana produzida ou de empregados. Ricardo, por sinal, tem ministrado as capacitações nos engenhos, seja para poucos ou dezenas de aplicadores. Com o crescimento na quantidade de cana plantada por fornecedores independentes em PE, equivalente a 54% de toda a matéria-prima moída pelas usinas na última safra, se tornam ainda mais importantes as boas práticas sobre os defensivos agrícolas.

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